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O serviço de vendas de música digitais da Apple, conhecido como iTunes, está prestes a estrear no Brasil. Segundo o iG apurou, grandes varejistas negociam a venda de cartões pré-pagos para comprar músicas por meio da loja virtual da Apple. A venda em lojas como Extra, Fast Shop e Fnac deve começar a partir de outubro.

Com os cartões pré-pagos, os usuários poderão comprar aplicativos, músicas e vídeos legalmente, mesmo sem ter cartão de crédito. Além disso, o pagamento será feito em reais, o que evita problemas com a variação de câmbio do dólar, além do IOF (imposto sobre operações financeiras), cobrado pela empresa de cartão de crédito ao converter o valor de compras realizadas no exterior.

Além de os usuários comprarem os cartões em lojas de varejo, eles também serão vendidos em revendedores "premium" da Apple e na loja virtual oficial da marca. No site da Apple Store brasileira, já existe uma página dedicada aos cartões pré-pagos do iTunes, mas ela ainda está em desenvolvimento. A Apple não confirma a chegada do serviço ao País.

Mercado

Criada em 2001, atualmente a iTunes Store detém mais de 60% do mercado de venda de músicas pela internet nos EUA. Em 2010, o serviço alcançou a marca de 10 bilhões de músicas vendidas.

Nos Estados Unidos, as pessoas podem comprar músicas por meio do iTunes por valores entre US$ 0,69 a US$ 1,29. Ao todo são mais de 14 milhões de músicas e cerca de 2 mil filmes disponíveis para download. Atualmente, para criar uma conta na iTunes Store é preciso ter um cartão de crédito internacional e um endereço nos Estados Unidos ou em um dos países onde o serviço já está disponível.

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A explosão em fábrica de produtos da Apple em Chengdu, na China, na última sexta-feira (20) pode afetar as vendas de iPads, avalia o jornal local "China Daily" na edição desta segunda-feira. Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas. A fábrica onde ocorreu o acidente faz parte da Foxconn, empresa que produz na China iPads e iPhones para a Apple.

"O iPad 2 é totalmente montado na China pela Foxconn. A fábrica de Chengdu representa dois terços da capacidade da Foxconn de produzir iPads", disse ao "China Daily" o analista Tong Bin, da consultoria iResearch, em Shangai. Analistas disseram ao diário que o preço do iPad 2 na China pode subir. A loja online da Apple na China informou ao jornal que vendeu todos os seus novos tablets. O jornal avalia que a explosão, além de prejudicar a produção, pode acentuar a imagem negativa da Foxconn.

No ano passado, 13 funcionários pularam do prédio da companhia em Shenzen; 11 morreram. As causas da explosão ocorrida na última sexta-feira ainda estão sendo investigadas.

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!


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Funcionários da Loja da Apple, na China, e consumidores que tentavam comprar o iPhone 4 e o iPad 2 envolveram-se em agressões, que terminaram com diversos feridos, sendo que quatro necessitaram mesmo de assistência hospitalar. O espaço foi demasiadamente pequeno para tanta procura.

Quatro pessoas necessitaram de assistência hospitalar, após um verdadeiro motim, que ocorreu na loja principal da Apple, na China, quando dezenas de consumidores tentavam comprar o Ipad 2 e o iPhone 4.

A loja de Pequim abriu perante uma imensa multidão, que esperava, há horas, pela oportunidade de comprar o seu Ipad 2. O stock esgotou em poucas horas e a procura superou largamente a oferta, o que não agradou a quem aguardava pacientemente pelo seu exemplar.

Segundo relatos da imprensa local, um funcionário da Apple enfureceu as pessoas, quando tentou fechar o acesso à loja, depois de ter recebido ordens para o fazer. A multidão não aceitou ficar na rua e partiu uma enorme porta de vidro, o que provocou lesões em alguns seguranças, que tentavam fechar essa porta.

“A segurança de nossos colaboradores e clientes é nossa maior prioridade”, explicou a Apple, em comunicado, justificando, assim, a decisão de ter encerrado o acesso ao espaço, que estava sobrelotado.

Os compradores tentaram forçar a entrada na loja, mas foram barrados pelos seguranças. Este episódio espelha – de forma pouco digna, é certo – a enorme popularidade dos produtos da Apple, que está a reforçar a presença na China.

Segundo as perspetivas da empresa, 10 por cento do total de produtos vendidos pela Apple serão comprados por um chinês. Este incidente não deve beliscar a popularidade do Ipad 2  e do iPhone 4...

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A explosão em fábrica de produtos da Apple em Chengdu, na China, na última sexta-feira (20) pode afetar as vendas de iPads, avalia o jornal local "China Daily" na edição desta segunda-feira. Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas. A fábrica onde ocorreu o acidente faz parte da Foxconn, empresa que produz na China iPads e iPhones para a Apple.

"O iPad 2 é totalmente montado na China pela Foxconn. A fábrica de Chengdu representa dois terços da capacidade da Foxconn de produzir iPads", disse ao "China Daily" o analista Tong Bin, da consultoria iResearch, em Shangai. Analistas disseram ao diário que o preço do iPad 2 na China pode subir. A loja online da Apple na China informou ao jornal que vendeu todos os seus novos tablets. O jornal avalia que a explosão, além de prejudicar a produção, pode acentuar a imagem negativa da Foxconn.

No ano passado, 13 funcionários pularam do prédio da companhia em Shenzen; 11 morreram. As causas da explosão ocorrida na última sexta-feira ainda estão sendo investigadas.

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!


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Venda iPad 2 - Lazer Tecnologia

Postado por CONHEÇA OUTROS BLOGS | 09:32 | , , | 0 comentários »

Venda iPad 2. Sim, como foi dito pela equipe Lazer Blogs, ontem mesmo, o novo tablet da Apple terá o início das vendas oficialmente somente amanhã (27). Mas, o “amanhã” começa a partir da meia noite, não? Pois bem, vários lugares já estão preparados para oferecer o aguardado iPad 2 nesta madrugada mesmo.

Fisicamente, somente o shopping Iguatemi (em São Paulo) venderá o aparelho, porém, nas lojas online, tanto Apple Online Store, quanto outras revendoras terão o dispositivo disponível.

Mas, caso você prefira esperar até dia 27 mesmo, todas as Apple Premium Resellers oferecerão o produto logo cedo nos seguintes locais:

Em São Paulo (A2You/ MyStore), Campinas (MyStore), Rio de Janeiro (iTown/ A2You), Curitiba (A2You), Porto Alegre (iPlace), Caxias do Sul (iPlace), Florianópolis (iPlace), Brasília(iPlace), Belo Horizonte (iPlace), Vitória (iTown), Goiânia (iTown), Alphaville (MyStore) e Recife (iTown).

Lembrando que no Brasil o aparelho chegará com as seguintes configurações e preços:

Versões Wi-Fi: R$ 1.649 (16GB Wi-Fi); R$ 1.899 (32GB) e R$ 2.199 (64GB).

Versões Wi-Fi+3G: R$ 2.049 (16GB), R$ 2.299 (32GB) e R$ 2.599 (64GB).

Os acessórios do aparelho são vendidos separadamente pelos preços:

Smart Cover de Poliuretano (qualquer cor)
R$ 150

Smart Cover de Couro (qualquer cor)
R$ 250

Dock para iPad 2
R$ 90

Adaptador de AV Digital Apple (HDMI)
R$ 150

Fonte de Alimentação USB de 10W para iPad Apple
R$ 110

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O serviço de vendas de música digitais da Apple, conhecido como iTunes, está prestes a estrear no Brasil. Segundo o iG apurou, grandes varejistas negociam a venda de cartões pré-pagos para comprar músicas por meio da loja virtual da Apple. A venda em lojas como Extra, Fast Shop e Fnac deve começar a partir de outubro.

Com os cartões pré-pagos, os usuários poderão comprar aplicativos, músicas e vídeos legalmente, mesmo sem ter cartão de crédito. Além disso, o pagamento será feito em reais, o que evita problemas com a variação de câmbio do dólar, além do IOF (imposto sobre operações financeiras), cobrado pela empresa de cartão de crédito ao converter o valor de compras realizadas no exterior.

Além de os usuários comprarem os cartões em lojas de varejo, eles também serão vendidos em revendedores "premium" da Apple e na loja virtual oficial da marca. No site da Apple Store brasileira, já existe uma página dedicada aos cartões pré-pagos do iTunes, mas ela ainda está em desenvolvimento. A Apple não confirma a chegada do serviço ao País.

Mercado

Criada em 2001, atualmente a iTunes Store detém mais de 60% do mercado de venda de músicas pela internet nos EUA. Em 2010, o serviço alcançou a marca de 10 bilhões de músicas vendidas.

Nos Estados Unidos, as pessoas podem comprar músicas por meio do iTunes por valores entre US$ 0,69 a US$ 1,29. Ao todo são mais de 14 milhões de músicas e cerca de 2 mil filmes disponíveis para download. Atualmente, para criar uma conta na iTunes Store é preciso ter um cartão de crédito internacional e um endereço nos Estados Unidos ou em um dos países onde o serviço já está disponível.

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Para muita gente o iPhone 4 branco é o gadget mais desejado que o modelo tradicional. E com a demora no seu lançamento, essas pessoas ficaram muito ansiosas. Ainda mais depois que o aparelho começou a ser vendido em 27 países em abril, e não havia qualquer previsão de sua chegada por aqui. Se você é uma dessas pessoas a boa notícia é que a espera chegou ao fim. Pelo menos para os moradores de São Paulo, onde algumas lojas da Vivo já têm iPhones 4 brancos para vender.

A previsão é que o iPhone 4 branco comece a chegar também para os clientes da operadora TIM nos próximos dias. Por sua vez a Claro informou que receberá os novos iPhone 4 dentro de 15 dias. Já a operadora Oi ainda não tem previsão de começar a vender os aparelhos. Voltando à Vivo, as lojas da operadora em outros estados devem começar a vender a versão branca do iPhone 4 ainda este mês. Na Vivo os preços não mudam em comparação com o iPhone 4 tradicional, preto. O modelo mais barato é o de 16 GB que sai por 1.800 reais; o mais caro, o de 32 GB, custa 2100 reais.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: Uol

Brasil, iPhone, iPhone 4 branco, Vendas

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A participação da Apple ainda é pequena nesse setor, mas as vendas de computadores da empresa para o mercado corporativo ganhou fôlego. No último trimestre fiscal (encerrado em março),  segundo o analista da consultoria Needham & Company, Charlie Wolf, o crescimento da empresa de Steve Jobs nessa área foi de 66%, o melhor resultado desde 1997.

Em entrevista ao site Apple Insider, o analista afirma que os Macs têm 3% de participação nesse mercado. No trimestre, as vendas para empresas de grande porte cresceram nada menos que 94,7%. Para o setor conhecido como governo, as vendas tiveram ritmo ainda maior, com alta de 155,6%, enquanto o setor de PCs subiu apenas 2,3% nessa área.

E o que está guiando esse crescimento? Em uma palavra: iPad, O tablet tem se infiltrado no ambiente corporativo desde o seu lançamento, em 2010. Os executivos, inicialmente, levavam seus equipamentos pessoais para o escritório, e passaram a influenciar na compra do tablet para a corporação.

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No primeiro trimestre deste ano foram vendidos 427,8 milhões de dispositivos móveis de comunicação para usuários finais, diz o Gartner --um aumento de 19% em relação ao mesmo período de 2010.

Desses aparelhos, 23,6% são smartphones -segmento que viu um expressivo aumento de 85% no número de unidades vendidas, alcançando quase 100,8 milhões no primeiro trimestre de 2011.

A venda de smartphones poderia ser ainda maior, mas o Gartner acredita que alguns consumidores decidiram esperar pelo lançamento de aparelhos mais sofisticados que foram anunciados justamente durante o período da pesquisa.

Fabricantes

No mercado de celulares em geral, a líder Nokia continua a perder terreno -teve queda tanto no número absoluto de unidades vendidas (107,6 milhões contra 110,1 milhões) quanto em fração do mercado (25,1% contra 30,6%). A Samsung, segunda colocada, cresceu em número de vendas, mas perdeu participação.

Apple (quarta colocada), ZTE (sexta) e HTC (sétima) tiveram aumento tanto no número de unidades vendidas quanto em fração do mercado. A primeira vendeu cerca de 16,9 milhões de celulares iPhone no primeiro trimestre deste ano (contra 8,3 milhões no mesmo período de 2010) e aumentou sua participação de 2,3% para 3,9%.

Plataformas

Entre os smartphones, o plataforma líder é o Android, que equipa cerca de 36,3 milhões ou 36% das unidades vendidas -há um ano, estava na quarta colocação, com participação de 9,6%.

Em segundo vem o ex-líder Symbian, que caiu de 44% para 27,4% do mercado, seguido pelo iOS (que cresceu de 15,3% para 16,8%) e o BlackBerry (que caiu de 19,7% para 12,9%).

A Microsoft viu sua participação diminuir de 4,4% para 3,3%. Dos 3,7 milhões de smartphones vendidos com um sistema da empresa, apenas 1,6 milhão tinham Windows Phone.

O Gartner lembra que a grande notícia do primeiro trimestre de 2011 no mercado de smartphones foi a aliança estratégica entre Nokia e Microsoft, dois gigantes que têm perdido terreno e lutam para se recuperar.

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Funcionários da Loja da Apple, na China, e consumidores que tentavam comprar o iPhone 4 e o iPad 2 envolveram-se em agressões, que terminaram com diversos feridos, sendo que quatro necessitaram mesmo de assistência hospitalar. O espaço foi demasiadamente pequeno para tanta procura.

Quatro pessoas necessitaram de assistência hospitalar, após um verdadeiro motim, que ocorreu na loja principal da Apple, na China, quando dezenas de consumidores tentavam comprar o Ipad 2 e o iPhone 4.

A loja de Pequim abriu perante uma imensa multidão, que esperava, há horas, pela oportunidade de comprar o seu Ipad 2. O stock esgotou em poucas horas e a procura superou largamente a oferta, o que não agradou a quem aguardava pacientemente pelo seu exemplar.

Segundo relatos da imprensa local, um funcionário da Apple enfureceu as pessoas, quando tentou fechar o acesso à loja, depois de ter recebido ordens para o fazer. A multidão não aceitou ficar na rua e partiu uma enorme porta de vidro, o que provocou lesões em alguns seguranças, que tentavam fechar essa porta.

“A segurança de nossos colaboradores e clientes é nossa maior prioridade”, explicou a Apple, em comunicado, justificando, assim, a decisão de ter encerrado o acesso ao espaço, que estava sobrelotado.

Os compradores tentaram forçar a entrada na loja, mas foram barrados pelos seguranças. Este episódio espelha – de forma pouco digna, é certo – a enorme popularidade dos produtos da Apple, que está a reforçar a presença na China.

Segundo as perspetivas da empresa, 10 por cento do total de produtos vendidos pela Apple serão comprados por um chinês. Este incidente não deve beliscar a popularidade do Ipad 2  e do iPhone 4...

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Publicada em 12/05/2011 ?s 23h55m

O Globo Desenho produzido pelo iFlow em protesto contra a pol?tica da Apple

RIO - As novas regras da Apple para a comercializa??o de conte?do para dispositivos como iPhone e iPad levou uma empresa de aplicativos a fechar.

Em nota divulgada nesta quinta-feira, a companhia que faz o aplicativo de venda de e-books iFlow , por exemplo, anuncia que vai encerrar as opera??es em 31 de maio. A firma alega que o neg?cio tornou-se economicamente invi?vel depois que a Apple decidiu, em fevereiro, que as empresas teriam que pagar a ela 30% da receita obtida com a venda de conte?do via aplicativos para iOS, sistema de iPhone e iPad.

RESIST?NCIA: 'Financial Times' resiste ao controle da Apple sobre relacionamento com leitores

Segundo o site Cnet, a Apple imp?s prazo at? 30 de junho para que todas as desenvolvedoras de aplicativos de conte?dos alterassem seus produtos para respeitar as novas regras. Anteriormente, esses apps remetiam os consumidores para sites da web de modo a burlar a restri??o. Mas, a partir de julho, a Apple exigir? que o conte?do seja comercializado exclusivamente por meio do aplicativo.

Screenshots do iFlow

Com isso, a Apple deseja obter vantagem competitiva para o seu aplicativo iBook, que acaba concorrendo, no pr?prio iPad, com gigantes como Amazon (do e-reader Kindle). Ou seja, a empresa de Steve Jobs mirou nos grandes, mas acertou primeiro os pequenos:

"N?s n?o queremos fazer isso de forma alguma, mas a Apple tornou imposs?vel para qualquer um al?m deles conseguir lucrar vendendo e-books em aparelhos com iOS. N?s n?o podemos sobreviver vendendo livros tendo preju?zo e, por isso, fomos for?ados a fechar as portas. N?s apostamos tudo na Apple e no iOS, mas ,ent?o, a Apple nos matou ao mudar as regras no meio do jogo", escreveu a empresa do iFlow.

Assine O Globo e receba todo o conte?do do jornal na sua casa Esta reportagem n?o recebe mais coment?rios.


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Funcionários da Loja da Apple, na China, e consumidores que tentavam comprar o iPhone 4 e o iPad 2 envolveram-se em agressões, que terminaram com diversos feridos, sendo que quatro necessitaram mesmo de assistência hospitalar. O espaço foi demasiadamente pequeno para tanta procura.

Quatro pessoas necessitaram de assistência hospitalar, após um verdadeiro motim, que ocorreu na loja principal da Apple, na China, quando dezenas de consumidores tentavam comprar o Ipad 2 e o iPhone 4.

A loja de Pequim abriu perante uma imensa multidão, que esperava, há horas, pela oportunidade de comprar o seu Ipad 2. O stock esgotou em poucas horas e a procura superou largamente a oferta, o que não agradou a quem aguardava pacientemente pelo seu exemplar.

Segundo relatos da imprensa local, um funcionário da Apple enfureceu as pessoas, quando tentou fechar o acesso à loja, depois de ter recebido ordens para o fazer. A multidão não aceitou ficar na rua e partiu uma enorme porta de vidro, o que provocou lesões em alguns seguranças, que tentavam fechar essa porta.

“A segurança de nossos colaboradores e clientes é nossa maior prioridade”, explicou a Apple, em comunicado, justificando, assim, a decisão de ter encerrado o acesso ao espaço, que estava sobrelotado.

Os compradores tentaram forçar a entrada na loja, mas foram barrados pelos seguranças. Este episódio espelha – de forma pouco digna, é certo – a enorme popularidade dos produtos da Apple, que está a reforçar a presença na China.

Segundo as perspetivas da empresa, 10 por cento do total de produtos vendidos pela Apple serão comprados por um chinês. Este incidente não deve beliscar a popularidade do Ipad 2  e do iPhone 4...

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Lojas da Apple em Pequim, na China, foram palco de brigas entre funcionários de revendas da Apple e consumidores, que tentavam comprar o iPhone 4 e o iPad 2, lançados nos dias 28/4 e 6/5, respectivamente.

O site MyChinaViews informou que um dia após o lançamento da segunda geração do tablet da Apple, a Sanlitun, revendendora da companhia norte-americana, foi forçada a fechar as portas temporariamente no sábado (7/5) depois de um conflito violento entre os chamados cambistas e funcionários da loja. Esses cambistas compram o iPad 2 e revendem o aparelho por um preço maior em regiões nas  quais o tablet está indisponível ou ainda não chegou.

Entretanto,  de acordo com informações da agência EFE, a confusão teria começado por causa de pessoas que tentaram furar a fila, deixando duas pessoas feridas. A agência afirma que  um homem “estrangeiro, com uniforme da Apple teria usado um pedaço de pau e punhos”, para agredir aqueles que tentavam tomar lugar de outros clientes na fila, o que teria quebrado uma das portas de vidro da loja.

chinaipadpancadaria.jpg
Compradores chineses forçaram entrada e feriram um funcionário da loja


A Apple afirmou em nota que a loja teve que permanecer fechada para proteger funcionários e clientes, e impedir que o grupo que estava causando o tumulto entrasse. “A segurança de nossos colaboradores e clientes é nossa maior prioridade”, afirmou a companhia. Outro incidente, desta vez envolvendo a venda do iPhone 4 branco, lançado há pouco tempo no país, teria sido o estopim para os conflitos deste sábado.

De acordo com informações de uma testemunha, um homem que teria tentado furar a fila três vezes foi dominado pelos seguranças da loja e levado para fora, o que teria motivado os funcionários a fecharem as portas.

Um grupo de pessoas, então, ficou irritado e começou a forçar a entrada pela porta de vidro, que acabou quebrando, ferindo um funcionário da loja. Nesta segunda-feira (9/5), porém, o clima foi mais tranquilo, com um número reduzido de pessoas na fila e a porta da loja devidamente reparada.

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Lojas da Apple em Pequim, na China, foram palco de brigas entre funcionários de revendas da Apple e consumidores, que tentavam comprar o iPhone 4 e o iPad 2, lançados nos dias 28/4 e 6/5, respectivamente.

O site MyChinaViews informou que um dia após o lançamento da segunda geração do tablet da Apple, a Sanlitun, revendendora da companhia norte-americana, foi forçada a fechar as portas temporariamente no sábado (7/5) depois de um conflito violento entre os chamados cambistas e funcionários da loja. Esses cambistas compram o iPad 2 e revendem o aparelho por um preço maior em regiões nas  quais o tablet está indisponível ou ainda não chegou.

Entretanto,  de acordo com informações da agência EFE, a confusão teria começado por causa de pessoas que tentaram furar a fila, deixando duas pessoas feridas. A agência afirma que  um homem “estrangeiro, com uniforme da Apple teria usado um pedaço de pau e punhos”, para agredir aqueles que tentavam tomar lugar de outros clientes na fila, o que teria quebrado uma das portas de vidro da loja.

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Compradores chineses forçaram entrada e feriram um funcionário da loja


A Apple afirmou em nota que a loja teve que permanecer fechada para proteger funcionários e clientes, e impedir que o grupo que estava causando o tumulto entrasse. “A segurança de nossos colaboradores e clientes é nossa maior prioridade”, afirmou a companhia. Outro incidente, desta vez envolvendo a venda do iPhone 4 branco, lançado há pouco tempo no país, teria sido o estopim para os conflitos deste sábado.

De acordo com informações de uma testemunha, um homem que teria tentado furar a fila três vezes foi dominado pelos seguranças da loja e levado para fora, o que teria motivado os funcionários a fecharem as portas.

Um grupo de pessoas, então, ficou irritado e começou a forçar a entrada pela porta de vidro, que acabou quebrando, ferindo um funcionário da loja. Nesta segunda-feira (9/5), porém, o clima foi mais tranquilo, com um número reduzido de pessoas na fila e a porta da loja devidamente reparada.

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