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A Research In Motion perdeu mais market share para a Apple e para o Google no competitivo mercado de smartphones dos Estados Unidos, mostrou um relat?rio, e duas corretoras cortaram seus pre?os-alvo para a fabricante do BlackBerry com preocupa??es de que ela n?o possa mais acompanhar o ritmo do setor.

Enquanto a participa??o de mercado da plataforma Android, do Google, saltou para 36,4 por cento e a fatia do iPhone da Apple avan?ou para 26 por cento, o market share da RIM caiu de 30,4 por cento no trimestre anterior para 25,7 por cento, segundo relat?rio da comScore. Os dados fizeram a RIM cair da segunda para a terceira posi??o no setor.

O esfor?o da fabricante canadense para se manter na competi??o n?o deve ficar mais f?cil. Espera-se que o servi?o iCloud, da Apple, v? prejudicar a RIM, afirmou o analista Shaw Wu, da Sterne Agee, em nota.

A UBS cortou seu pre?o-alvo para a a??o da empresa citando temores quanto ao aumento da competi??o e a incerteza sobre a afina??o do lan?amento dos produtos da RIM com o momento do mercado.

A Sterne Agee, outra corretora a cortar seu pre?o-alvo para os pap?is da companhia, disse que o lan?amento do iCloud pode resultar em alguns danos colaterais para a RIM.

A a??o da RIM perdeu mais de 40 por cento de seu valor desde uma m?xima pouco acima de 70 d?lares em fevereiro. Elas ca?am 3,37 por cento ?s 17h28, a 38,15 d?lares, pela primeira vez abaixo de 40 d?lares desde mar?o de 2009.

(Reportagem de Alastair Sharp em Toronto e Siddharth Cavale em Bangalore)

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Como aponta uma reportagem recente do jornal Financial Times, a computação na nuvem (tecnologia que armazena dados em servidores remotos) está ajudando os rivais da Apple, e já representa um motivo de preocupação para a empresa de Steve Jobs. Apesar de os aparelhos móveis da “maçã” contribuirem para o crescimento da nuvem, a companhia ganha muito menos com essa onda, se pensarmos como ela está posicionada no mercado.

Obviamente, estou escrevendo esse artigo em um MacBook Pro, depois tenho de correr para sair com meu iPhone, e talvez checar meus e-mails no iPad quando voltar, então isso pode parecer confuso. No entanto, aquelas empresas que se consideram rivais diretos da Apple, como a HP, a Dell e a Intel, estão ganhando mais terreno na nuvem do que a Apple.

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iPhone: celulares estimulam a computação na nuvem

A Apple lidera o campo em aparelhos portáteis que estimulam a computação na nuvem ao conduzir ondas de upgrades de centros de dados que, por sua vez, empurram as vendas de HP, Dell e Intel. A Apple criou a lâmina e resolveu deixar outras empresas venderem os aparelhos de barbear.

A Dell, por exemplo, atribuiu um grande aumento em sua margem de lucro, chegando a 23%, a uma mudança em seu mix de negócios para armazenamento e serviços, que direcionados pelas necessidades em torno da construção de nuvens públicas e privadas. A HP e a Intel, por sua vez, estão vendo crescimentos parecidos.

A realidade é que a Apple não fornece o armazenamento e os produtos de computação que se tornarão as matérias primas para a construção das chamadas nuvens computacionais. Dell, HP, Intel, e possivelmente Oracle e IBM, são as que mais terão a ganhar com o rápido movimento para a nuvem. Assim, mesmo que todos nós tenhamos iPhones e iPads, os servidores alavancados por esses aparelhos para processamento remoto não estão vindo da Apple.

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