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A explosão em fábrica de produtos da Apple em Chengdu, na China, na última sexta-feira (20) pode afetar as vendas de iPads, avalia o jornal local "China Daily" na edição desta segunda-feira. Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas. A fábrica onde ocorreu o acidente faz parte da Foxconn, empresa que produz na China iPads e iPhones para a Apple.

"O iPad 2 é totalmente montado na China pela Foxconn. A fábrica de Chengdu representa dois terços da capacidade da Foxconn de produzir iPads", disse ao "China Daily" o analista Tong Bin, da consultoria iResearch, em Shangai. Analistas disseram ao diário que o preço do iPad 2 na China pode subir. A loja online da Apple na China informou ao jornal que vendeu todos os seus novos tablets. O jornal avalia que a explosão, além de prejudicar a produção, pode acentuar a imagem negativa da Foxconn.

No ano passado, 13 funcionários pularam do prédio da companhia em Shenzen; 11 morreram. As causas da explosão ocorrida na última sexta-feira ainda estão sendo investigadas.

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!


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A explosão em fábrica de produtos da Apple em Chengdu, na China, na última sexta-feira (20) pode afetar as vendas de iPads, avalia o jornal local "China Daily" na edição desta segunda-feira. Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas. A fábrica onde ocorreu o acidente faz parte da Foxconn, empresa que produz na China iPads e iPhones para a Apple.

"O iPad 2 é totalmente montado na China pela Foxconn. A fábrica de Chengdu representa dois terços da capacidade da Foxconn de produzir iPads", disse ao "China Daily" o analista Tong Bin, da consultoria iResearch, em Shangai. Analistas disseram ao diário que o preço do iPad 2 na China pode subir. A loja online da Apple na China informou ao jornal que vendeu todos os seus novos tablets. O jornal avalia que a explosão, além de prejudicar a produção, pode acentuar a imagem negativa da Foxconn.

No ano passado, 13 funcionários pularam do prédio da companhia em Shenzen; 11 morreram. As causas da explosão ocorrida na última sexta-feira ainda estão sendo investigadas.

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A maior fabricante terceirizada de eletrônicos do mundo, a taiwanesa Foxconn, enfrenta o agravamento de sua crise de imagem após a explosão que matou três funcionários e feriu outros 15 em sua fábrica em Chengdu, no sul da China, na sexta-feira. A empresa, conhecida internacionalmente pela produção de equipamentos para a Apple, como o iPhone e o iPad, já havia enfrentado no ano passado uma onda de suicídios de trabalhadores, levantando questionamentos sobre segurança e adequação das condições de trabalho.

Funcionários da empresa chinesa Foxconn protestam por melhores condições de trabalho

A Foxconn, que além da Apple tem entre seus clientes empresas como Sony, Dell, Nokia e HP, emprega 1 milhão de trabalhadores na China e tem uma receita anual estimada em US$ 80 bilhões. Recentemente, durante a visita da presidente Dilma Rousseff à China, a empresa anunciou um investimento de R$ 18,9 bilhões para a abertura de uma fábrica no Brasil para a produção de telas para celulares e iPads.

Explosão

O acidente ocorrido na sexta-feira em Chengdu ainda está sob investigação, mas as indicações iniciais apontam para a explosão de um pó combustível usado durante o processo de polimento de peças. A empresa interrompeu todas as suas linhas de montagem que realizam o processo de polimento até que o caso seja esclarecido.

O caso levou ainda o governo chinês a ordenar à Foxconn e a outras companhias taiwanesas que operam no país que garantissem a segurança de seus trabalhadores. A empresa nega que seus funcionários enfrentem condições precárias e afirma que trabalha junto com o governo para garantir a segurança dos funcionários.

Para Thomas Dinges, consultor-sênior da IHS iSuppli, uma das maiores empresas de pesquisa em tecnologia do mundo, o acidente de sexta-feira “não transforma o iPad produzido no local na nova versão do 'diamante de sangue' africano (diamantes produzidos em áreas de conflito e cuja venda foi proibida), mas agrava a crise da imagem da empresa com os consumidores".

“Os problemas com as condições de trabalho na empresa voltaram à cabeça de todo mundo, refrescando a memória fresca dos suicídios”, afirma.

Em menos de um ano, até maio do ano passado, 11 funcionários da Foxconn se suicidaram saltando do alto de prédios da fábrica, principalmente em Shenzhen, no sul do país, onde estão concentrados metade de seus funcionários. Os motivos dos suicídios estariam ligados à longa jornada de trabalho, aos salários baixos, à falta de um ambiente social e à natureza excessivamente repetitiva do trabalho nas linhas de produção.

Contrato

No ano passado, Apple e HP disseram que trabalhariam junto à gigante taiwanesa para resolver o “problema”. “É quase impossível que tais acontecimentos façam a Apple cortar suas relações com a Foxconn”, diz Dinges, explicando que ambas as empresas investiram muito tempo e recursos na parceria.

A fábrica de Chengdu conta com 100 mil funcionários e é responsável pela fabricação exclusiva de produtos da Apple.

No dia 7 de maio deste ano, manifestações foram organizadas em Hong Kong por estudantes locais e da China continental para protestar contra a conduta da Foxconn como empregadora. Os participantes vestiam uniformes da companhia e mostravam cópias gigantes de iPads cobertas de sangue e com o símbolo da caveira que alerta para perigo químico.

Os atos ocorreram depois que a empresa de Steve Jobs lançou a versão branca do iPad em frente a uma das maiores revendedoras do produto na ilha.

Condições alarmantes

Duas semanas antes da explosão em Chengdu, a Associação de Estudantes e Professores Contra Má Conduta Coorporativa (Sacom, na sigla em inglês), com base em Hong Kong, lançou um estudo sobre três fábricas da Foxconn na China continental. O documento indicava que as condições de trabalho na unidade localizada em Chengdu, na província de Sichuan, eram comparativamente “alarmantes”.

“A Foxconn é uma das maiores empresas do mundo e produz para companhias que figuram entre as mais prestigiosas do mundo. Sempre haverá estudos sendo realizados sobre a gigante taiwanesa e é difícil afirmar quão exatos ou premonitórios eles são”, pondera Dinges, que entende a liberação da pesquisa pela Sacom e a explosão em Sichuan como uma coincidência infeliz.

Na China continental, a Foxconn conta com pouca simpatia dos locais. Desde que os suicídios foram reportados, usuários da internet debatem a falta de controle do governo sobre as empresas e o modelo de produção industrial do país, que possibilitou a grande virada econômica da China.

Funcionários da Foxconn saíram em defesa de seus empregadores no campus da fábrica de Shenzhen em agosto de 2010, porém sem muito sucesso.

Fotos dos manifestantes segurando placas de apoio à empresa e de Terry Guo, presidente do grupo, postadas na internet foram criticadas por usuários; outros questionaram a veracidade do protesto ao dizer que as mulheres participantes pareciam modelos. Críticas feitas à Apple foram raras.

A Foxconn não comenta as acusações específicas sobre as condições de trabalho em suas fábricas, mas afirma trabalhar para garantir o bem estar e a segurança dos funcionários. “Temos um comprometimento com o governo para fazer todo o possível para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores da Foxconn”, afirma um comunicado da companhia.

Prateleiras vazias

Dinges aponta que, mesmo que a ideia de consumo consciente esteja se alastrando, as prateleiras das lojas da Apple esvaziam rapidamente. “A ligação da imagem do produto à sua cadeia industrial, neste caso problemática, leva muito tempo para ser formada”, afirma.

Apesar dos problemas enfrentados pela Foxconn, o lançamento em Pequim do iPad 2 criou tumulto e longas filas em frente à loja da marca na capital chinesa, que hoje oferece o maior retorno financeiro à Apple no mundo.

Para o especialista da iSuppli, enquanto a explosão em Chengdu não for comprovadamente um caso de negligência, seus efeitos ficarão apenas no imaginário social como um novo agravante à imagem da Foxconn. “A principal e mais imediata consequência do acidente deverá ser o questionamento mais severo por países que sejam destino dos investimentos da companhia, como é o caso do Brasil”, diz.

A Foxconn disse que já analisava havia vários anos a possibilidade de se instalar no Brasil. A empresa deve se beneficiar da medida provisória publicada na última semana pelo governo brasileiro para isenção fiscal na fabricação de tablets como os iPads no país, barateando o custo de produção em mais de 30%.

A medida foi tomada em resposta às exigências da companhia para se instalar no país. O governo brasileiro, por sua vez, exigiu que a mão de obra contratada seja majoritariamente brasileira e que haja transferência de tecnologia.

O ministro da Ciência e da Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que 12 empresas já demonstraram interesse em produzir tablets no Brasil e que um investimento do tamanho do da Foxconn pode gerar até 100 mil empregos, diretos e indiretos.

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Uma explosão em uma fábrica da empresa Foxconn no sudoeste da China matou duas pessoas e deixou outras 16 feridas, de acordo com reportagem da agência Reuters, que cita informações do Wall Street Journal. Até o momento, não foi revelada a causa da explosão.

De acordo com a agência, veículos de mídia chineses disseram que a fábrica atingida pela explosão estava ligada a produção do iPad 2, da Apple, que é uma das principais clientes da Foxconn.

Conforme publicamos recentemente, a companhia de Taiwan, que já possui unidades no Brasil, deve aumentar sua participação no País para produzir tablets e smartphones da “maçã”. Atualmente, a Foxconn já produz aparelhos de empresas como Sony e HP para o mercado nacional.

A Foxconn já esteve envolvida em diversas polêmicas, como acusações de condições desumanas de trabalho e de agressão contra funcionários, além de alguns casos de suicídios de trabalhadores.

Segundo a Reuters, as ações da Apple sofreram uma ligeira queda no início da tarde de hoje, 20/5, caindo 0,8% e ficando em US$337,70.

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Uma explosão em uma fábrica da empresa Foxconn no sudoeste da China matou duas pessoas e deixou outras 16 feridas, de acordo com reportagem da agência Reuters, que cita informações do Wall Street Journal. Até o momento, não foi revelada a causa da explosão.

De acordo com a agência, veículos de mídia chineses disseram que a fábrica atingida pela explosão estava ligada a produção do iPad 2, da Apple, que é uma das principais clientes da Foxconn.

Conforme publicamos recentemente, a companhia de Taiwan, que já possui unidades no Brasil, deve aumentar sua participação no País para produzir tablets e smartphones da “maçã”. Atualmente, a Foxconn já produz aparelhos de empresas como Sony e HP para o mercado nacional.

A Foxconn já esteve envolvida em diversas polêmicas, como acusações de condições desumanas de trabalho e de agressão contra funcionários, além de alguns casos de suicídios de trabalhadores.

Segundo a Reuters, as ações da Apple sofreram uma ligeira queda no início da tarde de hoje, 20/5, caindo 0,8% e ficando em US$337,70.

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Ag?ncia BOM DIA

O governo federal planeja baixar nesta segunda-feira (16) uma MP (Medida Provis?ria) para enquadrar os tablets na mesma categoria tribut?ria de laptops e netbooks, e viabilizar a instala??o de uma f?brica da Apple em Jundia?.

Na semana passada, em entrevista ao BOM DIA, o ministro de Ci?ncia e Tecnologia, Alo?zio Mercadante, afirmou que a mudan?a na tarifa??o vai beneficiar outras ind?strias tamb?m, como a jundiaiense Itautec, outra que planeja lan?ar seu tablet este ano.

De acordo com a revista ?Isto ? Dinheiro?, a MP enquadra os tablets no PPB (Processo Produtivo B?sico), regime especial que concede redu??o de impostos para eletr?nicos fabricados no pa?s.

A nova classifica??o tribut?ria isentar? os tablets de PIS/Cofins, o Imposto de Importa??o ser? de 10% para componentes importados (no caso dos iPads, da Apple, os componentes para a montagem em Jundia? s?o todos da China), a al?quota de IPI ser? de 3% e a de ICMS, 12%.

A queda no pre?o final do equipamento produzido em Jundia? dever? chegar a 30%

Al?m dos tributos federais, a taiwanesa Foxconn, que ser? respons?vel pela montagem dos equipamentos em Junda?, negocia redu??o de ICMS junto ao governo do Estado e de tributos municipais com a prefeitura, como IPTU, ISS e ITBI (para o registro imobili?rio da nova f?brica).

Na ?ltima sexta-feira, o prefeito Miguel Haddad, os secret?rios Ari Castro Nunes Filho (Desenvolvimento Econ?mico), Jos? Ant?nio Parimoschi (Finan?as) e Gustavo Leopoldo Caserta Maryssael de Campos (Neg?cios Jur?dicos) conversaram com executivos da Foxconn para negociar a instala??o da f?brica ? segundo apurou o BOM DIA, a empresa est? entre tr?s e quatro ?reas e teria mostrado interesse em um galp?o no Distrito Industrial, pr?ximo ? Parmalat.

Parceria quer pressa para a produ??o
O governo federal muda a tarifa??o dos tablets a toque de caixa em virtude de press?o feita pela parceria Foxconn/Apple. As empresas pretendem come?ar a montar os produtos em julho. H? cerca de duas semanas os componentes come?aram a ser armazenados em galp?es alugados pela marca norte-americana na rodovia Hermenegildo Tonolli, no Distrito Industrial. Segundo o ministro Mercadante disse ao BOM DIA, a ministra Dilma Rousseff ir? inaugurar a f?brica. O an?ncio oficial deve ser feito ainda este m?s pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo prefeito Miguel Haddad.

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Ag?ncia BOM DIA

O governo federal planeja baixar nesta segunda-feira (16) uma MP (Medida Provis?ria) para enquadrar os tablets na mesma categoria tribut?ria de laptops e netbooks, e viabilizar a instala??o de uma f?brica da Apple em Jundia?.

Na semana passada, em entrevista ao BOM DIA, o ministro de Ci?ncia e Tecnologia, Alo?zio Mercadante, afirmou que a mudan?a na tarifa??o vai beneficiar outras ind?strias tamb?m, como a jundiaiense Itautec, outra que planeja lan?ar seu tablet este ano.

De acordo com a revista ?Isto ? Dinheiro?, a MP enquadra os tablets no PPB (Processo Produtivo B?sico), regime especial que concede redu??o de impostos para eletr?nicos fabricados no pa?s.

A nova classifica??o tribut?ria isentar? os tablets de PIS/Cofins, o Imposto de Importa??o ser? de 10% para componentes importados (no caso dos iPads, da Apple, os componentes para a montagem em Jundia? s?o todos da China), a al?quota de IPI ser? de 3% e a de ICMS, 12%.

A queda no pre?o final do equipamento produzido em Jundia? dever? chegar a 30%

Al?m dos tributos federais, a taiwanesa Foxconn, que ser? respons?vel pela montagem dos equipamentos em Junda?, negocia redu??o de ICMS junto ao governo do Estado e de tributos municipais com a prefeitura, como IPTU, ISS e ITBI (para o registro imobili?rio da nova f?brica).

Na ?ltima sexta-feira, o prefeito Miguel Haddad, os secret?rios Ari Castro Nunes Filho (Desenvolvimento Econ?mico), Jos? Ant?nio Parimoschi (Finan?as) e Gustavo Leopoldo Caserta Maryssael de Campos (Neg?cios Jur?dicos) conversaram com executivos da Foxconn para negociar a instala??o da f?brica ? segundo apurou o BOM DIA, a empresa est? entre tr?s e quatro ?reas e teria mostrado interesse em um galp?o no Distrito Industrial, pr?ximo ? Parmalat.

Parceria quer pressa para a produ??o
O governo federal muda a tarifa??o dos tablets a toque de caixa em virtude de press?o feita pela parceria Foxconn/Apple. As empresas pretendem come?ar a montar os produtos em julho. H? cerca de duas semanas os componentes come?aram a ser armazenados em galp?es alugados pela marca norte-americana na rodovia Hermenegildo Tonolli, no Distrito Industrial. Segundo o ministro Mercadante disse ao BOM DIA, a ministra Dilma Rousseff ir? inaugurar a f?brica. O an?ncio oficial deve ser feito ainda este m?s pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo prefeito Miguel Haddad.

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A gigante taiwanesa do setor de tecnologia vai produzir no país iPod, iPad e iPhone, entre outros produtos da Apple

“Já estamos em contato com os representantes da empresa”, diz Ricardo Barros

Uma reunião realizada ontem definiu que Maringá e Londrina irão se unir para entrar na disputa pela instalação da nova unidade da Foxconn no Brasil, onde serão investidos 12 bilhões de dólares e gerados 100 mil empregos. A gigante taiwanesa do setor de tecnologia vai produzir no país iPod, iPad e iPhone, entre outros produtos da Apple.

“Vamos formar um grupo de trabalho, liderado pela Agência Terra Roxa, que vai preparar uma apresentação para ser feita aos interlocutores da Foxconn, com os quais já estamos em contato. Eles prometeram ouvir a proposta do Paraná em 30 dias”, adianta o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros.

A reunião foi realizada ontem, no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, reunindo Ricardo Barros, o prefeito Silvio Barros, o vice-prefeito de Londrina, José Ribeiro, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Londrina (Acil), Nivaldo Benvenho, o vice-presidente da associação maringaense (Acim), Wilson Matos Filho, o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Gustavo Lopes, e representantes dos conselhos de desenvolvimento econômico das duas cidades, além da presidente da Sociedade Rural de Maringá, Maria Iraclézia Araújo.

Embora outras regiões do Estado também possam se articular para apresentar uma proposta, para o secretário Ricardo Barros Maringá e Londrina saem na frente, pois têm condições de oferecer o que a empresa está pedindo, como a mão-de-obra qualificada, uma vez que a região é polo universitário.

“Um dos fatores interessantes é que Londrina e Maringá decidem se unir para oferecer este espaço de negócio como alternativa, e não mais agindo separadamente. Isso certamente vai influenciar na decisão de muitos empresários para este e outros projetos”, frisa Barros.
Para o presidente da Sociedade Rural paranaense, é preciso esquecer as rivalidades que existem entre as duas cidades e buscar a união. “Juntos teremos condições de brigar por investimentos desta ordem”, frisa.

Da reunião, ficou acertado que quem tem condições de preparar a apresentação é a empresa de desenvolvimento Terra Roxa, criada para a finalidade de trabalhar políticas de desenvolvimento regional. Irão trabalhar em conjunto também os conselhos de desenvolvimento econômico das duas cidades – Codem e Codel.

Para o prefeito Silvio Barros, a instalação de empresas de alta tecnologia no eixo Maringá-Londrina beneficiaria toda a região. Por isso, ele defendeu a ação rápida e em conjunto, atendendo às especificações da empresa.

O investimento da Foxconn, que já possui uma fábrica em Jundiaí (SP), será o maior realizado no país e na América Latina. Por isso, outras cidades e Estados também entraram na disputa.

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Em abril, o dono da empresa Terry Gou, comunicou à presidente Dilma Rousseff a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil em um projeto de cinco anos.

A empresa tem cinco fábricas e emprega 5,7 mil pessoas no Brasil, onde já investiu US$ 700 milhões. Com o investimento, a fábrica deve criar 100 mil empregos diretos, dos quais 20 mil vagas para engenheiros.

Fundada em 1974, em Taiwan, a empresa Foxconn é a maior fabricante de componentes eletrônicos e de computador no mundo. Entre os produtos mais famosos estão iPod, iPad e iPhone da Apple, PlayStation 2 e PlayStation 3 da Sony, Wii do Nintendo, Xbox 360 da Microsoft. Além disso, são produzidos telefones celulares da Motorola e componentes para Intel, Dell e Hewlett-Packard.

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