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A Apple já tem o controlo administrativo do domínio iCloud.com a menos de uma semana do seu CEO, Steve Jobs, desvendar o novo serviço da empresa baseado na cloud.

De acordo com pesquisas no WHOIS, a Apple surge agora como a proprietária do domínio icloud.com. Na terça-feira, 31/5, o domínio ainda estava registado em nome da empresa sueca Xcerion, que usava o URL para o seu serviço de armazenamento online de arquivos.

Algumas notícias no final de Abril afirmavam que a Apple teria pago 4,5 milhões de dólares à Xcerion para ter o domínio. Semanas antes, a Xcerion havia alterado o nome do serviço para CloudMe e registrado o domínio cloudme.com.

Hoje, o iCloud.com ainda redireciona os usuários para o site da Xcerion.

Para quem ainda não ouviu falar, o iCloud tem sido cotado como a arma da Apple para brigar com as novas ofertas da Amazon e da Google, que oferecem um sistema de armazenamento de música hospedado em servidores de cloud computing, a chamada nuvem computacional.

Detalhes sobre o serviço devem ser apresentados pelo próprio CEO da companhia, o polêmico Steve Jobs, no keynote conferência de desenvolvedores da Apple WWDC 2011, que acontece no próximo dia 6/6.

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Por Daniel dos Santos, Now! Digital02-06-2011- (Atualizado em 02 de junho de 2011 às 15h16)Página 1 de 1cleanCookies();Leia:Arquive:Compartilhe:Avalie:

O grande atrativo do Kinect, controle para o console Xbox, da Microsoft, é permitir que o jogador comande o jogo sem precisar de um joystick. Basta mover o corpo que o equipamento identifica os movimentos. Pois esse tipo de tecnologia também está disponível para smartphones e tablets.

A empresa eyeSight Mobile, que já oferece sua interface de reconhecimento de movimento Touch Free (confira como funciona no vídeo abaixo)  para a Android, Windows, Linux  e Meego, anunciou suporte para os equipamentos iPhone 4 e iPad 2.

Com isso, não é preciso tocar no celular ou tablet da Apple para trocar de tela, finalizar um programa ou inserir outros comandos. Não é necessário conectar qualquer acessório aos aparelhos. Basta usar a câmera do celular ou tablet.

A tecnologia deve ser utilizada em funções como chamadas telefônicas, players de música e vídeo, games e navegação na Internet. Segundo a empresa, um aplicativo para o sistema iOS, da Apple,  estará disponível na App Store “em breve”.

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A companhia de Steve Jobs irá enfrentar o banco dos réus em um novo processo que afirma que os dados de localização de usuários e outras informações pessoais no iPad e iPhone estavam sendo compartilhadas com anunciantes, sem autorização.

A Apple é acusada de cumplicidade ao “coletar e transmitir intencionalmente” dados de usuários a terceiros. O caso também cita os nomes Pandora e The Weather Channel e deixa claro que outras empresas também podem ser adicionadas à lista.

Lymaris M Rivera Diaz, o queixoso,  acusas as companhias de compartilhar dados pessoais, incluindo histórico de locais e o UDID (Unique Device Identifier) “sem o consentimento ou aviso aos consumidores”. Os dados teriam sido usados por anunciantes  para rastrear “os interesses e gostos de usuários de dispositivos móveis na Internet”. O processo é baseado nos problemas levantados pelo Wall Street Journal a respeito do compartilhamento de informações com anunciantes, assim como o caso recente do rastreamento de informações do iOS.

Os usuários entraram com várias ações similares contra a Apple nos últimos meses. Um processo em Nova York iniciado este mês também acusa a Apple, a Pandora e o Backflip Studios (produtora de games para iOs, como o Paper Toss) de compartilharem informações pessoais de usuários com anunciantes, de acordo com o Apple Insider.

Em outro caso, duas pessoas processaram a Apple devido a coleta do cache do histórico de localização feita pela Apple. Esse fato veio a público em abril, depois que pesquisadores disponibilizaram um aplicativo que interpretava os dados de localização criados por dispositivos iOS e inseria em um mapa.

A Apple disponibilizou recentemente o iOS 4.3.3 para lidar com essas reclamações a respeito do cache de dados de localização mantido nos iPhones e iPads com conexão 3G. Essas informações, de acordo com a companhia, não são mais armazenadas nos arquivos de backup do computador, e o dispositivo mantém os dados de localização por apenas sete dias.

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A Apple prometeu ontem, 24/5, liberar em breve uma atualização para o Mac OS X que irá encontrar e apagar o falso programa de segurança MacDefender, além de avisar usuários ainda não afetados pelo malware, caso tentem  baixar o programa falso.

O anúncio – parte de um novo documento que a companhia liberou no mesmo dia – foi o primeiro reconhecimento público da companhia sobre a ameaça oferecidas pelo que os especialistas chamam de “scareware” ou “rogueware” (softwares que tentam assustar as vítimas e convencê-las a baixar programas).

“Nos próximos dias, a Apple vai entregar um update do Mac OS X que automaticamente encontrará e removerá o malware Mac Defender e suas variações conhecidas”, explica a companhia no documento. “A atualização também ajudará a proteger os usuários ao fornecer um aviso explícito se eles baixarem esse malware.” A Apple também destacou quais passos os usuários infectados podem tomar para livrar seus Macs do scareware.

O diretor de segurança da nCircle Security, Andrew Storms, ficou surpreso com o fato de a Apple dizer que vai colocar uma ferramenta de limpeza de malware no Mac OS X.

“Isso é terreno novo para a Apple”, disse, apontando que a ação é inédita para a companhia, que até então só oferecia um mecanismo básico de detecção de malware no Mac OS X 10.6 (Snow Leopard) e então apenas enchia-o com um punhado de divisões.

“Não apenas a Apple irá ajudar seus usuários a removerem (o Mac Defender), mas ao fazer isso, eles também estão admitindo que há problemas de segurança com o sistema Mac OS”, afirma Storms.

O MacDefender – que também é conhecido pelos nomes MacProtector e MacSecurity – apareceu pela primeira vez no início deste mês, quando a companhia de segurança Intego afirmou ter encontrado o scareware.

Scareware e rogueware são termos para programas falsos de segurança que alegam que um computador pessoal está muito infectado com vírus, worms e outros malwares. Uma vez instalados, esses softwares importunam os usuários com pop-ups difusos e alertas falsos até cobrarem uma taxa pelo programa falso e que não vale nada.

O MacDefender foi o primeiro programa do tipo com visual profissional direcionado para Macs - o programa teria sido criado por gangue especializada em ataques contra PCs com Windows, segundo a Microsoft.

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Por Redação Macworld Brasil17-05-2011- (Atualizado em 17 de maio de 2011 às 15h33)Página 1 de 1cleanCookies();Leia:Arquive:Compartilhe:Avalie:

A TIM anunciou que a partir da próxima sexta-feira, 20/5, baixará o preço do iPhone 3GS desbloqueado de 1.499 reais para 999 reais. No entanto, a promoção é válida apenas para o modelo com 8 GB de capacidade de armazenamento, que atualmente custa 49 dólares nos Estados Unidos, com exigência de contrato de dois anos com a AT&T.

Segundo a TIM, esse valor reduzido não está atrelado a qualquer contrato de fidelização e é válido para os planos pós e pré-pagos, podendo ser parcelado em até 12 vezes no cartão de crédito.

“A idéia é facilitar o sonho de consumo de muitos brasileiros, de ter o seu primeiro iPhone”, explica o diretor de marketing consumer da operadora, Roger Solé, lembrando também que agora o aparelho está 800 reais mais barato que o modelo de entrada desbloqueado do iPhone 4 (16 GB), versão mais recente do smartphone da Apple, que chegou ao mercado brasileiro em setembro do ano passado.

Apesar de a promoção começar apenas na sexta nas lojas físicas e online da TIM, os clientes de planos pós-pago da operadora já podem comprar o telefone com desconto pelo canal de televendas da empresa.

Para saber mais sobre o iPhone 3GS, confira nosso review completo do aparelho (lançado em 2009).

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iPhone 3GS: aparelho sai por US$ 49 nos EUA

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Como aponta uma reportagem recente do jornal Financial Times, a computação na nuvem (tecnologia que armazena dados em servidores remotos) está ajudando os rivais da Apple, e já representa um motivo de preocupação para a empresa de Steve Jobs. Apesar de os aparelhos móveis da “maçã” contribuirem para o crescimento da nuvem, a companhia ganha muito menos com essa onda, se pensarmos como ela está posicionada no mercado.

Obviamente, estou escrevendo esse artigo em um MacBook Pro, depois tenho de correr para sair com meu iPhone, e talvez checar meus e-mails no iPad quando voltar, então isso pode parecer confuso. No entanto, aquelas empresas que se consideram rivais diretos da Apple, como a HP, a Dell e a Intel, estão ganhando mais terreno na nuvem do que a Apple.

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iPhone: celulares estimulam a computação na nuvem

A Apple lidera o campo em aparelhos portáteis que estimulam a computação na nuvem ao conduzir ondas de upgrades de centros de dados que, por sua vez, empurram as vendas de HP, Dell e Intel. A Apple criou a lâmina e resolveu deixar outras empresas venderem os aparelhos de barbear.

A Dell, por exemplo, atribuiu um grande aumento em sua margem de lucro, chegando a 23%, a uma mudança em seu mix de negócios para armazenamento e serviços, que direcionados pelas necessidades em torno da construção de nuvens públicas e privadas. A HP e a Intel, por sua vez, estão vendo crescimentos parecidos.

A realidade é que a Apple não fornece o armazenamento e os produtos de computação que se tornarão as matérias primas para a construção das chamadas nuvens computacionais. Dell, HP, Intel, e possivelmente Oracle e IBM, são as que mais terão a ganhar com o rápido movimento para a nuvem. Assim, mesmo que todos nós tenhamos iPhones e iPads, os servidores alavancados por esses aparelhos para processamento remoto não estão vindo da Apple.

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A Apple prometeu ontem, 24/5, liberar em breve uma atualização para o Mac OS X que irá encontrar e apagar o falso programa de segurança MacDefender, além de avisar usuários ainda não afetados pelo malware, caso tentem  baixar o programa falso.

O anúncio – parte de um novo documento que a companhia liberou no mesmo dia – foi o primeiro reconhecimento público da companhia sobre a ameaça oferecidas pelo que os especialistas chamam de “scareware” ou “rogueware” (softwares que tentam assustar as vítimas e convencê-las a baixar programas).

“Nos próximos dias, a Apple vai entregar um update do Mac OS X que automaticamente encontrará e removerá o malware Mac Defender e suas variações conhecidas”, explica a companhia no documento. “A atualização também ajudará a proteger os usuários ao fornecer um aviso explícito se eles baixarem esse malware.” A Apple também destacou quais passos os usuários infectados podem tomar para livrar seus Macs do scareware.

O diretor de segurança da nCircle Security, Andrew Storms, ficou surpreso com o fato de a Apple dizer que vai colocar uma ferramenta de limpeza de malware no Mac OS X.

“Isso é terreno novo para a Apple”, disse, apontando que a ação é inédita para a companhia, que até então só oferecia um mecanismo básico de detecção de malware no Mac OS X 10.6 (Snow Leopard) e então apenas enchia-o com um punhado de divisões.

“Não apenas a Apple irá ajudar seus usuários a removerem (o Mac Defender), mas ao fazer isso, eles também estão admitindo que há problemas de segurança com o sistema Mac OS”, afirma Storms.

O MacDefender – que também é conhecido pelos nomes MacProtector e MacSecurity – apareceu pela primeira vez no início deste mês, quando a companhia de segurança Intego afirmou ter encontrado o scareware.

Scareware e rogueware são termos para programas falsos de segurança que alegam que um computador pessoal está muito infectado com vírus, worms e outros malwares. Uma vez instalados, esses softwares importunam os usuários com pop-ups difusos e alertas falsos até cobrarem uma taxa pelo programa falso e que não vale nada.

O MacDefender foi o primeiro programa do tipo com visual profissional direcionado para Macs - o programa teria sido criado por gangue especializada em ataques contra PCs com Windows, segundo a Microsoft.

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Depois de ter "crackeado" backups de um iPhone no ano passado, a empresa de segurança russa ElcomSoft afirma ter encontrado uma maneira confiável de derrotar o sistema de criptografia com camadas usado para proteger os dados armazenados no próprio smartphone.

Desde o lançamento do sistema iOS 4 em junho de 2010, a Apple tem conseguido proteger dados em aparelhos compatíveis usando um sistema de criptografia chamado Data Protection, que armazena um código de acesso do usuário em um chip interno, usando criptografia de 256 bits AES. Além disso, cada arquivo armazenado em um aparelho iOS é protegido com uma chave individual associada à Unique ID (identificação única) do aparelho.

A lista de produtos da Apple com esse tipo de segurança inclui todos os aparelhos lançados a partir de 2009, como iPhone 3GS (que pode rodar o iOS 4), o iPhone 4, o iPad 1 e o iPad 2, e os modelos mais recentes do iPod Touch.

A ElcomSoft não explicou em detalhes como invadiu o sistema chave armazenado no aparelho por "razões comerciais", mas o primeiro ponto do ataque parece ter sido o próprio código de segurança do usuário, já que todas as outras chaves ficam vulneráveis uma vez que o aparelho estiveja no modo desbloqueado.

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iPhone: "falhas sutis" na arquitetura de segurança"

A companhia afirma ter sido auxiliada por falhas sutis na arquitetura de segurança usada pela Apple, a começar pelo código de segurança padrão de 4 dígitos. Isso possibilita “apenas” 10 mil combinações numéricas, que a empresa afirma ser o modo mais usada pelos usuários para travar seus aparelhos.

A única limitação em quebrar essa senha usando um ataque de força bruta foi a necessidade de passar pelas combinações possíveis no próprio iPhone (ou outro aparelho iOS), o que levou menos de 40 minutos, muito mais do que seria necessário com um computador desktop.

Se o código de segurança fosse muito longo para esse tipo de ataque, a empresa disse que seria possível burlá-lo ao superar as chamadas “escrow keys”, que são criadas por aplicativos da Apple, como o iTunes, e armazenadas em um computador do usuário.

“Somos cidadãos responsáveis e não queremos que essa tecnologia caia em mãos erradas”, disse o CEO da ElcomSoft, Vladimir Katalov. “Por isso, tomamos uma decisão firme de limitar o acesso a essa funcionalidade para organizações legais, forenses, de inteligência e agências do governo selecionadas.”

A ElcomSoft ficou famosa recentemente por “quebrar” sistemas de criptografias usados em diferentes tecnologias, incluindo os de verificação de imagens de câmeras digitais usados pela Canon e pela Nikon, segurança wireless WPA2, assim como uma variedade de aplicações individuais.

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A Apple fechou acordos com três das quatro maiores gravadoras do mundo da músicas, que permitirão que os usuários acessem suas coleções de músicas digitais a partir de aparelhos móveis, como o iPhone e o iPod, de acordo com reportagens da CNET e da Bloomberg.

Os contratos sinalizam para a possibilidade de a Apple lançar um serviço de assinatura digital de músicas que criaria uma “jukebox na nuvem”, um movimento que deve fazer com que as receitas com músicas atingissem níveis vistos pela última vez só há mais de dez anos.

Segundo fontes citadas pela CNET na quarta-feira, 18/5, e pela Bloomberg no dia seguinte, a Apple já fechou negócio com a EMI, Sony Music Entertainment e a Warner Music Group. Mas a empresa que teria ficado de fora até o momento é a Universal, justamente a maior de todas. De acordo com informações da Bloomberg, o acordo entre a “maçã” e a Universal está próximo de ser fechado.

“Isso parece um balão de relações públicas”, disse o professor de mídia da Rutgers University, Aram Sinnreich. “A Apple vaza notícias desses negócios para colocar pressão na Universal e conseguir o mesmo acordo que as outras gravadoras concordaram.”

Se as informações estiverem corretas, a Apple poderia lançar um serviço na nuvem autorizado pelas gravadoras para competir com serviços similares, mas não licenciados, de rivais como Amazon e Google.

Com um serviço na nuvem – provavelmente como parte do MobileMe, que os especialistas acreditam que será repaginado nos próximos meses – os consumidores poderão reproduzir músicas de sua biblioteca no iTunes pela Internet, tendo assim acesso a suas músicas a partir de qualquer lugar, com seus iPhones, iPods, iPads e Macs.

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Uma semana após os desenvolvedores de aplicativos para iOS serem ameaçados por uma ação movida por uma empresa que cuida de várias patentes, o departamento legal da Apple resolveu partir para o contra-ataque.

Em uma carta enviada esta semana - o texto, em inglês, está disponível na íntegra – à Lodsys, companhia que cuida das patentes, assim como para Mark Small, CEO desta empresa, a Apple afirma que as licenças existentes em relação a compras feitas através de aplicativos se aplicam também a todos os desenvolvedores de iOS. Muitos desenvolvedores alegavam estar em um beco sem saída, pois, por um lado, eram incentivados pela Apple a vender a partir de seus softwares, e de outro, ameaçados com processos.

O ponto crucial do texto da Apple, assinado por Bruce Sewell, vice-presidente sênior e conselheiro geral da companhia de Cupertino, aparece logo no primeiro parágrafo, no qual se pode ler: “A Apple está indiscutivelmente licenciada para essas patentes, assim como os 'App Makers' estão protegidos. Não há base para as alegações de infrações contra os desenvolvedores da Apple”. Em adição à declaração de que a empresa de Steve Jobs poderia compartilhar a carta com seus desenvolvedores – e o fez -, a companhia afirma também que está “completamente preparada para defender os termos de licença da Apple”.

Este não foi o único ponto levantado por Sewell: a licença da Apple para a patentes da Lodsys cobre os desenvolvedores de iOS, e a infração alegada, segundo ele,  não ocorre. Em outras palavras, esses desenvolvedores não estão infringindo as patentes apontadas pela Lodsys, simplesmente porque estão utilizando software e hardware da Apple para proporcionar funcionalidade àquilo que a detentora das patentes afirma ter a necessidade de uma licença.

Obviamente, a carta da Apple não invalida os processos da Lodsys. Mas ela oferece, pelo menos, algum tipo de alento para os desenvolvedores da plataforma da empresa, e mostra que a  companhia tem planos de defender o desenvolvedores contra as acusações de infração de patentes.

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A Apple fechou acordos com três das quatro maiores gravadoras do mundo da músicas, que permitirão que os usuários acessem suas coleções de músicas digitais a partir de aparelhos móveis, como o iPhone e o iPod, de acordo com reportagens da CNET e da Bloomberg.

Os contratos sinalizam para a possibilidade de a Apple lançar um serviço de assinatura digital de músicas que criaria uma “jukebox na nuvem”, um movimento que deve fazer com que as receitas com músicas atingissem níveis vistos pela última vez só há mais de dez anos.

Segundo fontes citadas pela CNET na quarta-feira, 18/5, e pela Bloomberg no dia seguinte, a Apple já fechou negócio com a EMI, Sony Music Entertainment e a Warner Music Group. Mas a empresa que teria ficado de fora até o momento é a Universal, justamente a maior de todas. De acordo com informações da Bloomberg, o acordo entre a “maçã” e a Universal está próximo de ser fechado.

“Isso parece um balão de relações públicas”, disse o professor de mídia da Rutgers University, Aram Sinnreich. “A Apple vaza notícias desses negócios para colocar pressão na Universal e conseguir o mesmo acordo que as outras gravadoras concordaram.”

Se as informações estiverem corretas, a Apple poderia lançar um serviço na nuvem autorizado pelas gravadoras para competir com serviços similares, mas não licenciados, de rivais como Amazon e Google.

Com um serviço na nuvem – provavelmente como parte do MobileMe, que os especialistas acreditam que será repaginado nos próximos meses – os consumidores poderão reproduzir músicas de sua biblioteca no iTunes pela Internet, tendo assim acesso a suas músicas a partir de qualquer lugar, com seus iPhones, iPods, iPads e Macs.

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A Apple fechou acordos com três das quatro maiores gravadoras do mundo da músicas, que permitirão que os usuários acessem suas coleções de músicas digitais a partir de aparelhos móveis, como o iPhone e o iPod, de acordo com reportagens da CNET e da Bloomberg.

Os contratos sinalizam para a possibilidade de a Apple lançar um serviço de assinatura digital de músicas que criaria uma “jukebox na nuvem”, um movimento que deve fazer com que as receitas com músicas atingissem níveis vistos pela última vez só há mais de dez anos.

Segundo fontes citadas pela CNET na quarta-feira, 18/5, e pela Bloomberg no dia seguinte, a Apple já fechou negócio com a EMI, Sony Music Entertainment e a Warner Music Group. Mas a empresa que teria ficado de fora até o momento é a Universal, justamente a maior de todas. De acordo com informações da Bloomberg, o acordo entre a “maçã” e a Universal está próximo de ser fechado.

“Isso parece um balão de relações públicas”, disse o professor de mídia da Rutgers University, Aram Sinnreich. “A Apple vaza notícias desses negócios para colocar pressão na Universal e conseguir o mesmo acordo que as outras gravadoras concordaram.”

Se as informações estiverem corretas, a Apple poderia lançar um serviço na nuvem autorizado pelas gravadoras para competir com serviços similares, mas não licenciados, de rivais como Amazon e Google.

Com um serviço na nuvem – provavelmente como parte do MobileMe, que os especialistas acreditam que será repaginado nos próximos meses – os consumidores poderão reproduzir músicas de sua biblioteca no iTunes pela Internet, tendo assim acesso a suas músicas a partir de qualquer lugar, com seus iPhones, iPods, iPads e Macs.

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PRÓPermite conectar instrumentos musicaisCONTRAPreço um pouco elevado para um cabo simplesFabricante: iPlugPlay

Preço: R$ 48,90

Um iPhone, iPad ou iPod touch é capaz de muitas coisas - isso você já sabe. Mas que tal utilizá-lo como um pedal de efeitos para uma guitarra ou transformá-lo em um gravador de áudio profissinal?

Para isso, seria preciso um acessório como o iRig, popular cabo que permite ligar instrumentos musicais no iPhone, iPad ou iPod Touch. O problema é que esse cabo não é vendido aqui no Brasil; uma alternativa é o produto nacional iPlugPlay Pro.

Não há segredos: o conector de som do iPhone, por exemplo, mistura entrada e saída de áudio em um único cabo. O iPlugPlay Pro simplesmente separa esses recursos e oferece uma entrada P10 para instrumentos musicais e uma saída de áudio P2, que pode ser ligada em uma caixa de som para reproduzir o som ou em outro aparelho para gravação.

Apesar de ser algo simples, é extremamente útil, e vale lembrar que isso também se aplica para os MacBooks de gerações mais recentes. Você pode, por exemplo, ligar uma guitarra no seu iPhone e utilizar um aplicativo para aplicar efeitos de distorção, como o Amptude.

Também é possível conectar um microfone profissional e fazer gravações de áudio ou até mesmo vídeos com som de altíssima qualidade - daria até para gravar uma reportagem só com um iPhone. Veja mais sobre o produto, incluindo demonstrações, no vídeo abaixo:

 

Essas são apenas algumas das possibilidades. Com um instrumento musical qualquer, um aplicativo e criatividade, não há limites para os resultados. E se você procura uma alternativa gratuita ao AmpKit, que custa US$ 19,90, tente a versão gratuita do Pocket Amp.

O cabo tem uma boa qualidade e conectores firmes, portanto você não precisa se preocupar com a durabilidade. Com comprimento de aproximadamente 1,7 metro, ele tem um tamanho ideal para trabalhar: nem muito grande e nem muito pequeno.

Esquema mostra como funciona o cabo iPlugPlay Pro

O iPlugPlay Pro é, sem dúvida, um acessório útil se você tem um iPhone, iPad ou iPod Touch e trabalha com áudio ou música. O preço tradicional é de 69,90 reais. Com o desconto de lançamento, o preço fica em 48,90 reais.

Ele pode ser encontrado no site oficial. Lá você também encontra uma lista de compatibilidade e respostas para dúvidas frequentes.

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Por Macworld / EUA27-04-2011- (Atualizado em 27 de abril de 2011 às 11h37)Página 1 de 1cleanCookies();Leia:Arquive:Compartilhe:Avalie:

A Apple anunciou hoje, 27/4,  que o "aguardado" iPhone 4 branco estará disponível para compra a partir de amanhã em 28 países ou regiões do mundo todo, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Cingapura e Luxemburgo, entre outros. Nos Estados Unidos, o “novo velho iPhone” custará 199 dólares (16 GB) e 299 dólares (32 GB), mediante contrato de dois anos com as operadoras locais – mesmos preços do modelo tradicional na cor preta.

Como é de costume, o Brasil ficou de fora da lista inicial da “maçã”. A Apple afirma que em breve o aparelho estará disponível em muitos outros países ao redor do mundo. Segundo a Apple Brasil, ainda não há previsão do iPhone 4 branco chegar ao mercado nacional.

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iPhone 4 branco chega às lojas após quase um ano de atraso

Confira a seguir a lista completa dos 28 países ou regiões que recebem o smartphone a partir de amanhã, 28/4: Alemanha, Áustria, Austrália, Bélgica, Canadá, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Hong Kong, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Macau, Nova Zelândia, Noruega, Reino Unido, República Tcheca, Cingapura, Suécia, Suíça, Taiwan e Tailândia.

Vale lembrar que o iPhone 4 branco foi apresentado juntamente com o modelo preto na conferência WWDC 2010. No entanto, pouco tempo depois a Apple reconheceu problemas “desafiadores” de produção, o que fez com que o aparelho demorasse quase um ano para chegar às lojas.

Analistas de mercado acreditam que com o lançamento do modelo branco agora, a chegada do iPhone 5 deve ser empurrada para o mês de setembro – nos últimos quatros anos a empresa têm apresentado seus novos smartphones no mês de junho.

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PRÓPermite conectar instrumentos musicaisCONTRAPreço um pouco elevado para um cabo simplesFabricante: iPlugPlay

Preço: R$ 48,90

Um iPhone, iPad ou iPod touch é capaz de muitas coisas - isso você já sabe. Mas que tal utilizá-lo como um pedal de efeitos para uma guitarra ou transformá-lo em um gravador de áudio profissinal?

Para isso, seria preciso um acessório como o iRig, popular cabo que permite ligar instrumentos musicais no iPhone, iPad ou iPod Touch. O problema é que esse cabo não é vendido aqui no Brasil; uma alternativa é o produto nacional iPlugPlay Pro.

Não há segredos: o conector de som do iPhone, por exemplo, mistura entrada e saída de áudio em um único cabo. O iPlugPlay Pro simplesmente separa esses recursos e oferece uma entrada P10 para instrumentos musicais e uma saída de áudio P2, que pode ser ligada em uma caixa de som para reproduzir o som ou em outro aparelho para gravação.

Apesar de ser algo simples, é extremamente útil, e vale lembrar que isso também se aplica para os MacBooks de gerações mais recentes. Você pode, por exemplo, ligar uma guitarra no seu iPhone e utilizar um aplicativo para aplicar efeitos de distorção, como o Amptude.

Também é possível conectar um microfone profissional e fazer gravações de áudio ou até mesmo vídeos com som de altíssima qualidade - daria até para gravar uma reportagem só com um iPhone. Veja mais sobre o produto, incluindo demonstrações, no vídeo abaixo:

 

Essas são apenas algumas das possibilidades. Com um instrumento musical qualquer, um aplicativo e criatividade, não há limites para os resultados. E se você procura uma alternativa gratuita ao AmpKit, que custa US$ 19,90, tente a versão gratuita do Pocket Amp.

O cabo tem uma boa qualidade e conectores firmes, portanto você não precisa se preocupar com a durabilidade. Com comprimento de aproximadamente 1,7 metro, ele tem um tamanho ideal para trabalhar: nem muito grande e nem muito pequeno.

Esquema mostra como funciona o cabo iPlugPlay Pro

O iPlugPlay Pro é, sem dúvida, um acessório útil se você tem um iPhone, iPad ou iPod Touch e trabalha com áudio ou música. O preço tradicional é de 69,90 reais. Com o desconto de lançamento, o preço fica em 48,90 reais.

Ele pode ser encontrado no site oficial. Lá você também encontra uma lista de compatibilidade e respostas para dúvidas frequentes.

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Uma explosão em uma fábrica da empresa Foxconn no sudoeste da China matou duas pessoas e deixou outras 16 feridas, de acordo com reportagem da agência Reuters, que cita informações do Wall Street Journal. Até o momento, não foi revelada a causa da explosão.

De acordo com a agência, veículos de mídia chineses disseram que a fábrica atingida pela explosão estava ligada a produção do iPad 2, da Apple, que é uma das principais clientes da Foxconn.

Conforme publicamos recentemente, a companhia de Taiwan, que já possui unidades no Brasil, deve aumentar sua participação no País para produzir tablets e smartphones da “maçã”. Atualmente, a Foxconn já produz aparelhos de empresas como Sony e HP para o mercado nacional.

A Foxconn já esteve envolvida em diversas polêmicas, como acusações de condições desumanas de trabalho e de agressão contra funcionários, além de alguns casos de suicídios de trabalhadores.

Segundo a Reuters, as ações da Apple sofreram uma ligeira queda no início da tarde de hoje, 20/5, caindo 0,8% e ficando em US$337,70.

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As próximas versões do iPhone terão suporte para a rede de quarta geração (4G, novo padrão que alcança velocidades maiores para transmissão de dados, com capacidades de até 1Gbps segundo testes recentes) da China Mobile, maior operadora chinesa, um sinal de que a empresa finalmente oferecerá o famoso smartphone para seus cerca de 600 milhões de usuários.

O diretor da operadora, Wang Jianzhou, noticiou o desenvolvimento na última quinta-feira, 19/5, de acordo com uma porta-voz da companhia. Apple e China Mobile chegaram a um acordo sobre o desenvolvimento da Long-Term Evolution (LTE), uma tecnologia 4G que pode permitir que telefones móveis troquem dados a velocidades mais rápidas.

Quando a “maçã” lançar seus iPhones feitos para redes 4G, os aparelhos trarão suporte para a versão da operadora chinesa dessa tecnologia, conhecida como LTE TDD (Time-Division Duplex), disse Wang.

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Acordo com China Mobile permite à Apple oferecer seu produto a cerca de 600 milhões de usuários

A China Mobile discute com a Apple desde 2007 uma possível venda do iPhone no país. Parte dessas conversas girou em torno da tecnologia de terceira geração da operadora, conhecida como TD-SCDMA (Time Dividion Synchronous Code Division Multiple Access). Se a Apple fosse vender um iPhone para uso na China Mobile, a fabricante teria que alterarar os aparelhos para que eles pudessem usar a rede da operadora.

A ausência de um iPhone oficial entre as ofertas de smartphones da China Mobile deu a sua rival Unicom uma vantagem no mercado, segundo especialistas. Atualmente, a Unicom, que possui cerca de 170 milhões de clientes, é a única operadora naquele país a vender oficialmente o telefone da Apple.

A Apple não se manifestou sobre o assunto. No passado, a companhia afirmou que a China, incluindo Hong Kong e Taiwan, é o mercado de crescimento mais rápido para seus iPhones. Mas até o momento não se falou nada sobre quando um iPhone 4G chegaria ao mercado.

A China já começou a realizar testes em grande escala de sua tecnologia 4G LTE TDD. A pesquisa e desenvolvimento do equipamento comercial para as novas redes serão completados em 2012, mas ainda não está claro quando essas redes estarão disponíveis para verdadeiro uso comercial.

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Uma explosão em uma fábrica da empresa Foxconn no sudoeste da China matou duas pessoas e deixou outras 16 feridas, de acordo com reportagem da agência Reuters, que cita informações do Wall Street Journal. Até o momento, não foi revelada a causa da explosão.

De acordo com a agência, veículos de mídia chineses disseram que a fábrica atingida pela explosão estava ligada a produção do iPad 2, da Apple, que é uma das principais clientes da Foxconn.

Conforme publicamos recentemente, a companhia de Taiwan, que já possui unidades no Brasil, deve aumentar sua participação no País para produzir tablets e smartphones da “maçã”. Atualmente, a Foxconn já produz aparelhos de empresas como Sony e HP para o mercado nacional.

A Foxconn já esteve envolvida em diversas polêmicas, como acusações de condições desumanas de trabalho e de agressão contra funcionários, além de alguns casos de suicídios de trabalhadores.

Segundo a Reuters, as ações da Apple sofreram uma ligeira queda no início da tarde de hoje, 20/5, caindo 0,8% e ficando em US$337,70.

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A TIM anunciou que a partir da próxima sexta-feira, 20/5, baixará o preço do iPhone 3GS desbloqueado de 1.499 reais para 999 reais. No entanto, a promoção é válida apenas para o modelo com 8 GB de capacidade de armazenamento, que atualmente custa 49 dólares nos Estados Unidos, com exigência de contrato de dois anos com a AT&T.

Segundo a TIM, esse valor reduzido não está atrelado a qualquer contrato de fidelização e é válido para os planos pós e pré-pagos, podendo ser parcelado em até 12 vezes no cartão de crédito.

“A idéia é facilitar o sonho de consumo de muitos brasileiros, de ter o seu primeiro iPhone”, explica o diretor de marketing consumer da operadora, Roger Solé, lembrando também que agora o aparelho está 800 reais mais barato que o modelo de entrada desbloqueado do iPhone 4 (16 GB), versão mais recente do smartphone da Apple, que chegou ao mercado brasileiro em setembro do ano passado.

Apesar de a promoção começar apenas na sexta nas lojas físicas e online da TIM, os clientes de planos pós-pago da operadora já podem comprar o telefone com desconto pelo canal de televendas da empresa.

Para saber mais sobre o iPhone 3GS, confira nosso review completo do aparelho (lançado em 2009).

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iPhone 3GS: aparelho sai por US$ 49 nos EUA

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Serviço do Vietnã ficou conhecido por divulgar com antecedência produtos como uma nova versão do MacBook

O lançamento do iPhone 4 branco é um dos rumores mais frequentes do mercado. E o curioso é que ele nunca vira realidade. O iPhone 5 já está quase chegando (previsão para junho) e nada da tal versão em outra cor.

Para deixar essa história um pouco mais interessante (afinal, que grande inovação há em mudar a cor de um celular?), um site vietnamita divulgou não apenas imagens do que seria o iPhone branco de 64 GB, mas o aparelho rodando uma suposta nova versão do iOS (versão 5?).

O vídeo com o aparelho foi divulgado pelo site Tinhte, o mesmo responsável pela exibição antecipada de equipamentos como o iPhone 4 e de uma nova versão do MacBook branco.

As imagens mostram uma nova interface para multitarefa, com uma barra de busca Spotlight no alto da tela. Não é possível saber se o aparelho ou mesmo se o software são autênticos, mas os asiáticos têm histórico de exibir equipamentos em primeira mão.

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