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Software antivírus para Mac detecta pragas que não existem para assustar o usuário (Foto: Reprodução)Software antivírus para Mac detecta pragas que não
existem, para assustar o usuário (Foto: Reprodução)

O mecanismo antivírus atualizado para remover a praga Mac Defender de computadores da Apple já precisou ser atualizado. Depois que a Apple adicionou proteção contra a praga e o Mac OS X passou a detectar o vírus, os criadores do software modificaram o vírus, escapando da proteção da Apple. Com um recurso de atualização diária, a Apple já adicionou o código malicioso modificado no mecanismo de proteção do sistema.

Os antivírus falsos para Mac OS X estão sendo disseminados por pesquisas falsas em mecanismos de busca, principalmente o Google Imagens, segundo os pesquisadores antivírus. Eles funcionam da mesma forma que as versões existentes para Windows: uma vez instalados, exibem alertas dizendo que o sistema estaria infectado e convida o usuário a adquirir o produto. Os alertas exibidos são falsos, porém, o produto não tem qualquer funcionalidade antivírus verdadeira.

A Apple atualizou o mecanismo de proteção do Snow Leopard para remover e detectar diversas versões dos antivírus falsos para Mac, mas uma disputa entre os criadores de vírus e a Apple pode ter começado.

Ao contrário dos antivírus para Windows, o recurso existente no Mac OS X é bastante rudimentar e consegue apenas detectar um arquivo especificamente marcado como malicioso. No Windows, os programas de proteção conseguem ter detecções genéricas que detectam várias pragas semelhantes.

No sistema da Microsoft, onde vírus de computador e antivírus “brigam” há anos, criadores de pragas digitais desenvolveram um recurso que permite o envio de um arquivo diferente cada vez que um código malicioso é baixado. Um recurso como esse iria inviabilizar a proteção atualmente oferecida pela Apple. No entanto, os vírus de Mac também ainda estão bastante simples.

Mac Defender mostra alertas no computador do usuário (Foto: Reprodução/Intego)Mac Defender mostra alertas no computador do usuário (Foto: Reprodução/Intego)

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O desempenho da economia no primeiro trimestre deste ano divulgado pelo IBGE não foi nenhuma supressa para Paulo Skaf, presidente da federação paulista da indústria, a Fiesp.  Para os próximos trimestres de 2011, Skaf espera um crescimento menor do PIB, chegando ao final do ano em torno de 4%. “Até agora a indústria vinha puxando o crescimento do país. Para frente a perspectiva não é boa”, alerta.

Considerando o crescimento da indústria, a perspectiva do presidente da Fiesp é pior. “Se o PIB brasileiro vai crescer perto de 4% este ano, o da indústria vai crescer 3%. Tudo isso por causa da inundação de importações no país, que estão roubando a nossa competitividade”. A entidade projeta crescimento de 0,8% do PIB ao trimestre até o final do ano.

Skaf continua apontando os juros altos e o real super valorizado como os grandes vilões da indústria. “É hora de se dar uma solução imediata para recuperar a competitividade da indústria brasileira. A começar pela desoneração da folha de pagamento da indústria, que o governo vem prometendo fazer”, argumenta.

Pelas contas de Paulo Skaf, o governo deixaria de arrecadar R$ 18 bilhões se reduzir a carga tributária sobre os salários da indústria. “É preciso começar pela indústria que é hoje o ‘filho doente’ do país. Depois estende a outros setores. Essa é a solução menos difícil a se tomar. Porque mexer nos juros, ou no câmbio flutuante é mais difícil”, avalia.

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Header Tira-Dúvidas Tecnologia Ronaldo Prass VALE ESTE (Foto: Editoria de Arte/G1)O FaceTime é um recurso de vídeo chamadas que usa uma conexão Wi-Fi (Foto: Divulgação)O FaceTime é um recurso de vídeo chamadas
que usa uma conexão Wi-Fi (Foto: Divulgação)

FaceTime no iPod touch
Olá, Ronaldo! Sei que a coluna é sobre informática geral, mas como você é um "macmaníaco", talvez possa me responder por que não há a possibilidade de se utilizar o recurso FaceTime do Iphone 4 com o Ipod touch. Grato.
André Fernandes

Olá, André! Legal a sua pergunta. O FaceTime é um recurso de vídeo chamadas que usa uma conexão Wi-Fi, desenvolvido para o iPhone 4, iPod touch na sua 4ª geração, iPad 2 e alguns modelos de Mac. Especificamente, o iPod suportar ou não essa funcionalidade deve-se à necessidade de contar com duas câmeras integradas e a versão do iOS, recurso que só está presente em modelos superiores ao iPod touch A1318 (3ª geração) .

JoliCloud é um sistema operacional com funcionalidades que rodam na 'nuvem' (Foto: Divulgação)JoliCloud é um sistema operacional com
funcionalidades que rodam na 'nuvem'
(Foto: Divulgação)

Riscos em usar serviços em recursos disponíveis em 'cloud computing'
Como vemos, atualmente os ataques de hackers são cada vez mais frequentes. Então pergunto: usar um serviço que ofereça a publicação do desktop na 'nuvem' não pode nos tornar vulneráveis?
Joelson

Olá, Joelson! Em segurança da informação, existe uma máxima que diz: "sistema totalmente seguro é aquele que não está sendo usado". A possibilidade de que hackers passem a atacar os serviços disponíveis em "nuvem" (cloud computing) procede. Por conta disso, as empresas que oferecem soluções nessa arquitetura procuram adotar medidas extremas para proteger os seus sistemas.

Os recursos disponíveis no JoliCloud que ficam publicados em "nuvem" são "web apps" contendo funcionalidades para outros provedores de serviços na internet. Nele, os riscos existem, mas são menores, já que ele é redirecionando pelo navegador para o site do serviço, sempre que algum recurso externo é invocado. Já os aplicativos que são instalados fisicamente no sistema operacional recebem a mesma proteção que outras distribuições Linux recebem. Nesse caso, o usuário também pode contribuir para que os riscos de segurança sejam minimizados, seguindo recomendações de boas práticas para operar o PC.

O PC Wizard é um aplicativo que auxilia no diagnóstico de falhar no PC (Foto: Divulgação)O PC Wizard é um aplicativo que auxilia no
diagnóstico de falhar no PC (Foto: Divulgação)

PC reiniciando inesperadamente
Bom dia, Ronaldo! Seguindo a pergunta do Luiz na edição do dia 26/05, estou há semanas para perguntar: tenho tido o mesmo problema com desligamento no meu PC. Ele desliga de forma inesperada, sem um padrão. Geralmente, ele desliga em momentos em que a máquina nem está sendo muito exigida. Por isso, fiquei em dúvida entre incompatibilidades de drivers e instabilidade no fornecimento de energia. Tem como eu saber se há alguma problema na minha rede de energia ou na fonte? Ou tem todo o jeito de ser problema de driver? A ATI está tendo problemas para lidar com o Windows 7 de 64 bits? Meu PC ainda não tem nem seis meses. Se for de algum uso, seguem as configurações da máquina: Windows 7 64 bits professional, ASUS P6X58D-E i7 950, 6GB RAM, ATI5870 VaporX. Minha fonte é uma Zalman de 750W.
Lucas

Olá, Lucas! O PC pode apresentar instabilidades na execução de programas ou mesmo quando apenas o sistema operacional está ativo. As razões para isso acontecer variam. Pode ser a ausência drivers apropriados para o seu hardwre, alguma atualização pendente para eles.

Problemas eletrônicos também podem ocasionar esse comportamento. Mas isso não quer dizer que a placa de vídeo seja a responsável pelo seu PC reiniciar inesperadamente. Você pode verificar se todos os seus componentes estão com os respectivos drivers recomendados pelo fabricante, principalmente os da placa-mãe. Isso porque o sistema operacional até pode reconhecê-la, mas não necessariamente ele estará usando os drivers mais apropriados. Por conta disso, pode haver alguma perda de desempenho e ocasionar a instabilidade do sistema.

Também é preciso levar em consideração se o cooler do processador está operando corretamente. Aquecimento no interior do PC pode resultar no desligamento inesperado por medida de segurança. Também é possível usar softwares de diagnóstico para avaliar aspectos mais técnicos referentes ao seu hardware, como o PC Wizard 2010.

Se nada disso resolver ou lhe der alguma pista, não descarto algum problema físico. A verificação da integridade da fonte do seu PC é feita por testes específicos a este componente. Caso você não possua conhecimento técnico, o ideal é recorrer a um profissional em manutenção de hardware. Se você tiver mais alguma dúvida, por favor não deixa de postá-la aqui na coluna.

* Ronaldo Prass é programador de sistemas sênior e professor de linguagens de programação em cursos de extensão universitários. É ao mesmo tempo um entusiasta do software livre e macmaníaco. Nem por isso deixa de conferir o que está rolando nas outras tecnologias. Na coluna “Tira-dúvidas”, ele vai dar dicas para tornar o uso do computador mais fácil e divertido, além de responder as dúvidas dos leitores na seção de comentários.

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Loja virtual da Show de Ingressos no Facebook foi lançada nesta quarta (18) (Foto: Reprodução)Loja virtual da Show de Ingressos no Facebook
foi lançada nesta quarta (18) (Foto: Reprodução)

Uma ferramenta criada pela empresa brasileira LikeStore permitirá que usuários do Facebook no Brasil criem sua loja virtual na rede social. A primeira loja on-line da LikeStore foi lançada nesta quarta-feira (18) pela Show de Ingressos, que fará a primeira experiência com a ferramenta.

Na primeira fase do projeto, apenas empresas parceiras da LikeStore irão lançar as suas lojas virtuais no site. Segundo Gabriel Borges, diretor da empresa, o serviço permitirá que os usuários façam compras na própria rede social.

No início de abril, a agência brasileira Elia também lançou um pacote de lojas virtuais integradas ao Facebook. No dia 4 de abril, as lojas Fuckwear e iPhone King lançaram as suas ferramentas de comércio on-line na rede social desenvolvidas pela Elia. A agência oferece um pacote de serviços de lojas no Facebook que, dependendo das escolhas do cliente, podem sair de graça.

Para acessar a loja da Show de Ingressos no Facebook, o internauta precisa permitir que o aplicativo tenha acesso as suas informações. Na estreia da loja, ingressos para o show do cantor Jack Johnson em Recife (PE) estão sendo vendidos, mas outros concertos devem estar disponíveis ao longo da semana. A ferramenta da LikeStore tem integração com um meio de pagamento brasileiro, disponibilizado pela empresa MoIP, e aceita todos os tipos de pagamento.

Na próxima semana, a LikeStore deve lançar lojas virtuais no Facebook de outras empresas. Ainda não há previsão de quando o serviço estará disponível aos usuários. “Acredito que dentro de algumas semanas. Qualquer internauta no Facebook poderá criar uma loja virtual dentro da sua Fan Page”, explicou Borges. Para isso, o usuário deverá entrar na página da LikeStore no Facebook e permitir que o aplicativo da loja acesse as suas informações disponíveis na rede.

“Queríamos aproveitar a experiência de usabilidade que o usuário já tem com o Facebook. Criar a loja será como criar um álbum de fotos. Ele usará a mesma forma de interação já usada com a rede social”, explicou Borges. O aplicativo será gratuito. No entanto, a LikeStore ficará com uma porcentagem de cada compra efetuada pela ferramenta.

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta terça-feira (10) que um grupo de diretores da taiwanesa Foxconn deve visitar o país na próxima semana para discutir com o governo federal detalhes do investimento bilionário que a empresa pretende fazer para produzir no Brasil o iPad e o iPhone.

Pimentel disse que nos próximos dias será publicada uma portaria criando um grupo de trabalho para tratar de demandas feitas pela Foxconn. O grupo vai reunir membros dos ministérios da Fazenda, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o ministro, até o momento as exigências feitas pela Foxconn, no âmbito do governo federal, são “possíveis de atender.” Entre as exigências estão garantia de incentivos e mudança na legislação fiscal.

No mês passado, o governo de São Paulo afirmou que vem negociando com a Foxconn a instalação de uma nova fábrica da empresa em território paulista desde abril de 2010.

O comunicado partiu da Investe SP, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, comandada pelo vice-governador, Guilherme Afif Domingos.

Segundo o governo brasileiro, a multinacional fundada em Taiwan anunciou a Dilma a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil em até cinco anos. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Apple e a Foxconn começarão a produzir iPad no Brasil até o final de novembro deste ano.

A fábrica da Apple e da Foxconn deverá ser instalada no interior de São Paulo, segundo informara ao G1 o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.

No Brasil, a Foxconn já fabrica produtos para Sony, Dell, HP e Sony Ericsson e possui hoje três fábricas: em Manaus (AM), Indaiatuba (SP) e Jundiaí (SP). A expectativa é que a fábrica de tablet utilize parte das estruturas já em funcionamento.

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iPhone 4 na cor branca chega ás lojas apenas em 2011. (Foto: Divulgação)iPhone 4 na cor branca pode chegar aos EUA ainda
esta semana (Foto: Divulgação)

A Apple começou a enviar às lojas e deve iniciar a venda ainda esta semana da versão branca do iPhone 4 nos Estados Unidos. De acordo com o site AppleInsider, carregamentos do aparelho já foram enviadas para as operadoras e para as lojas oficiais da companhia.

O site afirma que lojistas começaram a receber catálogos de informações sobre o iPhone 4 branco com uma frase dizendo que o aparelho estará "disponível esta semana". Além disso, lojas receberam carregamentos do iPhone e que receberam instruções para deixá-los guardados até segunda ordem. Segundo varejistas, informações apontam que a Apple fará um anúncio oficial da venda do modelo branco do celular na quarta-feira (27).

O modelo na cor branca do iPhone 4 foi anunciado por Steve Jobs em junho de 2010, quando o próprio aparelho foi apresentado pela empresa. Analistas afirmam que a nova cor do aparelho deve aquecer as vendas enquanto uma nova versão do aparelho, o iPhone 5, não é apresentada pela Apple.

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Um aplicativo para iPhones desbloqueados permite que o dono destrave o aparelho por reconhecimento facial em substituição a digitação de senha. Após adicionar algumas fotos a uma galeria, o RecognizeMe dá a opção ao usuário de destravar o iPhone 4 apenas posicionando o rosto em frente à câmera.

O aplicativo escaneia a face do usuário por alguns segundos até decidir se ele é mesmo o dono do aparelho. Nas configurações, o usuário pode ajustar a porcentagem de segurança que ele quer que o aplicativo tenha.

Até agora, o criador do RecognizeMe publicou apenas um vídeo sobre o aplicativo no YouTube. Segundo o site PC World, alguns usuários que já testaram o aplicativo afirmaram que ele permite que outras pessoas, à vezes parecidas com o dono, consigam entrar no iPhone, mesmo com a porcentagem de segurança em 80%.

Aplicativo RecognizeMe dá a opção ao usuário de usar o reconhecimento facial para destravar iPhone (Foto: Reprodução)Aplicativo dá a opção ao usuário de usar reconhecimento facial para destravar iPhone (Foto: Reprodução)

O site também afirma que o RecognizeMe ainda não está disponível para venda, mas acredita-se que ele chegará ao mercado por US$ 7.

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta terça-feira (10) que um grupo de diretores da taiwanesa Foxconn deve visitar o país na próxima semana para discutir com o governo federal detalhes do investimento bilionário que a empresa pretende fazer para produzir no Brasil o iPad e o iPhone.

Pimentel disse que nos próximos dias será publicada uma portaria criando um grupo de trabalho para tratar de demandas feitas pela Foxconn. O grupo vai reunir membros dos ministérios da Fazenda, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o ministro, até o momento as exigências feitas pela Foxconn, no âmbito do governo federal, são “possíveis de atender.” Entre as exigências estão garantia de incentivos e mudança na legislação fiscal.

No mês passado, o governo de São Paulo afirmou que vem negociando com a Foxconn a instalação de uma nova fábrica da empresa em território paulista desde abril de 2010.

O comunicado partiu da Investe SP, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, comandada pelo vice-governador, Guilherme Afif Domingos.

Segundo o governo brasileiro, a multinacional fundada em Taiwan anunciou a Dilma a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil em até cinco anos. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Apple e a Foxconn começarão a produzir iPad no Brasil até o final de novembro deste ano.

A fábrica da Apple e da Foxconn deverá ser instalada no interior de São Paulo, segundo informara ao G1 o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.

No Brasil, a Foxconn já fabrica produtos para Sony, Dell, HP e Sony Ericsson e possui hoje três fábricas: em Manaus (AM), Indaiatuba (SP) e Jundiaí (SP). A expectativa é que a fábrica de tablet utilize parte das estruturas já em funcionamento.

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Um dos principais assuntos de segurança recentes está sendo a invasão à Playstation Network. A coluna Segurança Digital e o G1 estão cobrindo o caso, mas ainda há algumas dúvidas. Um leitor, por exemplo, perguntou o que é o “hashing” que a Sony usou para proteger a senha. Confira também respostas sobre ações legais contra a PSN e antivírus para celular.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

>>> Hash e salt
Seria possível uma explicação ou referência sobre as tecnologias hashing e salt?
Francisco

Qualquer dado de computador pode ser submetida a uma função de hash, gerando uma sequência a partir de fórmulas matemáticas. (Foto: Divulgação)Qualquer dado de computador pode ser
submetida a uma função de hash, gerando
uma sequência a partir de fórmulas
matemáticas. (Foto: Divulgação)

A coluna mencionou essas tecnologias quando falou do sistema de segurança da Sony. O especialista Wagner Elias comentou que a Sony deveria ter usado hashing e salt, e que a companhia confirmou ter usado hashing, mas não se sabe se foi usado salt. A coluna brevemente explicou essas tecnologias, mas agora vai explicar um pouco mais, a pedido do leitor Francisco.

“Hashing” é um algoritmo – entenda como uma sequência de fórmulas matemáticas – aplicada a uma informação qualquer, podendo ser um arquivo inteiro ou uma sequência de letras e números, como uma senha. Quando esses cálculos terminam, é gerada uma sequência de um tamanho fixo. Essa sequência é chamada de hash.

Existe mais de uma maneira de usar fórmulas matemáticas para esse fim e algumas tecnologias comuns existem, como por exemplo o SHA-1 e o MD5. Se você usar esse gerador de MD5 e digitar “senha2011”, você terá a sequência “43cd2045b30a29287fd598e4c32b6108”. Aí está o hash.

Isso não é criptografia. A sequência gerada não “contém” a senha original. Ela não pode ser revertida. De uma forma bem simplificada, é como um número; digamos, o sete: ele pode ter sido obtido de 6+1, 5+2 ou 21/3. Sabendo que o resultado é 7 não te permite saber de qual destas fórmulas ele veio. Hashs funcionam da mesma forma, mas são mais complexos: enquanto o 7 pode ter vindo de várias sequências que você consegue facilmente calcular de cabeça, o hash deve ser incalculável, exceto em uma aplicação positiva da fórmula, ou seja, você sabe que 5+2 é 7, mas você não pode saber que 7 é 5+2.

Voltando ao nosso exemplo, qualquer um pode saber que “senha2011” gera o hash “43cd2045b30a29287fd598e4c32b6108”, mas ninguém sabe, apenas olhando a sequência, que ela foi gerada a partir da "senha2011”. A única maneira de quebrar um hash é fazendo todos os hashes possíveis: “a”, gera tal hash, “b” gera tal hash, “z”, gera tal hash, “aa”, “ab” e assim por diante, até se ter todas as combinações (fazer o hash de “a” e juntá-lo com o de “b” não dá o mesmo que o hash de “ab”). Uma tabela de hashes para quebra de senhas pode ter facilmente centenas de gigabytes. Essas tabelas de valores pré-calculados são chamadas de “rainbow tables”.

Perceba que a sequência gerada pelo “senha2011” depois do MD5 tem 32 caracteres. Todos os MD5 têm 32 caracteres. Se a senha usada tiver 200 caracteres, o resultado ainda será uma sequência de 32. O resultado disso é que existe mais de uma possibilidade para a mesma sequência, da mesma forma que o 7 pode ter sido obtido por 6+1 ou 5+2. Quando dados diferentes geram a mesma sequência hash, tem-se um conflito. Conflitos ocorrem em qualquer técnica de hashing, mas eles devem ter uma frequência aleatória. Se forem menos do que aleatórios, o hash é considerado menos seguro. Esse é o problema do MD5, e por isso aplicações em que segurança é essencial já o substituíram por outras tecnologias.

PSN não é oferecida oficialmente no Brasil, deixando dúvidas a respeito de dados roubados de brasileiros (Foto: Reprodução)PSN não é oferecida oficialmente no Brasil,
deixando dúvidas a respeito de dados
roubados de brasileiros (Foto: Reprodução)

Agora, o salt. O salt é um “tempero” do hash – uma modificação da fórmula, normalmente obtida pelo acréscimo de outra fórmula ou informação. O resultado prático disso é que aquelas tabelas de valores pré-calculados de hash passam a não servir para nada. Já que a fórmula foi levemente modificada, os cálculos todos já feitos são inúteis e podem levar meses para recalcular tudo.

Por isso a importância de se usar hash com salt. O hash significa que a senha propriamente dita não está armazenada no servidor. O salt impede que o hacker tenha um valor pré-calculado do hash e saiba uma senha geradora do mesmo hash (mesmo que seja uma senha diferente, devido à existência dos conflitos).

Hashes também são usados para verificação de downloads. Por exemplo, para softwares que são baixados de muitos servidores, não é incomum a disponibilização de um hash (normalmente MD5) na página oficial. Isso permite que o usuário verifique se a cópia baixada é idêntica à original e não foi modificada maliciosamente ou mesmo corrompida durante a transferência. Caso existam mudanças nos bits do arquivo, o hash gerado será diferente, apontando a discrepância.

>>> Ação legal contra a Sony
Sou usuário da Sony Network e provavelmente tive meus dados roubados. Não fiz cadastro de cartão de credito nem outras coisas tão importantes, mas não gostei de ter meus dados roubados. Existe alguma providencia legal que eu possa realizar contra a empresa nesse caso?
Rafael

Como o estado da PSN no Brasil ainda é incerto, alguns advogados já disseram que não há recursos para os usuários brasileiros, exceto aguardar. A Sony disse estar verificando a possibilidade de colocar a América Latina em um serviço de proteção de identidade, mas ainda não há confirmação se isso vai mesmo acontecer.

Este antivírus para Android inclui funções de backup e recursos para recuperar o celular no caso de perda (Foto: Reprodução)Este antivírus para Android inclui funções de
backup e recursos para recuperar o celular
no caso de perda (Foto: Reprodução)

>>> Antivírus para celular
Com o grande aumento no uso dos smartphones, gostaria de saber se já há no mercado antivírus confiáveis para esses telefones, principalmente para o iPhone.
Luiz Otávio Newlands Machado

A coluna abordou esse assunto não faz muito, comentando as soluções já existentes de antivírus para celular. Embora existam softwares de segurança, na maioria dos casos você não precisa deles – muito menos se sua preocupação forem as pragas digitais. Antivírus para celular têm funções agregadas de segurança, como no caso de roubo, por exemplo, que na verdade podem ser as mais interessantes.

Especialmente no caso do iPhone, não adianta instalar um antivírus, porque somente aplicativs autorizados pela Apple podem ser executados no aparelho. O que existe de software de segurança para iPhone normalmente é para o mercado empresarial e destinado ao chamado mercado de “compliance” – quando as empresas precisa atender certas normas de segurança que exigem monitoramento de todos os dispositivos eletrônicos.

A plataforma de celular mais atacada por vírus é o Symbian, usada hoje principalmente pela Nokia, mas que já está caminhando para o abandono, sendo substituída pelo Windows Phone 7. Em seguida, vem o Android, do Google. No entanto, um antivírus não iria ter ajudado nos piores ataques, que tiveram apps maliciosos incluídos no Market – o local oficial para obter apps para o celular.

Vale a pena ter apenas um pouco de cuidado e realizar backups regulares dos dados do seu celular ao invés de ficar buscando uma solução antivírus. Se seu interesse está nas funções agregadas ou você procura um software de monitoramento para sua empresa, porém, já existem soluções de alguns fabricantes.

Mais uma coluna Segurança Digital chega ao fim, mas toda quarta-feira tem pacotão, então não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários. Se você tiver alguma sugestão de pauta, escreva também. E até a próxima!

*Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança digital”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.

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Loja virtual da Show de Ingressos no Facebook foi lançada nesta quarta (18) (Foto: Reprodução)Loja virtual da Show de Ingressos no Facebook
foi lançada nesta quarta (18) (Foto: Reprodução)

Uma ferramenta criada pela empresa brasileira LikeStore permitirá que usuários do Facebook no Brasil criem sua loja virtual na rede social. A primeira loja on-line da LikeStore foi lançada nesta quarta-feira (18) pela Show de Ingressos, que fará a primeira experiência com a ferramenta.

Na primeira fase do projeto, apenas empresas parceiras da LikeStore irão lançar as suas lojas virtuais no site. Segundo Gabriel Borges, diretor da empresa, o serviço permitirá que os usuários façam compras na própria rede social.

No início de abril, a agência brasileira Elia também lançou um pacote de lojas virtuais integradas ao Facebook. No dia 4 de abril, as lojas Fuckwear e iPhone King lançaram as suas ferramentas de comércio on-line na rede social desenvolvidas pela Elia. A agência oferece um pacote de serviços de lojas no Facebook que, dependendo das escolhas do cliente, podem sair de graça.

Para acessar a loja da Show de Ingressos no Facebook, o internauta precisa permitir que o aplicativo tenha acesso as suas informações. Na estreia da loja, ingressos para o show do cantor Jack Johnson em Recife (PE) estão sendo vendidos, mas outros concertos devem estar disponíveis ao longo da semana. A ferramenta da LikeStore tem integração com um meio de pagamento brasileiro, disponibilizado pela empresa MoIP, e aceita todos os tipos de pagamento.

Na próxima semana, a LikeStore deve lançar lojas virtuais no Facebook de outras empresas. Ainda não há previsão de quando o serviço estará disponível aos usuários. “Acredito que dentro de algumas semanas. Qualquer internauta no Facebook poderá criar uma loja virtual dentro da sua Fan Page”, explicou Borges. Para isso, o usuário deverá entrar na página da LikeStore no Facebook e permitir que o aplicativo da loja acesse as suas informações disponíveis na rede.

“Queríamos aproveitar a experiência de usabilidade que o usuário já tem com o Facebook. Criar a loja será como criar um álbum de fotos. Ele usará a mesma forma de interação já usada com a rede social”, explicou Borges. O aplicativo será gratuito. No entanto, a LikeStore ficará com uma porcentagem de cada compra efetuada pela ferramenta.

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iPhone 4 na cor branca chega ás lojas apenas em 2011. (Foto: Divulgação)iPhone 4 na cor branca pode chegar aos EUA ainda
esta semana (Foto: Divulgação)

A Apple começou a enviar às lojas e deve iniciar a venda ainda esta semana da versão branca do iPhone 4 nos Estados Unidos. De acordo com o site AppleInsider, carregamentos do aparelho já foram enviadas para as operadoras e para as lojas oficiais da companhia.

O site afirma que lojistas começaram a receber catálogos de informações sobre o iPhone 4 branco com uma frase dizendo que o aparelho estará "disponível esta semana". Além disso, lojas receberam carregamentos do iPhone e que receberam instruções para deixá-los guardados até segunda ordem. Segundo varejistas, informações apontam que a Apple fará um anúncio oficial da venda do modelo branco do celular na quarta-feira (27).

O modelo na cor branca do iPhone 4 foi anunciado por Steve Jobs em junho de 2010, quando o próprio aparelho foi apresentado pela empresa. Analistas afirmam que a nova cor do aparelho deve aquecer as vendas enquanto uma nova versão do aparelho, o iPhone 5, não é apresentada pela Apple.

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta terça-feira (10) que um grupo de diretores da taiwanesa Foxconn deve visitar o país na próxima semana para discutir com o governo federal detalhes do investimento bilionário que a empresa pretende fazer para produzir no Brasil o iPad e o iPhone.

Pimentel disse que nos próximos dias será publicada uma portaria criando um grupo de trabalho para tratar de demandas feitas pela Foxconn. O grupo vai reunir membros dos ministérios da Fazenda, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o ministro, até o momento as exigências feitas pela Foxconn, no âmbito do governo federal, são “possíveis de atender.” Entre as exigências estão garantia de incentivos e mudança na legislação fiscal.

No mês passado, o governo de São Paulo afirmou que vem negociando com a Foxconn a instalação de uma nova fábrica da empresa em território paulista desde abril de 2010.

O comunicado partiu da Investe SP, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, comandada pelo vice-governador, Guilherme Afif Domingos.

Segundo o governo brasileiro, a multinacional fundada em Taiwan anunciou a Dilma a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil em até cinco anos. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Apple e a Foxconn começarão a produzir iPad no Brasil até o final de novembro deste ano.

A fábrica da Apple e da Foxconn deverá ser instalada no interior de São Paulo, segundo informara ao G1 o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.

No Brasil, a Foxconn já fabrica produtos para Sony, Dell, HP e Sony Ericsson e possui hoje três fábricas: em Manaus (AM), Indaiatuba (SP) e Jundiaí (SP). A expectativa é que a fábrica de tablet utilize parte das estruturas já em funcionamento.

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