Mostrando postagens com marcador nuvem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador nuvem. Mostrar todas as postagens
Nova York A Apple confirmou que vai apresentar na semana que vem o seu serviço de computação em nuvem (em que o usuário pode acessar seus dados em mais de um aparelho), o iCloud.

A empresa não deu detalhes sobre o novo serviço, mas ela já teria fechado acordo com ao menos três das grandes gravadoras (Sony Music, Warner Music e EMI), que permitiria que o usuário ouvisse no computador ou no celular, por exemplo, músicas que já possui. As negociações com a Universal ainda estariam em andamento.

A Apple também disse que Steve Jobs, o presidente-executivo da empresa, estará na apresentação do iCloud, na segunda que vem. Será uma das raras aparições públicas de Jobs desde que ele pediu licença médica em janeiro.

O preço da ação da companhia estava ontem praticamente igual ao de antes de Jobs anunciar sua ausência.

Os planos da Apple eram comentados havia algumas semanas, o que teria feito Amazon e Google antecipar o lançamento de serviços de computação em nuvem.

Vantagens

A vantagem do serviço da Apple, caso seja confirmado o acerto com as gravadoras, é que o usuário não terá que baixar em um servidor todas as suas músicas para poder acessá-las - o que, em alguns casos, pode demorar horas ou até dias.

Ele analisaria as músicas que o usuário tem no computador, por exemplo, e concederia o acesso a esses arquivos para outros aparelhos. Não está claro ainda se a empresa vai cobrar pelo iCloud.

Concorrentes

No caso do Google, o seu serviço, o Music Beta, lançado no mês passado, é, ao menos por enquanto, grátis e o usuário pode sincronizar até 20 mil arquivos de música -até o momento ele só pode ser acessado por usuários que vivem nos EUA.

Continue lendo...

A Apple apresentar? seu servi?o de armazenamento de m?sicas em nuvem, o iCloud, na semana que vem durante a WWDC 2011, mas j? conseguiu contratos com as quatro maiores gravadoras (EMI, Universal Music, Sony Music e Warner Music) para iniciar a oferta do servi?o, de acordo com fontes do jornal Los Angeles Times.

Siga o iG Tecnologia no Twitter Siga o iG Tecnologia no Twitter

Segundo o jornal, o servi?o deve ser gratuito durante um certo per?odo para pessoas que comprarem m?sicas por meio da iTunes Store, loja de aplicativos da Apple. Ap?s este per?odo, a Apple deve come?ar a cobrar uma assinatura mensal pelo servi?o que, segundo o jornal, ser? de US$ 25 (cerca de R$ 40). A empresa tamb?m planeja mostrar an?ncios por meio do servi?o, como maneira de gerar receita com publicidade.

As fontes do jornal afirmam, ainda, que as gravadoras ter?o direito a 70% das receitas da Apple com o servi?o iCloud, al?m de distribuir 12% para pagar direitos autorais de artistas. Cerca de 18% da receita total ficar? para a Apple.

No in?cio, o foco do iCloud ser? em permitir que as pessoas que baixam m?sicas a partir da iTunes guardem suas m?sicas em servidores da Apple. O data center da empresa est? localizado na cidade de Cupertino (Calif?rnia, EUA). Ap?s a primeira fase, o servi?o tamb?m poder? ser usado para armazenar fotos, v?deos e outros conte?dos digitais.

Atualmente, a iTunes Store det?m quase 80% do mercado de m?sica digital em todo o mundo. Com o servi?o de armazenamento de m?sica em nuvem, a Apple concorrer? diretamente com o Google, que lan?ou  recentemente seu servi?o pr?prio, chamado Google Music; e tamb?m com a Amazon, que tamb?m oferece servi?o semelhante, chamado Amazon Cloud Drive.

iTunes no Brasil

O iCloud deve demorar algum tempo para chegar ao Brasil, visto a iTunes Store ainda n?o funciona para venda de m?sicas por aqui. Segundo o iG apurou, no entanto, os cart?es pr?-pagos para comprar m?sicas por meio da loja come?am a ser vendidos em lojas do varejo de todo o Pa?s em outubro, quando a venda de m?sicas pela iTunes ser? liberada no Brasil.

Continue lendo...

Como aponta uma reportagem recente do jornal Financial Times, a computação na nuvem (tecnologia que armazena dados em servidores remotos) está ajudando os rivais da Apple, e já representa um motivo de preocupação para a empresa de Steve Jobs. Apesar de os aparelhos móveis da “maçã” contribuirem para o crescimento da nuvem, a companhia ganha muito menos com essa onda, se pensarmos como ela está posicionada no mercado.

Obviamente, estou escrevendo esse artigo em um MacBook Pro, depois tenho de correr para sair com meu iPhone, e talvez checar meus e-mails no iPad quando voltar, então isso pode parecer confuso. No entanto, aquelas empresas que se consideram rivais diretos da Apple, como a HP, a Dell e a Intel, estão ganhando mais terreno na nuvem do que a Apple.

iphone4390b

iPhone: celulares estimulam a computação na nuvem

A Apple lidera o campo em aparelhos portáteis que estimulam a computação na nuvem ao conduzir ondas de upgrades de centros de dados que, por sua vez, empurram as vendas de HP, Dell e Intel. A Apple criou a lâmina e resolveu deixar outras empresas venderem os aparelhos de barbear.

A Dell, por exemplo, atribuiu um grande aumento em sua margem de lucro, chegando a 23%, a uma mudança em seu mix de negócios para armazenamento e serviços, que direcionados pelas necessidades em torno da construção de nuvens públicas e privadas. A HP e a Intel, por sua vez, estão vendo crescimentos parecidos.

A realidade é que a Apple não fornece o armazenamento e os produtos de computação que se tornarão as matérias primas para a construção das chamadas nuvens computacionais. Dell, HP, Intel, e possivelmente Oracle e IBM, são as que mais terão a ganhar com o rápido movimento para a nuvem. Assim, mesmo que todos nós tenhamos iPhones e iPads, os servidores alavancados por esses aparelhos para processamento remoto não estão vindo da Apple.

Continue lendo...

A Apple fechou acordos com três das quatro maiores gravadoras do mundo da músicas, que permitirão que os usuários acessem suas coleções de músicas digitais a partir de aparelhos móveis, como o iPhone e o iPod, de acordo com reportagens da CNET e da Bloomberg.

Os contratos sinalizam para a possibilidade de a Apple lançar um serviço de assinatura digital de músicas que criaria uma “jukebox na nuvem”, um movimento que deve fazer com que as receitas com músicas atingissem níveis vistos pela última vez só há mais de dez anos.

Segundo fontes citadas pela CNET na quarta-feira, 18/5, e pela Bloomberg no dia seguinte, a Apple já fechou negócio com a EMI, Sony Music Entertainment e a Warner Music Group. Mas a empresa que teria ficado de fora até o momento é a Universal, justamente a maior de todas. De acordo com informações da Bloomberg, o acordo entre a “maçã” e a Universal está próximo de ser fechado.

“Isso parece um balão de relações públicas”, disse o professor de mídia da Rutgers University, Aram Sinnreich. “A Apple vaza notícias desses negócios para colocar pressão na Universal e conseguir o mesmo acordo que as outras gravadoras concordaram.”

Se as informações estiverem corretas, a Apple poderia lançar um serviço na nuvem autorizado pelas gravadoras para competir com serviços similares, mas não licenciados, de rivais como Amazon e Google.

Com um serviço na nuvem – provavelmente como parte do MobileMe, que os especialistas acreditam que será repaginado nos próximos meses – os consumidores poderão reproduzir músicas de sua biblioteca no iTunes pela Internet, tendo assim acesso a suas músicas a partir de qualquer lugar, com seus iPhones, iPods, iPads e Macs.

Continue lendo...

A Apple fechou acordos com três das quatro maiores gravadoras do mundo da músicas, que permitirão que os usuários acessem suas coleções de músicas digitais a partir de aparelhos móveis, como o iPhone e o iPod, de acordo com reportagens da CNET e da Bloomberg.

Os contratos sinalizam para a possibilidade de a Apple lançar um serviço de assinatura digital de músicas que criaria uma “jukebox na nuvem”, um movimento que deve fazer com que as receitas com músicas atingissem níveis vistos pela última vez só há mais de dez anos.

Segundo fontes citadas pela CNET na quarta-feira, 18/5, e pela Bloomberg no dia seguinte, a Apple já fechou negócio com a EMI, Sony Music Entertainment e a Warner Music Group. Mas a empresa que teria ficado de fora até o momento é a Universal, justamente a maior de todas. De acordo com informações da Bloomberg, o acordo entre a “maçã” e a Universal está próximo de ser fechado.

“Isso parece um balão de relações públicas”, disse o professor de mídia da Rutgers University, Aram Sinnreich. “A Apple vaza notícias desses negócios para colocar pressão na Universal e conseguir o mesmo acordo que as outras gravadoras concordaram.”

Se as informações estiverem corretas, a Apple poderia lançar um serviço na nuvem autorizado pelas gravadoras para competir com serviços similares, mas não licenciados, de rivais como Amazon e Google.

Com um serviço na nuvem – provavelmente como parte do MobileMe, que os especialistas acreditam que será repaginado nos próximos meses – os consumidores poderão reproduzir músicas de sua biblioteca no iTunes pela Internet, tendo assim acesso a suas músicas a partir de qualquer lugar, com seus iPhones, iPods, iPads e Macs.

Continue lendo...

A Apple fechou acordos com três das quatro maiores gravadoras do mundo da músicas, que permitirão que os usuários acessem suas coleções de músicas digitais a partir de aparelhos móveis, como o iPhone e o iPod, de acordo com reportagens da CNET e da Bloomberg.

Os contratos sinalizam para a possibilidade de a Apple lançar um serviço de assinatura digital de músicas que criaria uma “jukebox na nuvem”, um movimento que deve fazer com que as receitas com músicas atingissem níveis vistos pela última vez só há mais de dez anos.

Segundo fontes citadas pela CNET na quarta-feira, 18/5, e pela Bloomberg no dia seguinte, a Apple já fechou negócio com a EMI, Sony Music Entertainment e a Warner Music Group. Mas a empresa que teria ficado de fora até o momento é a Universal, justamente a maior de todas. De acordo com informações da Bloomberg, o acordo entre a “maçã” e a Universal está próximo de ser fechado.

“Isso parece um balão de relações públicas”, disse o professor de mídia da Rutgers University, Aram Sinnreich. “A Apple vaza notícias desses negócios para colocar pressão na Universal e conseguir o mesmo acordo que as outras gravadoras concordaram.”

Se as informações estiverem corretas, a Apple poderia lançar um serviço na nuvem autorizado pelas gravadoras para competir com serviços similares, mas não licenciados, de rivais como Amazon e Google.

Com um serviço na nuvem – provavelmente como parte do MobileMe, que os especialistas acreditam que será repaginado nos próximos meses – os consumidores poderão reproduzir músicas de sua biblioteca no iTunes pela Internet, tendo assim acesso a suas músicas a partir de qualquer lugar, com seus iPhones, iPods, iPads e Macs.

Continue lendo...

20 de maio de 2011, ?s 17h21minPor Reda??o Administradores, www.administradores.com.br

Os serviços de música na nuvem estão, definitivamente, se tornando uma promessa de tendência para o futuro. Após a Amazon divulgar o Cloud Drive e o Google convidar alguns usuários para testar o Music, a Apple deve anunciar, no começo de junho, o seu serviço próprio de música na nuvem, segundo o Link, blog de tecnologia do Estadão.


O diferencial da companhia de Steve Jobs seriam as parcerias. A empresa tem um acordo com a Warner Music, um contrato com a EMI e estaria próximo de fechar um negócio com a Universal e a Sony. Isso tornaria a Apple menos sujeita a processos envolvendo direitos autorais.


O upload dos arquivos de áudio seria efetuado automaticamente, através de um escaneamento do disco rígido do usuário. O serviço deve ser cobrado, mas, segundo fontes citadas pelo blog, se o pagamento não for efetuado, o usuário perderá todas as músicas upadas. 


Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Continue lendo...

A Apple assinou um acordo de licenciamento para disponibilizar m?sica na ?nuvem? com a EMI Music, estando para breve outros acordos

Segundo o site Cnet seguir-se-?o a Universal e a Sony Music. A empresa j? tem tamb?m um acordo assinado com a Warner Music.

Com estes acordos a empresa de Steve Jobs quer fazer face ? concorr?ncia, nomeadamente da Amazon e da Google, que est?o a oferecer servi?os de m?sica na ?nuvem? mas sem acordos de licenciamento.

De acordo com a mesma fonte, os contratos de licenciamento com a Universal e com a Sony dever?o ser assinados na pr?xima semana.

Tanto a Apple como as empresas discogr?ficas declinaram comentar estas not?cias.

Continue lendo...

A Microsoft decidiu oferecer seu serviço de computação em nuvem Windows Azure como uma plataforma para fornecer serviços de retaguarda (back-end) para dispositivos móveis, incluindo os sistemas Apple iOS e Google Android.

A oferta apoia-se nos Windows Azure Toolkits for Devices, que trazem bibliotecas nativas, exemplos e documentação.

O Windows Azure Toolkit for iOS, lançado na semana passada, busca ajudar os desenvolvedores de aplicações para o iOS a usar os serviços Windows Azure. Ele traz uma biblioteca de código aberto em Objective-C para servir de interface ao Azure, afirmou S. Somasegar, vice-presidente sênior da divisão de desenvolvedores da Microsoft, em blog da empresa.

Também está no cronograma da Microsoft um Windows Azure Toolkit for Android, cuja versão preliminar foi prometida para meados de julho.

“Eu tenho comentado bastante ultimamente sobre como o Windows Azure é um grande back-end para aplicações que se expandem para várias plataformas e aparelhos”, afirmou Somasegar. “Ao colocar dados e lógica de aplicação nos serviços Azure, cada aplicação que você escrever para cada aparelho terá menos código exclusivo e, com isso ,você poderá alcançar mais consumidores, mais rapidamente.”

A lista de novidades da Microsoft inclui ainda um suporte ampliado à nuvem para sua própria plataforma de smartphone Windows Phone 7. Nesta semana, durante a TechEd North America 2011, em Atlanta (EUA), a empresa deverá lançar uma nova versão de seu Windows Azure Toolkit for Windows Phone 7. Esta versão deverá oferecer suporte a filas de armazenamento (Storage Queues) e a uma interface de aplicação web atualizada.

Os esforços da Microsoft para promover o casamento entre nuvem e mobilidade ocorrem ao mesmo tempo que a Google tenta fazer o mesmo com o Android e a nuvem Google App Engine. Uma versão atualizada do Google Plugin for Eclipse, detalhada na semana passada, oferece ligações para as duas tecnologias.

A biblioteca de ferramentas para iOS pode ser baixada do site GitHub, que também fornece exemplos e documentação.

Continue lendo...

Jornal do iPhone. Original design by : Yanku-template | Sponsored by : Tutorial87 / Commentcute / Free Blogger Template