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Foto: Reprodu??o/Primeira M?o Zoom H? especula??es que iPhone 5 ter? fundo de metal, atualiza??es do processador e c?mera de oito megapixels

H? especula??es que iPhone 5 ter? fundo de metal, atualiza??es do processador e c?mera de oito megapixels

O site italiano zeusnews publicou uma matéria sobre a nova versão do iPhone. Segundo o portal, o iPhone 5 terá tela de vidro curvada. Além disso, há especulações que o aparelho terá fundo de metal, atualizações do processador e câmera de oito megapixels.

Na web há também informações que a Apple teria registrado um pedido de patentes  patente para condutores menores por baixo da tela. Isso indica que a espessura do iPhone 5 deve diminuir.

Outra especulação é que o novo aparelho pode ter uma tecnologia que reduz o consumo de energia do dispositivo levando a uma autonomia maior do que as versões anteriores.

Sobre as configurações, a quinta versão do iPhone deverá possuir a nova CPU A5 da Apple e um chip multi-core Cortex A9, da ARM. Outro rumor aponta que a Apple deve trocar os chips de rede da Infineon para os da Qualcomm, principalmente devido aos problemas de sinal do iPhone 4 na época do lançamento, segundo o site Engadget.

De acordo com o site Wired, o aparelho deve ser anunciado somente em setembro e não durante a feira de desenvolvedores da Apple, que acontece em junho. O possível motivo do atraso é o terremoto que aconteceu no Japão, que teria prejudicado o fornecimento de alguns componentes fabricados naquele país.

A próxima geração do iPhone começará a ser fabricado em julho ou agosto, afirmam pessoas ligadas à cadeia de suprimentos da Apple. A fabricante do iPhone 5  não confirma nenhuma das informações até hoje divulgadas pelos sites de notícias.

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Jornalista lança livro e discorre sobre o relacionamento entre as duas empresas

Por Bianca Hayashi,
da revista MAC+

O jornalista americano especializado em tecnologia, Steven Levy, está lançando um livro sobre a Google (“In the Plex”), onde conta alguns detalhes bem interessantes sobre o relacionamento da empresa com a Apple.

Como já foi revelado, Levy conta que Larry Page e Sergey Brin queriam Steve Jobs como o seu CEO. A partir de então, as duas companhias viveram tempos de paz, chegando a dividir membros de sua diretoria e colaborando um com o outro. Mas tudo foi abaixo quando a Google lançou o Android e Steve Jobs escondeu o iPad de Eric Schimidt, na época CEO da Google e membro da diretoria da Apple.

Leander Kahney, do Cult of Mac, queria mais detalhes sobre o relacionamento das duas empresas e conseguiu uma entrevista exclusiva com o autor. Levy diz que as ambições de Larry e Sergey eram altas desde o início e precisavam de um CEO mais experiente, como Steve Jobs ou Eric Schmidt.

O jornalista diz também que fazia muito sentido convidar Schmidt para fazer parte da diretoria da Apple (ao invés dos fundadores da Google) porque ele tem experiência e nem Larry ou Sergey eram bons em reuniões.

Leander perguntou sobre os motivos que levaram Jobs a esconder o iPad de Schmidt; se era por um protótipo em segredo da Apple ou se Jobs não revelou de propósito. Levy disse que quando o iPad estava em desenvolvimento, Schmidt já estava faltando em algumas reuniões por causa do Android. “Então podemos assumir que por causa da competição que Schmidt não sabia do iPad. Geralmente os membros da diretoria são inclusos no “cone do silêncio””, disse.

Por fim, Leander ficou surpreso com a Google voluntariamente mostrando o Android para Steve Jobs em 2008. Levy respondeu que as relações entre as duas empresas não haviam mudado muito e Schmidt ainda era membro da diretoria da Apple quando isso aconteceu. “Seria pior para a Google se não tivesse mostrado o Android para Jobs. Como escrevi no livro, há duas versões originais do Android – uma chamada Sooner e uma mais avançada chamada The Dream. A Google jogou fora o Sooner logo após a estreia do iPhone e parece que foi o The Dream que deixou Steve chateado, por ser muito parecido com o iPhone”, afirmou o jornalista. A Google não implementou os gestos multitoque no Android original.

Para saber destas e outras histórias sobre a Google, leia o livro In the Plex: How Google Thinks, Works and Shapes Our Lives (R$ 60, importado).

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O departamento de rela??es p?blicas da Apple no Reino Unido tem entrado em contato com jornalistas brit?nicos de grandes ve?culos para "persuadi-los a comparecer ao WWDC" (Worldwide Developers Conference), evento da Apple que, neste ano, ocorre entre os dias 6 e 10 de junho, em San Francisco.

O convite chama a aten??o especialmente porque vem da "equipe dedicada a tudo relacionado ao iPhone", diz o blog ElectricPig.co.uk.

Isso aumenta os rumores de que a Apple pode anunciar um novo modelo de iPhone na WWDC.

Outro boato diz que a Apple reduziu o volume de aparelhos sendo produzidos, o que seria outro sinal de que a empresa prepara o lan?amento de um novo iPhone.

O WWDC dever? ainda ser palco do an?ncio do iOS 5, nova vers?o do sistema operacional que equipa iPhone, iPad e iPod touch.

Livraria da Folha

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Michael Scott chefiou a Apple de fevereiro de 1977 a mar?o de 1981. Foto: BI/Mac+/Divulga??o

Michael Scott chefiou a Apple de fevereiro de 1977 a mar?o de 1981
Foto: BI/Mac+/Divulga??o

Quando a Apple foi fundada, em 1976, Steve Jobs e Steve Wozniak n?o eram rostos confi?veis para chefiar a empresa; eles precisavam de algu?m mais experiente. Ent?o, o investidor Mike Markkula foi chamado para fazer o trabalho dos "adultos" e manter a empresa funcionando.

Markkula ent?o contratou Michael Scott para ser o CEO da companhia. Os dois haviam trabalhado juntos na Fairchild e Scott chefiou a Apple de fevereiro de 1977 a mar?o de 1981. A Business Insider est? fazendo uma s?rie de reportagens sobre os primeiros dez funcion?rios da Apple e conseguiu uma entrevista com Scott por telefone.

Scott diz que, quando conheceu os dois Steves, Jobs era o falador e cuidava do Apple II, enquanto Woz era o quieto e fazia o circuito das placas sozinho. Markkula trabalhava no marketing e ele fazia o resto dos neg?cios, como o pagamento dos funcion?rios.

O ex-CEO afirmou tamb?m que Steve Jobs era exc?ntrico desde o come?o. "Quando a carca?a do Apple II chegou, tinha em bege e em verde, e de todos os tons beges padr?o no mundo ? e eram milhares -, nenhum o agradava. Tivemos que criar o 'bege da Apple' e registr?-lo", relata.

"A aten??o aos detalhes ? caracter?stica de Jobs, mas tamb?m ? sua falha, j? que ele presta aten??o aos produtos e n?o ?s pessoas", completa Scott.

Scott n?o sabe se Steve mudou o seu estilo de administra??o, mas na ?poca, o atual CEO da Apple n?o queria supervisionar as pessoas, revisar o trabalho delas ou ajud?-las. Al?m disso, havia alguns problemas durante as reuni?es, porque Jobs ficava com os sapatos sujos em cima da mesa e Markkula ficava do outro lado, fumando.

"Eu tinha abafadores de um lado e pessoas com p?s sujos do outro", conta Scott, rindo. Para ler a entrevista completa (em ingl?s), acesse o atalho tinyurl.com/42gffx2.

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O pr?ximo modelo do iPhone pode vir com tela de vidro curvada. Os rumores sobre o novo modelo do smartphone da Apple dizem tamb?m que o aparelho ter? fundo de metal, atualiza??es do processador e uma c?mera de 8 megapixels.

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Apesar disso, segundo o Mac Rumors, os boatos em torno da forma da tela do novo iPhone n?o devem se confirmar. Fontes ligadas a Apple disseram que o iPhone 5 ser? bastante parecido com o modelo anterior e que as maiores mudan?as devem acontecer na capacidade de processamento do smartphone, com a inclus?o de um processador A5, o mesmo usado nos iPads 2.

Segundo a Wired, o aparelho deve ser anunciado em setembro e n?o mais durante a feira de desenvolvedores da Apple em junho, como costuma acontecer. A Apple n?o confirma nenhuma das informa??es.

Em pronunciamento a imprensa, o vice presidente de marketing da Apple, Philip Schiller, disse que "este ano a confer?ncia desvendar? o futuro do iOS e Mac OS". Sem citar poss?veis produtos, Schiller terminou o pronunciamento dizendo que desenvolvedores de softwares "n?o v?o querer perder" o evento.

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Jornalista lança livro e discorre sobre o relacionamento entre as duas empresas

Por Bianca Hayashi,
da revista MAC+

O jornalista americano especializado em tecnologia, Steven Levy, está lançando um livro sobre a Google (“In the Plex”), onde conta alguns detalhes bem interessantes sobre o relacionamento da empresa com a Apple.

Como já foi revelado, Levy conta que Larry Page e Sergey Brin queriam Steve Jobs como o seu CEO. A partir de então, as duas companhias viveram tempos de paz, chegando a dividir membros de sua diretoria e colaborando um com o outro. Mas tudo foi abaixo quando a Google lançou o Android e Steve Jobs escondeu o iPad de Eric Schimidt, na época CEO da Google e membro da diretoria da Apple.

Leander Kahney, do Cult of Mac, queria mais detalhes sobre o relacionamento das duas empresas e conseguiu uma entrevista exclusiva com o autor. Levy diz que as ambições de Larry e Sergey eram altas desde o início e precisavam de um CEO mais experiente, como Steve Jobs ou Eric Schmidt.

O jornalista diz também que fazia muito sentido convidar Schmidt para fazer parte da diretoria da Apple (ao invés dos fundadores da Google) porque ele tem experiência e nem Larry ou Sergey eram bons em reuniões.

Leander perguntou sobre os motivos que levaram Jobs a esconder o iPad de Schmidt; se era por um protótipo em segredo da Apple ou se Jobs não revelou de propósito. Levy disse que quando o iPad estava em desenvolvimento, Schmidt já estava faltando em algumas reuniões por causa do Android. “Então podemos assumir que por causa da competição que Schmidt não sabia do iPad. Geralmente os membros da diretoria são inclusos no “cone do silêncio””, disse.

Por fim, Leander ficou surpreso com a Google voluntariamente mostrando o Android para Steve Jobs em 2008. Levy respondeu que as relações entre as duas empresas não haviam mudado muito e Schmidt ainda era membro da diretoria da Apple quando isso aconteceu. “Seria pior para a Google se não tivesse mostrado o Android para Jobs. Como escrevi no livro, há duas versões originais do Android – uma chamada Sooner e uma mais avançada chamada The Dream. A Google jogou fora o Sooner logo após a estreia do iPhone e parece que foi o The Dream que deixou Steve chateado, por ser muito parecido com o iPhone”, afirmou o jornalista. A Google não implementou os gestos multitoque no Android original.

Para saber destas e outras histórias sobre a Google, leia o livro In the Plex: How Google Thinks, Works and Shapes Our Lives (R$ 60, importado).

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Facebook, Google e Apple tiveram que se explicar mais uma vez a senadores americanos. Desta vez, as empresas foram convocadas pela Subcomiss?o do Senado para Prote??o e Seguran?a do Consumidor para uma audi?ncia sobre rastreamento dispositivos m?veis e rastreamento de dados. Na semana passada Google e Apple estiveram no Senado para prestar esclarecimentos sobre mesmo assunto.

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Os senadores queriam informa??es para elaborar normas de prote??o da privacidade dos consumidores americanos e definir o papel do governo na fiscaliza??o e controle das informa??es.
Segundo a Wired, o senador John Kerry disse que a possibilidade dada ao usu?rio de desligar a localiza??o n?o ? uma solu??o adequada. "Fornecedores de plataformas, desenvolvedores de aplicativos, e  operadores de rede devem garantir a privacidade b?sica e informar claramente o consumidor sobre os riscos envolvidos ao utilizar o servi?o", disse.

Bret Taylor, chefe de tecnologia do Facebook, pediu que todos ajudassem na manuten??o da privacidade "prestadores de servi?o, usu?rios, desenvolvedores e legisladores".

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Apple irá passar o registro do Thunderbolt para a Intel Apple irá passar o registro do Thunderbolt para a Intel

Por Bianca Hayashi,
da MAC+

A Intel moveu-se rapidamente para esclarecer a disputa sobre a marca Thunderbolt. O gerente de comunicações sênior da Intel, Dave Salvator, explicou em um comunicado para o Bright Side of News que a Apple entrou com o pedido de registro, mas a Intel tem os direitos completos do Thunderbolt “agora e no futuro”.

Isso significa que a Intel e todas as fabricantes de computadores podem usar o Thunderbolt em qualquer aparelho, independente do sistema operacional. Salvator disse ainda que a Apple irá transferir o registro caso ele seja aprovado.

Havia preocupações de que a Apple ganharia direitos especiais por causa do nome e que outras empresas teriam que usar o apelido original, Light Peak. O mesmo aconteceu com a tecnologia FireWire; a Apple é virtualmente a única empresa que usa este nome, enquanto as outras companhias se referem a esta porta como i.Link, IEEE 1394 ou outros termos.

Salvator também mencionou que os cabos Thunderbolt usando fibra óptica (ao invés dos tradicionais de cobre) também irão transmitir dados e poderão recarregar dispositivos.

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N?o queremos apenas montar, mas aumentar a produ??o de equipamentos eletr?nicos no Brasil, afirma ministro "N?o queremos apenas montar, mas aumentar a produ??o de equipamentos eletr?nicos no Brasil", afirma ministroDayanne Sousa

O ministro da Ci?ncia e Tecnologia, Aloizio Mercadante, prometeu para os pr?ximos dias uma MP (Medida Provis?ria) que vai regulamentar a produ??o de tablets no Brasil, favorecendo diretamente a empresa taiwanesa Foxconn. A companhia anunciou que ir? produzir at? julho o iPad, da Apple, no Brasil.

O an?ncio foi feito durante uma audi?ncia p?blica, nesta segunda-feira, na Assembleia Legislativa de S?o Paulo. Segundo o ministro, a MP dar? aos tablets condi??es de produ??o semelhantes ?s existentes hoje para notebooks. Ele avalia, por?m, que ainda ser?o necess?rios incentivos especiais.

"A lei de inform?tica ainda precisa ser ajustada. N?o queremos apenas montar, mas aumentar a produ??o de equipamentos eletr?nicos no Brasil e ter uma ind?stria verticalizada (capaz de produzir dos pequenos componentes ?s telas touchscreen)", diz Mercadante.

O ministro avalia que ? preciso reduzir os impostos para softwares. A Foxconn, acrescenta, prometeu investir US$12 bilh?es no Brasil, com a produ??o em escala global do produto da Apple. Ser? criada uma linha totalmente nova em Jundia?, no interior de S?o Paulo. A empresa j? tem quatro plantas no Pa?s.

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Publicada em 12/05/2011 ?s 23h55m

O Globo Desenho produzido pelo iFlow em protesto contra a pol?tica da Apple

RIO - As novas regras da Apple para a comercializa??o de conte?do para dispositivos como iPhone e iPad levou uma empresa de aplicativos a fechar.

Em nota divulgada nesta quinta-feira, a companhia que faz o aplicativo de venda de e-books iFlow , por exemplo, anuncia que vai encerrar as opera??es em 31 de maio. A firma alega que o neg?cio tornou-se economicamente invi?vel depois que a Apple decidiu, em fevereiro, que as empresas teriam que pagar a ela 30% da receita obtida com a venda de conte?do via aplicativos para iOS, sistema de iPhone e iPad.

RESIST?NCIA: 'Financial Times' resiste ao controle da Apple sobre relacionamento com leitores

Segundo o site Cnet, a Apple imp?s prazo at? 30 de junho para que todas as desenvolvedoras de aplicativos de conte?dos alterassem seus produtos para respeitar as novas regras. Anteriormente, esses apps remetiam os consumidores para sites da web de modo a burlar a restri??o. Mas, a partir de julho, a Apple exigir? que o conte?do seja comercializado exclusivamente por meio do aplicativo.

Screenshots do iFlow

Com isso, a Apple deseja obter vantagem competitiva para o seu aplicativo iBook, que acaba concorrendo, no pr?prio iPad, com gigantes como Amazon (do e-reader Kindle). Ou seja, a empresa de Steve Jobs mirou nos grandes, mas acertou primeiro os pequenos:

"N?s n?o queremos fazer isso de forma alguma, mas a Apple tornou imposs?vel para qualquer um al?m deles conseguir lucrar vendendo e-books em aparelhos com iOS. N?s n?o podemos sobreviver vendendo livros tendo preju?zo e, por isso, fomos for?ados a fechar as portas. N?s apostamos tudo na Apple e no iOS, mas ,ent?o, a Apple nos matou ao mudar as regras no meio do jogo", escreveu a empresa do iFlow.

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publicado em 12/05/2011 às 14h25: Sites dizem que iPhone e aparelhos com sistema do Google também fazem esse registro

DivulgaçãoDivulgação
A Nokia confirmou, segundo o site britânico Guardian, que grava informações sobre a localização dos telefones com sistema operacional Symbian. O assunto se tornou polêmico em abril, quando os pesquisadores Alasdair Allan e Pete Warden divulgaram um artigo no site americano de tecnologia O'Reilly Radar com a notícia de que um teste feito por eles revelou iPhones e iPads 3G rastreiam e arquivam detalhes sobre os movimentos de todos os usuários desses.

A mensagem citada pelo site diz que, de acordo com a Nokia, um smartphone da maior fabricante de celulares do mundo armazena até 2.500 posições de torres de telefonia celular em período ilimitado de tempo, além de gravar a localização das redes Wi-Fi (conexão sem fio) e GPS por até sete dias e por até 40 horas os registros do serviço de posicionamento Ovi Mapas.

A companhia diz que as informações são armazenadas em um área segura da memória do celular, enviadas à empresa de maneira criptografada (protegida) e apagadas logo depois da transmissão, cujo objetivo é melhorar os serviços oferecidos aos clientes.

A Nokia explica ainda que não coleta dados pessoais, apenas latitude, longitude, velocidade (no caso do uso como GPS), direção e ponto de localização. De acordo com a empresa, esses dados não conseguem ser acessados por desenvolvedores de aplicativos.

- Os dados de posicionamento [...] não são usados para rastrear a localização dos consumidores, mas é usado para fornecer a melhor experiência de serviço.

Outras marcas

Depois que a Apple foi acusada pelos especialistas O'Reilly Radar de rastrear e arquivar o movimento de iPhones e iPads 3, o jornal americano Wall Street disse que fez um teste e descobriu que o iPhone coleta dados sobre o movimento dos usuários mesmo quando serviços de localização do aparelho estão desligados.

O jornal publicou ainda que os telefones celulares que possuem o sistema operacional Android, do Google, também estão equipados com um sistema que registra a localização de seus usuários. A publicação destaca uma pesquisa do analista de segurança Samy Kamkar, que testou um aparelho da marca HTC com sistema Android.

De acordo com o Guardian, a Microsoft admitiu, por meio de uma mensagem, que dispositivos equipados com o sistema operacional Windows Phone coletam informações sobre sua localização. O site britânico diz que entrou em contato com a RIM (Research In Motion), fabricante do BlackBerry, para saber se os aparelhos da empresa também fazem esse tipo de registro, mas ainda não obteve resposta.


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Guy da Apple (? esq.) e Alan Davidson do Google (? dir.) falam aos senadores nos EUA. Foto: Reuters

Guy da Apple (? esq.) e Alan Davidson do Google (? dir.) falam aos senadores nos EUA
Foto: Reuters

O caso do LocationGate provocou discuss?es em todo o mundo a respeito da privacidade dos usu?rios de smartphones. O vice-presidente de tecnologia de software da Apple, Guy L. "Bud" Tribble, e o chefe de pol?ticas p?blicas do Google, Alan Davidson, compareceram ao Senado norte-americano nesta ter?a-feira para falar sobre o LocationGate. Tribble reiterou a posi??o da Apple de que a privacidade de seus usu?rios ? a mais alta prioridade da empresa.

Tribble recapitulou muito do que a Apple divulgou no final de abril em um comunicado explicando a funcionalidade de Localiza??o de Servi?os dos dispositivos iOS. Segundo o Apple Insider, o executivo deixou claro que a Apple n?o rastreia seus usu?rios e n?o compartilha informa??es pessoais com outras empresas sem o consentimento do usu?rio.

"A Apple tem o compromisso de dar aos nossos consumidores o controle e a escolha sobre as suas informa??es e acreditamos que nossos produtos o fazem de forma simples e elegante", disse Tribble. Ele disse ainda que a Apple n?o tem acesso ao cache de informa??es por onde os usu?rios passaram e estes dados s?o protegidos dos aplicativos do iPhone ou iPad do cliente.

O executivo explicou que os dados encontrados nos iPhones s?o de torres de celular e redes Wi-Fi que ajudam os usu?rios a ter acesso f?cil ? sua localiza??o, antes de obter o sinal do GPS. Tribble tamb?m disse que a Apple consertou o bug que fazia com que o iOS guardasse informa??es do usu?rio por muito tempo.

Al?m disso, ele admitiu que a Apple n?o verifica todos os 350 mil aplicativos para iPhones, assim como seria imposs?vel para o governo visitar todos os cidad?os que pagam os seus impostos, mas afirmou que a companhia de Cupertino fica de olho nos blogs e na comunidade de aplicativos para potenciais viola??es de suas regras. Se a viola??o ? descoberta, os aplicativos s?o removidos em 24 horas e o desenvolvedor recebe um aviso.

O executivo do Google foi questionado sobre a coleta de dados de redes Wi-Fi no servi?o Street View, que captura imagens. Davidson disse que a coleta de dados n?o foi intencional e n?o foi feita para melhorar o produto Google Maps. "Foi um erro e certamente nunca tivemos a inten??o de coletar informa??es dos usu?rios", disse.

Davidson tamb?m afirmou que a pol?tica do Google ? diferente da Apple e que a natureza do sistema de c?digo aberto ? n?o interferir no trabalho dos desenvolvedores. Para proteger os usu?rios, o executivo disse que o Google tem uma lista de funcionalidades, incluindo os servi?os de localiza??o, que podem ser baixados no Android Market. Ele afirmou que sempre ? perguntado aos usu?rios se eles querem compartilhar estas informa??es assim que instalam os aplicativos e o consumidor tem o poder de alterar esta decis?o sempre que achar necess?rio.

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Dentre as inúmeras opções de smartphones disponíveis hoje no mercado, duas delas têm se destacado nos últimos dias: o Optimus Black, da LG e o iPhone, da Apple. Um deles – o Optimus – ainda não foi colocado no mercado mundial, mas as possíveis divergências entre os dois já são alvo da crítica especializada. Confira algumas delas:

De cara, o diferencial entre ambos está no conjunto peso/tamanho da carcaça/espessura: são 63.5 x 121 x 9.2 mm para o Optimus e 58.6 x 115.2 x 9.3 mm para o iPhone. Conclusão: o dispositivo da LG é mais leve (109 gr) e mais fino do que o concorrente (137gr). Outro aspecto a favor do Optimus é a maior duração da Bateria (609 minutos, em relação aos 538 do iPhone).

Por outro lado, o iPhone ganha em rapidez de processamento, embora o Optimus ganha em eficiência energética, ao poupar energia com uma tela capacitiva NOVA que em relação a tela do gadget da Apple (não é AMOLED), leva vantagem.

Quanto ao sistema operacional de ambos, alguns críticos não hesitam em optar pela estabilidade e agilidade do iOS, em detrimento do Android, seja ele 2.2 ou 2.3, ainda que este seja mais popular que o da Apple.

Além das duas câmeras já confirmadas, a LG alardeia que irá oferecer um preço melhor em relaçao ao praticado pelo iPhone e o de outros concorrentes. É esperar para saber.

Sem dúvidas, estas não são as únicas diferenças a serem ressalvadas. Uma análise profunda revelaria outras. Por ora, é o bastante para levar o consumidor final a uma decisão plausível e, como sempre, soberana.

Por Alberto Vicente

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Veja só que surpresa a Páscoa trouxe este ano: o famigerado iPhone 4 branco finalmente foi confirmado. Quase um ano após o lançamento do iPhone original e atingido por atraso seguido de atraso, amanhã os americanos poderão comprar um aparelho que pensamos que nunca ia existir.

A Apple não quis falar muito sobre por que o aparelho branco demorou dez meses para chegar às lojas — apesar de Steve Jobs e Phil Schiller terem dito à Ina Fried que “não é tão simples fazer algo branco. Há muito mais por trás tanto e ciência de materiais, como ele ficará com o passar do tempo… mas também era preciso saber como ele funcionaria com os sensores”. Mas o lançamento do iPhone 4 branco neste mês traz uma grande dúvida junto: parece mais provável do que nunca que não teremos um iPhone novo em junho, como aconteceu nos últimos anos. Nós mostramos um aparelho novo para o mundo e o substituímos em dois meses?

Apesar do impressionante erro de cálculo que culminou em um atraso de quase um ano para criar um aparelho em quantidades suficientes na casa das centenas de milhares, se não milhões, de unidades, a Apple exerce uma precisão notável quando o assunto é planejamento e execução de das cadeias de abastecimento de um produto anunciado. Seja lá o que tenha causado o atraso da versão branca, foi um erro. Algo mudou, e lançá-lo agora não é mais.

O iPhone branco deixa mais claro que um novo iPhone provavelmente não será lançado nos próximos meses. O mês de setembro, quando a Apple tradicionalmente atualiza a linha de iPods, parece uma época mais razoável, dando pelo menos cinco meses de mercado para a versão branca. O iPhone 4 teria um tempo de vida maior, pareceria ainda mais antigo quando a próxima versão fosse anunciada e o lançamento estaria de acordo com o ciclo de lançamento do iPhone 4 da Verizon.

Assim, não tenha tanto medo de comprar um iPhone 4 e ser deixado para trás na maratona tecnológica nos próximos meses. Você pode ficar com o aparelho sem paranóias consumistas por alguns bons meses que, com os avanços tecnológicos acelerados, são quase uma eternidade. Até a quinta versão chegar.

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Quer saber mais sobre o seu iPhone? Explorar melhor os recursos do aparelho? Pois já está disponível na banca virtual O Jornaleiro a versão para iPad do  Macworld Superguide sobre o iPhone 4 (e versões anteriores), livro que traz 130 dicas de uso do equipamento e os 50 melhores aplicativos para o smartphone.

Com a publicação é possível saber como economizar bateria, converter vídeos para executar no aparelho, resolver panes no equipamento e muito mais. O Superguide, que está cotado a 4,99 dólares, conta com o conteúdo das redações da  Macworld dos Estados Unidos e do Brasil.

Na versão para o tablet é possível “folhear” as páginas com apenas um toque, navegar pelo índice com o uso de miniaturas das reportagens, escolher entre modo retrato e paisagem e ampliar conteúdos.

A banca virtual O Jornaleiro foi lançada em janeiro deste ano e oferece cerca de 20 publicações, como Caras, Computerworld, CIO, Scientific American e Conhecer. Até o final de 2011, o aplicativo da Gol Mobile deve chegar a 100 títulos. Até o mês de abril, o  aplicativo já tinha sido  baixado cerca de 5.600 vezes, gerando quase 22 mil downloads de revistas.

Para ter acesso ao Superguide, basta baixar o aplicativo gratuito O Jornaleiro, escolher a publicação na prateleira, e solicitar a compra. O programa pede iOS 3.2 ou mais recente.

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Superguide do iPhone: 130 dicas

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