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A explosão em fábrica de produtos da Apple em Chengdu, na China, na última sexta-feira (20) pode afetar as vendas de iPads, avalia o jornal local "China Daily" na edição desta segunda-feira. Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas. A fábrica onde ocorreu o acidente faz parte da Foxconn, empresa que produz na China iPads e iPhones para a Apple.

"O iPad 2 é totalmente montado na China pela Foxconn. A fábrica de Chengdu representa dois terços da capacidade da Foxconn de produzir iPads", disse ao "China Daily" o analista Tong Bin, da consultoria iResearch, em Shangai. Analistas disseram ao diário que o preço do iPad 2 na China pode subir. A loja online da Apple na China informou ao jornal que vendeu todos os seus novos tablets. O jornal avalia que a explosão, além de prejudicar a produção, pode acentuar a imagem negativa da Foxconn.

No ano passado, 13 funcionários pularam do prédio da companhia em Shenzen; 11 morreram. As causas da explosão ocorrida na última sexta-feira ainda estão sendo investigadas.

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!


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Em mais um capítulo da novela do iPad Nacional, a Foxconn, empresa responsável pela montagem dos produtos da Apple, definiu que a base para produzir os iPads e iPhones brasileiros será instalada em Jundiaí, segundo a Folha.com.Contudo, para manter o segredo industrial da Apple, a montagem exigirá uma nova planta dentro da unidade da empresa já existente na cidade do interior.  F?brica da Foxconn em Jundia?
Fábrica da Foxconn em JundiaíTambém segundo a Folha, a decisão da Receita Federal de equiparar a tributação de tablets às dos notebooks deve sair nos próximos dias. Essa seria uma das principais exigências da Foxconn para realizar o investimento previsto de R$ 19 bilhões (US$ 12 bilhões) no país nos próximos cinco anos.Por fim, a Folha afirma que a empresa enviou uma carta ao governo brasileiro propondo a antecipação da produção do iPad e iPhone de novembro para julho desse ano. Aparentemente a montadora twainesa não só quer investir no Brasil, como também tem pressa em fazê-lo.  iPad no Brasil
iPad no BrasilApesar da reportagem da Folha, nem a Apple nem a Foxconn se manisfestaram oficialmente ainda sobre a questão - o que nos dá margem para uma parcela de ceticismo em meio a tanto otimismo. No entanrto, torcemos obviamente para que a chegada da Apple no Brasil possa estimular o mercado, aumentar os investimento em tecnologia no país, gerar empregos e de quebra ainda baixar os preços dos produtos. 

di Tudocelular.com Reda??o

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A explosão em fábrica de produtos da Apple em Chengdu, na China, na última sexta-feira (20) pode afetar as vendas de iPads, avalia o jornal local "China Daily" na edição desta segunda-feira. Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas. A fábrica onde ocorreu o acidente faz parte da Foxconn, empresa que produz na China iPads e iPhones para a Apple.

"O iPad 2 é totalmente montado na China pela Foxconn. A fábrica de Chengdu representa dois terços da capacidade da Foxconn de produzir iPads", disse ao "China Daily" o analista Tong Bin, da consultoria iResearch, em Shangai. Analistas disseram ao diário que o preço do iPad 2 na China pode subir. A loja online da Apple na China informou ao jornal que vendeu todos os seus novos tablets. O jornal avalia que a explosão, além de prejudicar a produção, pode acentuar a imagem negativa da Foxconn.

No ano passado, 13 funcionários pularam do prédio da companhia em Shenzen; 11 morreram. As causas da explosão ocorrida na última sexta-feira ainda estão sendo investigadas.

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A maior fabricante terceirizada de eletrônicos do mundo, a taiwanesa Foxconn, enfrenta o agravamento de sua crise de imagem após a explosão que matou três funcionários e feriu outros 15 em sua fábrica em Chengdu, no sul da China, na sexta-feira. A empresa, conhecida internacionalmente pela produção de equipamentos para a Apple, como o iPhone e o iPad, já havia enfrentado no ano passado uma onda de suicídios de trabalhadores, levantando questionamentos sobre segurança e adequação das condições de trabalho.

Funcionários da empresa chinesa Foxconn protestam por melhores condições de trabalho

A Foxconn, que além da Apple tem entre seus clientes empresas como Sony, Dell, Nokia e HP, emprega 1 milhão de trabalhadores na China e tem uma receita anual estimada em US$ 80 bilhões. Recentemente, durante a visita da presidente Dilma Rousseff à China, a empresa anunciou um investimento de R$ 18,9 bilhões para a abertura de uma fábrica no Brasil para a produção de telas para celulares e iPads.

Explosão

O acidente ocorrido na sexta-feira em Chengdu ainda está sob investigação, mas as indicações iniciais apontam para a explosão de um pó combustível usado durante o processo de polimento de peças. A empresa interrompeu todas as suas linhas de montagem que realizam o processo de polimento até que o caso seja esclarecido.

O caso levou ainda o governo chinês a ordenar à Foxconn e a outras companhias taiwanesas que operam no país que garantissem a segurança de seus trabalhadores. A empresa nega que seus funcionários enfrentem condições precárias e afirma que trabalha junto com o governo para garantir a segurança dos funcionários.

Para Thomas Dinges, consultor-sênior da IHS iSuppli, uma das maiores empresas de pesquisa em tecnologia do mundo, o acidente de sexta-feira “não transforma o iPad produzido no local na nova versão do 'diamante de sangue' africano (diamantes produzidos em áreas de conflito e cuja venda foi proibida), mas agrava a crise da imagem da empresa com os consumidores".

“Os problemas com as condições de trabalho na empresa voltaram à cabeça de todo mundo, refrescando a memória fresca dos suicídios”, afirma.

Em menos de um ano, até maio do ano passado, 11 funcionários da Foxconn se suicidaram saltando do alto de prédios da fábrica, principalmente em Shenzhen, no sul do país, onde estão concentrados metade de seus funcionários. Os motivos dos suicídios estariam ligados à longa jornada de trabalho, aos salários baixos, à falta de um ambiente social e à natureza excessivamente repetitiva do trabalho nas linhas de produção.

Contrato

No ano passado, Apple e HP disseram que trabalhariam junto à gigante taiwanesa para resolver o “problema”. “É quase impossível que tais acontecimentos façam a Apple cortar suas relações com a Foxconn”, diz Dinges, explicando que ambas as empresas investiram muito tempo e recursos na parceria.

A fábrica de Chengdu conta com 100 mil funcionários e é responsável pela fabricação exclusiva de produtos da Apple.

No dia 7 de maio deste ano, manifestações foram organizadas em Hong Kong por estudantes locais e da China continental para protestar contra a conduta da Foxconn como empregadora. Os participantes vestiam uniformes da companhia e mostravam cópias gigantes de iPads cobertas de sangue e com o símbolo da caveira que alerta para perigo químico.

Os atos ocorreram depois que a empresa de Steve Jobs lançou a versão branca do iPad em frente a uma das maiores revendedoras do produto na ilha.

Condições alarmantes

Duas semanas antes da explosão em Chengdu, a Associação de Estudantes e Professores Contra Má Conduta Coorporativa (Sacom, na sigla em inglês), com base em Hong Kong, lançou um estudo sobre três fábricas da Foxconn na China continental. O documento indicava que as condições de trabalho na unidade localizada em Chengdu, na província de Sichuan, eram comparativamente “alarmantes”.

“A Foxconn é uma das maiores empresas do mundo e produz para companhias que figuram entre as mais prestigiosas do mundo. Sempre haverá estudos sendo realizados sobre a gigante taiwanesa e é difícil afirmar quão exatos ou premonitórios eles são”, pondera Dinges, que entende a liberação da pesquisa pela Sacom e a explosão em Sichuan como uma coincidência infeliz.

Na China continental, a Foxconn conta com pouca simpatia dos locais. Desde que os suicídios foram reportados, usuários da internet debatem a falta de controle do governo sobre as empresas e o modelo de produção industrial do país, que possibilitou a grande virada econômica da China.

Funcionários da Foxconn saíram em defesa de seus empregadores no campus da fábrica de Shenzhen em agosto de 2010, porém sem muito sucesso.

Fotos dos manifestantes segurando placas de apoio à empresa e de Terry Guo, presidente do grupo, postadas na internet foram criticadas por usuários; outros questionaram a veracidade do protesto ao dizer que as mulheres participantes pareciam modelos. Críticas feitas à Apple foram raras.

A Foxconn não comenta as acusações específicas sobre as condições de trabalho em suas fábricas, mas afirma trabalhar para garantir o bem estar e a segurança dos funcionários. “Temos um comprometimento com o governo para fazer todo o possível para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores da Foxconn”, afirma um comunicado da companhia.

Prateleiras vazias

Dinges aponta que, mesmo que a ideia de consumo consciente esteja se alastrando, as prateleiras das lojas da Apple esvaziam rapidamente. “A ligação da imagem do produto à sua cadeia industrial, neste caso problemática, leva muito tempo para ser formada”, afirma.

Apesar dos problemas enfrentados pela Foxconn, o lançamento em Pequim do iPad 2 criou tumulto e longas filas em frente à loja da marca na capital chinesa, que hoje oferece o maior retorno financeiro à Apple no mundo.

Para o especialista da iSuppli, enquanto a explosão em Chengdu não for comprovadamente um caso de negligência, seus efeitos ficarão apenas no imaginário social como um novo agravante à imagem da Foxconn. “A principal e mais imediata consequência do acidente deverá ser o questionamento mais severo por países que sejam destino dos investimentos da companhia, como é o caso do Brasil”, diz.

A Foxconn disse que já analisava havia vários anos a possibilidade de se instalar no Brasil. A empresa deve se beneficiar da medida provisória publicada na última semana pelo governo brasileiro para isenção fiscal na fabricação de tablets como os iPads no país, barateando o custo de produção em mais de 30%.

A medida foi tomada em resposta às exigências da companhia para se instalar no país. O governo brasileiro, por sua vez, exigiu que a mão de obra contratada seja majoritariamente brasileira e que haja transferência de tecnologia.

O ministro da Ciência e da Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que 12 empresas já demonstraram interesse em produzir tablets no Brasil e que um investimento do tamanho do da Foxconn pode gerar até 100 mil empregos, diretos e indiretos.

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A chinesa Foxconn, fabricante de produtos eletrônicos em regime de terceirização, que produz para Apple, Nokia, HP, entre outras, fechou todas as unidades de polimento de componentes para inspeção técnica. A decisão veio após explosão em fábrica na cidade de Chengdu, no sudoeste da China, que matou três pessoas e feriu outras 15. A empresa já informou que as entregas atrasarão.

Segundo reportagem do The Wall Steet Journal, publicada nesta segunda-feira, 23, o fechamento das unidades foi ordenado porque o laudo técnico que vai apontar as causas da explosão ainda não está concluído. Por medida de segurança, a Foxconn decidiu paralisar as atividades de todas as unidades de polimento de componentes eletrônicos. O jornal americano informa que a empresa tem 12 unidades chinesas que fazem polimento.

A explosão foi notificada pela Foxconn às 19h (horário local) da sexta-feira, 20. A companhia também disse que houve um pequeno incêndio após o incidente, mas que foi rapidamente controlado pelos bombeiros. A polícia de Chengdu afirmou que a fabricante estava cooperando com as investigações (veja mais informações em "links relacionados" abaixo).

O The Wall Street Journal especula que a paralisação deve afetar "profundamente" a distribuição de equipamentos para os clientes da Foxconn. A mais atingida pela medida, segundo o jornal, será a Apple, cuja demanda pelo tablet PC iPad não para de crescer.

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta terça-feira (10) que um grupo de diretores da taiwanesa Foxconn deve visitar o país na próxima semana para discutir com o governo federal detalhes do investimento bilionário que a empresa pretende fazer para produzir no Brasil o iPad e o iPhone.

Pimentel disse que nos próximos dias será publicada uma portaria criando um grupo de trabalho para tratar de demandas feitas pela Foxconn. O grupo vai reunir membros dos ministérios da Fazenda, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o ministro, até o momento as exigências feitas pela Foxconn, no âmbito do governo federal, são “possíveis de atender.” Entre as exigências estão garantia de incentivos e mudança na legislação fiscal.

No mês passado, o governo de São Paulo afirmou que vem negociando com a Foxconn a instalação de uma nova fábrica da empresa em território paulista desde abril de 2010.

O comunicado partiu da Investe SP, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, comandada pelo vice-governador, Guilherme Afif Domingos.

Segundo o governo brasileiro, a multinacional fundada em Taiwan anunciou a Dilma a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil em até cinco anos. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Apple e a Foxconn começarão a produzir iPad no Brasil até o final de novembro deste ano.

A fábrica da Apple e da Foxconn deverá ser instalada no interior de São Paulo, segundo informara ao G1 o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.

No Brasil, a Foxconn já fabrica produtos para Sony, Dell, HP e Sony Ericsson e possui hoje três fábricas: em Manaus (AM), Indaiatuba (SP) e Jundiaí (SP). A expectativa é que a fábrica de tablet utilize parte das estruturas já em funcionamento.

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Uma explosão em uma fábrica da empresa Foxconn no sudoeste da China matou duas pessoas e deixou outras 16 feridas, de acordo com reportagem da agência Reuters, que cita informações do Wall Street Journal. Até o momento, não foi revelada a causa da explosão.

De acordo com a agência, veículos de mídia chineses disseram que a fábrica atingida pela explosão estava ligada a produção do iPad 2, da Apple, que é uma das principais clientes da Foxconn.

Conforme publicamos recentemente, a companhia de Taiwan, que já possui unidades no Brasil, deve aumentar sua participação no País para produzir tablets e smartphones da “maçã”. Atualmente, a Foxconn já produz aparelhos de empresas como Sony e HP para o mercado nacional.

A Foxconn já esteve envolvida em diversas polêmicas, como acusações de condições desumanas de trabalho e de agressão contra funcionários, além de alguns casos de suicídios de trabalhadores.

Segundo a Reuters, as ações da Apple sofreram uma ligeira queda no início da tarde de hoje, 20/5, caindo 0,8% e ficando em US$337,70.

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Uma explosão em uma fábrica da empresa Foxconn no sudoeste da China matou duas pessoas e deixou outras 16 feridas, de acordo com reportagem da agência Reuters, que cita informações do Wall Street Journal. Até o momento, não foi revelada a causa da explosão.

De acordo com a agência, veículos de mídia chineses disseram que a fábrica atingida pela explosão estava ligada a produção do iPad 2, da Apple, que é uma das principais clientes da Foxconn.

Conforme publicamos recentemente, a companhia de Taiwan, que já possui unidades no Brasil, deve aumentar sua participação no País para produzir tablets e smartphones da “maçã”. Atualmente, a Foxconn já produz aparelhos de empresas como Sony e HP para o mercado nacional.

A Foxconn já esteve envolvida em diversas polêmicas, como acusações de condições desumanas de trabalho e de agressão contra funcionários, além de alguns casos de suicídios de trabalhadores.

Segundo a Reuters, as ações da Apple sofreram uma ligeira queda no início da tarde de hoje, 20/5, caindo 0,8% e ficando em US$337,70.

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta terça-feira (10) que um grupo de diretores da taiwanesa Foxconn deve visitar o país na próxima semana para discutir com o governo federal detalhes do investimento bilionário que a empresa pretende fazer para produzir no Brasil o iPad e o iPhone.

Pimentel disse que nos próximos dias será publicada uma portaria criando um grupo de trabalho para tratar de demandas feitas pela Foxconn. O grupo vai reunir membros dos ministérios da Fazenda, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o ministro, até o momento as exigências feitas pela Foxconn, no âmbito do governo federal, são “possíveis de atender.” Entre as exigências estão garantia de incentivos e mudança na legislação fiscal.

No mês passado, o governo de São Paulo afirmou que vem negociando com a Foxconn a instalação de uma nova fábrica da empresa em território paulista desde abril de 2010.

O comunicado partiu da Investe SP, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, comandada pelo vice-governador, Guilherme Afif Domingos.

Segundo o governo brasileiro, a multinacional fundada em Taiwan anunciou a Dilma a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil em até cinco anos. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Apple e a Foxconn começarão a produzir iPad no Brasil até o final de novembro deste ano.

A fábrica da Apple e da Foxconn deverá ser instalada no interior de São Paulo, segundo informara ao G1 o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.

No Brasil, a Foxconn já fabrica produtos para Sony, Dell, HP e Sony Ericsson e possui hoje três fábricas: em Manaus (AM), Indaiatuba (SP) e Jundiaí (SP). A expectativa é que a fábrica de tablet utilize parte das estruturas já em funcionamento.

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A Foxconn, maior fabricante mundial terceirizada de celulares, espera uma "melhora dr?stica" em seus resultados de 2011, afirmou o presidente do Conselho da empresa a acionistas, motivando alta de at? quase 15 por cento das a??es da companhia, no maior ganho di?rio em mais de 1 ano.

A empresa atualmente deficit?ria —que planeja um investimento bilion?rio no Brasil para montagem de produtos da Apple no pa?s— t?m sofrido com uma s?rie de problemas, incluindo crescentes custos e conflitos trabalhistas que levaram a suic?dios de empregados em suas instala??es na China.

Durante encontro de acionistas nesta quarta-feira, um pequeno grupo de manifestantes gritou frases e levantou faixas contra a empresa, incluindo uma que dizia "Apple sangrenta", a fim de evidenciar a luta por direitos trabalhistas na Foxconn, unidade da gigante de eletr?nicos taiuanesa Hon Hai Precision Industry.

As a??es da Foxconn International, que tinham perdido cerca de 20 por cento de seu valor desde o in?cio do ano, encerraram esta quarta-feira em alta de 11 por cento. No dia, os pap?is chegaram a registrar valoriza??o de 14,8 por cento, seu maior salto em 1 dia desde dezembro de 2009.

O presidente do Conselho da companhia, Samuel Chin, se recusou a detalhar mais a previs?o de resultados. Analistas, em m?dia, esperam que a companhia reporte um preju?zo l?quido de 12 milh?es de d?lares em 2011, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

"Se voc? considerar o primeiro semestre, eles devem ficar no zero a zero", disse o analista Arthur Hsieh, do UBS, em Taipei. "No quarto trimestre, eles devem ter um lucro pequeno."

A Foxconn —cujos clientes incluem, al?m da Apple, a Nokia, a Motorola e a Huawei— teve preju?zo no segundo semestre de 2010 diante de custos maiores e pre?os cadentes dos eletr?nicos.

Cerca de 70 por cento da receita da companhia vem de produtos feitos para Nokia e Motorola.

A Foxconn avalia investir 12 bilh?es de d?lares no Brasil para fabricar telas e monitores, segundo anunciou a presidente Dilma Rousseff em sua viagem ? China em abril.

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SÃO PAULO – Não é a primeira vez e provavelmente não será a última que a Foxconn é alvo de protestos pelas más condições que oferece a seu trabalhadores em Shenzhen. E em geral acaba sobrando para a Apple, já que seus igadgets são produzidos pela empresa taiwanesa.

Durante reunião de accionistas, empregados da fabricante de eletrônicos resolveram protestar inspirados em uma brincadeira popular do Facebook chamada planking, que consiste em ser fotografado deitado sobre superfícies estranhas, como se o corpo humano fosse uma prancha, conforme pode-se constatar na foto postada pelo Business Insider.

Recentemente, o jogo terminou mal, culminou com a morte de um estudante de 20 anos na Austrália.

A Foxconn vem sofrendo pressões de consumidores e clientes, como Apple, HP, Dell e Nokia, devido às condições de trabalho muito ruins em suas fábricas (funcionários ficam em pé o dia todo), carga elevada de horas extras e salários muito baixos.

No início do mês, o tablóide britânico The Daily Mail publicou reportagem afirmando que a companhia estava sendo investigada por forçar os trabalhadores a assinarem documentos se comprometendo a não cometerem suicídios. A empresa negou.

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A instalação de uma nova unidade da Foxconn em Jundiaí com incentivos tributários não é suficiente para reduzir o preço do iPad e do iPhone no Brasil.

A cidade do interior de São Paulo já abriga uma fábrica da empresa taiwanesa, que é responsável pela produção de equipamentos de outras marcas, além da Apple.

Uma das imposições feitas ao governo brasileiro é a equiparação do iPad, hoje na categoria dos palm tops, à mesma classificação dos notebooks. A exigência tem relação direta com o valor final dos produtos, mas não é a única medida que pode contribuir para reduzi-lo.

Um dos diretores da Ebit, empresa de informações de comércio eletrônico, Alexandre Umberti, explica que a origem da matéria-prima é determinante.

Segundo ele, se os insumos forem importados os preços vão continuar proibitivos para boa parte da população. Umberti ainda lembra que nem mesmo o iPhone faz parte da vida da maioria dos consumidores no país dos celulares pré-pagos.

Hoje, um iPad custa no Brasil algo em torno de R$ 1.400, mas pode chegar a R$2.400 dependendo do modelo.

Produção de iPads e iPhones

A ginástica tributária, que pode antecipar de novembro para julho a produção de iPads e iPhones no interior paulista, deve ser regulamentada pela Receita Federal.

O governo de São Paulo também estuda uma maneira de contribuir, que pode ser com a isenção de impostos.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa, diz que a renúncia de ICMS é uma alternativa.

A assessoria de comunicação da prefeitura de Jundiaí informou que nenhum representante do governo municipal se pronuncia sobre o assunto.

Há cerca de um ano, a Foxconn solicitou um levantamento dos terrenos disponíveis na cidade para a construção de uma nova unidade da fábrica.

O investimento da empresa para a produção de iPads e iPhones pode chegar a R$19 bilhões. Em 2010, foram vendidas no Brasil 100 mil unidades de mais de uma marca dos chamados tablets ou pranchetas eletrônicas. 

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A gigante taiwanesa do setor de tecnologia vai produzir no país iPod, iPad e iPhone, entre outros produtos da Apple

“Já estamos em contato com os representantes da empresa”, diz Ricardo Barros

Uma reunião realizada ontem definiu que Maringá e Londrina irão se unir para entrar na disputa pela instalação da nova unidade da Foxconn no Brasil, onde serão investidos 12 bilhões de dólares e gerados 100 mil empregos. A gigante taiwanesa do setor de tecnologia vai produzir no país iPod, iPad e iPhone, entre outros produtos da Apple.

“Vamos formar um grupo de trabalho, liderado pela Agência Terra Roxa, que vai preparar uma apresentação para ser feita aos interlocutores da Foxconn, com os quais já estamos em contato. Eles prometeram ouvir a proposta do Paraná em 30 dias”, adianta o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros.

A reunião foi realizada ontem, no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, reunindo Ricardo Barros, o prefeito Silvio Barros, o vice-prefeito de Londrina, José Ribeiro, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Londrina (Acil), Nivaldo Benvenho, o vice-presidente da associação maringaense (Acim), Wilson Matos Filho, o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Gustavo Lopes, e representantes dos conselhos de desenvolvimento econômico das duas cidades, além da presidente da Sociedade Rural de Maringá, Maria Iraclézia Araújo.

Embora outras regiões do Estado também possam se articular para apresentar uma proposta, para o secretário Ricardo Barros Maringá e Londrina saem na frente, pois têm condições de oferecer o que a empresa está pedindo, como a mão-de-obra qualificada, uma vez que a região é polo universitário.

“Um dos fatores interessantes é que Londrina e Maringá decidem se unir para oferecer este espaço de negócio como alternativa, e não mais agindo separadamente. Isso certamente vai influenciar na decisão de muitos empresários para este e outros projetos”, frisa Barros.
Para o presidente da Sociedade Rural paranaense, é preciso esquecer as rivalidades que existem entre as duas cidades e buscar a união. “Juntos teremos condições de brigar por investimentos desta ordem”, frisa.

Da reunião, ficou acertado que quem tem condições de preparar a apresentação é a empresa de desenvolvimento Terra Roxa, criada para a finalidade de trabalhar políticas de desenvolvimento regional. Irão trabalhar em conjunto também os conselhos de desenvolvimento econômico das duas cidades – Codem e Codel.

Para o prefeito Silvio Barros, a instalação de empresas de alta tecnologia no eixo Maringá-Londrina beneficiaria toda a região. Por isso, ele defendeu a ação rápida e em conjunto, atendendo às especificações da empresa.

O investimento da Foxconn, que já possui uma fábrica em Jundiaí (SP), será o maior realizado no país e na América Latina. Por isso, outras cidades e Estados também entraram na disputa.

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Em abril, o dono da empresa Terry Gou, comunicou à presidente Dilma Rousseff a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil em um projeto de cinco anos.

A empresa tem cinco fábricas e emprega 5,7 mil pessoas no Brasil, onde já investiu US$ 700 milhões. Com o investimento, a fábrica deve criar 100 mil empregos diretos, dos quais 20 mil vagas para engenheiros.

Fundada em 1974, em Taiwan, a empresa Foxconn é a maior fabricante de componentes eletrônicos e de computador no mundo. Entre os produtos mais famosos estão iPod, iPad e iPhone da Apple, PlayStation 2 e PlayStation 3 da Sony, Wii do Nintendo, Xbox 360 da Microsoft. Além disso, são produzidos telefones celulares da Motorola e componentes para Intel, Dell e Hewlett-Packard.

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta terça-feira (10) que um grupo de diretores da taiwanesa Foxconn deve visitar o país na próxima semana para discutir com o governo federal detalhes do investimento bilionário que a empresa pretende fazer para produzir no Brasil o iPad e o iPhone.

Pimentel disse que nos próximos dias será publicada uma portaria criando um grupo de trabalho para tratar de demandas feitas pela Foxconn. O grupo vai reunir membros dos ministérios da Fazenda, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o ministro, até o momento as exigências feitas pela Foxconn, no âmbito do governo federal, são “possíveis de atender.” Entre as exigências estão garantia de incentivos e mudança na legislação fiscal.

No mês passado, o governo de São Paulo afirmou que vem negociando com a Foxconn a instalação de uma nova fábrica da empresa em território paulista desde abril de 2010.

O comunicado partiu da Investe SP, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, comandada pelo vice-governador, Guilherme Afif Domingos.

Segundo o governo brasileiro, a multinacional fundada em Taiwan anunciou a Dilma a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil em até cinco anos. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Apple e a Foxconn começarão a produzir iPad no Brasil até o final de novembro deste ano.

A fábrica da Apple e da Foxconn deverá ser instalada no interior de São Paulo, segundo informara ao G1 o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.

No Brasil, a Foxconn já fabrica produtos para Sony, Dell, HP e Sony Ericsson e possui hoje três fábricas: em Manaus (AM), Indaiatuba (SP) e Jundiaí (SP). A expectativa é que a fábrica de tablet utilize parte das estruturas já em funcionamento.

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São Paulo - A montagem do iPad e do iPhone nacionais, que será feita pela empresa chinesa Foxconn, ocorrerá na cidade paulista de Jundiaí. A companhia definiu que usará a unidade no interior de São Paulo para produzir os equipamentos.

A Foxconn quer antecipar para julho a montagem que exigirá a construção de nova planta. Uma equipe técnica deve chegar nesta semana para reunião com a presidenta Dilma Rousseff. Vai detalhar investimento de R$ 19 bilhões em cinco anos no País.

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Em mais um capítulo da novela do iPad Nacional, a Foxconn, empresa responsável pela montagem dos produtos da Apple, definiu que a base para produzir os iPads e iPhones brasileiros será instalada em Jundiaí, segundo a Folha.com.Contudo, para manter o segredo industrial da Apple, a montagem exigirá uma nova planta dentro da unidade da empresa já existente na cidade do interior.  F?brica da Foxconn em Jundia?
Fábrica da Foxconn em JundiaíTambém segundo a Folha, a decisão da Receita Federal de equiparar a tributação de tablets às dos notebooks deve sair nos próximos dias. Essa seria uma das principais exigências da Foxconn para realizar o investimento previsto de R$ 19 bilhões (US$ 12 bilhões) no país nos próximos cinco anos.Por fim, a Folha afirma que a empresa enviou uma carta ao governo brasileiro propondo a antecipação da produção do iPad e iPhone de novembro para julho desse ano. Aparentemente a montadora twainesa não só quer investir no Brasil, como também tem pressa em fazê-lo.  iPad no Brasil
iPad no BrasilApesar da reportagem da Folha, nem a Apple nem a Foxconn se manisfestaram oficialmente ainda sobre a questão - o que nos dá margem para uma parcela de ceticismo em meio a tanto otimismo. No entanrto, torcemos obviamente para que a chegada da Apple no Brasil possa estimular o mercado, aumentar os investimento em tecnologia no país, gerar empregos e de quebra ainda baixar os preços dos produtos. 

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Um grupo de diretores da taiwanesa Foxconn estará no Brasil na próxima semana para negociar incentivos fiscais e facilitação de importação para instalar uma fábrica no País.

O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, informou ontem que um grupo formado pelos ministérios da Fazenda, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ficará responsável pela negociação com a empresa. A Foxconn anunciou investimento de US$ 12 bilhões no Brasil para a fabricação de equipamentos da Apple, como o iPad e iPhone.

Segundo o ministro, a Foxconn quer incentivos fiscais, agilização de importação e ex-tarifários (redução temporária do imposto de importação para produtos que não tenham produção nacional). "Estamos examinando os pedidos. Muita coisa está prevista na legislação. Mas tem coisas que são dos Estados e municípios", explicou.

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