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A Apple prometeu ontem, 24/5, liberar em breve uma atualização para o Mac OS X que irá encontrar e apagar o falso programa de segurança MacDefender, além de avisar usuários ainda não afetados pelo malware, caso tentem  baixar o programa falso.

O anúncio – parte de um novo documento que a companhia liberou no mesmo dia – foi o primeiro reconhecimento público da companhia sobre a ameaça oferecidas pelo que os especialistas chamam de “scareware” ou “rogueware” (softwares que tentam assustar as vítimas e convencê-las a baixar programas).

“Nos próximos dias, a Apple vai entregar um update do Mac OS X que automaticamente encontrará e removerá o malware Mac Defender e suas variações conhecidas”, explica a companhia no documento. “A atualização também ajudará a proteger os usuários ao fornecer um aviso explícito se eles baixarem esse malware.” A Apple também destacou quais passos os usuários infectados podem tomar para livrar seus Macs do scareware.

O diretor de segurança da nCircle Security, Andrew Storms, ficou surpreso com o fato de a Apple dizer que vai colocar uma ferramenta de limpeza de malware no Mac OS X.

“Isso é terreno novo para a Apple”, disse, apontando que a ação é inédita para a companhia, que até então só oferecia um mecanismo básico de detecção de malware no Mac OS X 10.6 (Snow Leopard) e então apenas enchia-o com um punhado de divisões.

“Não apenas a Apple irá ajudar seus usuários a removerem (o Mac Defender), mas ao fazer isso, eles também estão admitindo que há problemas de segurança com o sistema Mac OS”, afirma Storms.

O MacDefender – que também é conhecido pelos nomes MacProtector e MacSecurity – apareceu pela primeira vez no início deste mês, quando a companhia de segurança Intego afirmou ter encontrado o scareware.

Scareware e rogueware são termos para programas falsos de segurança que alegam que um computador pessoal está muito infectado com vírus, worms e outros malwares. Uma vez instalados, esses softwares importunam os usuários com pop-ups difusos e alertas falsos até cobrarem uma taxa pelo programa falso e que não vale nada.

O MacDefender foi o primeiro programa do tipo com visual profissional direcionado para Macs - o programa teria sido criado por gangue especializada em ataques contra PCs com Windows, segundo a Microsoft.

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A Apple prometeu ontem, 24/5, liberar em breve uma atualização para o Mac OS X que irá encontrar e apagar o falso programa de segurança MacDefender, além de avisar usuários ainda não afetados pelo malware, caso tentem  baixar o programa falso.

O anúncio – parte de um novo documento que a companhia liberou no mesmo dia – foi o primeiro reconhecimento público da companhia sobre a ameaça oferecidas pelo que os especialistas chamam de “scareware” ou “rogueware” (softwares que tentam assustar as vítimas e convencê-las a baixar programas).

“Nos próximos dias, a Apple vai entregar um update do Mac OS X que automaticamente encontrará e removerá o malware Mac Defender e suas variações conhecidas”, explica a companhia no documento. “A atualização também ajudará a proteger os usuários ao fornecer um aviso explícito se eles baixarem esse malware.” A Apple também destacou quais passos os usuários infectados podem tomar para livrar seus Macs do scareware.

O diretor de segurança da nCircle Security, Andrew Storms, ficou surpreso com o fato de a Apple dizer que vai colocar uma ferramenta de limpeza de malware no Mac OS X.

“Isso é terreno novo para a Apple”, disse, apontando que a ação é inédita para a companhia, que até então só oferecia um mecanismo básico de detecção de malware no Mac OS X 10.6 (Snow Leopard) e então apenas enchia-o com um punhado de divisões.

“Não apenas a Apple irá ajudar seus usuários a removerem (o Mac Defender), mas ao fazer isso, eles também estão admitindo que há problemas de segurança com o sistema Mac OS”, afirma Storms.

O MacDefender – que também é conhecido pelos nomes MacProtector e MacSecurity – apareceu pela primeira vez no início deste mês, quando a companhia de segurança Intego afirmou ter encontrado o scareware.

Scareware e rogueware são termos para programas falsos de segurança que alegam que um computador pessoal está muito infectado com vírus, worms e outros malwares. Uma vez instalados, esses softwares importunam os usuários com pop-ups difusos e alertas falsos até cobrarem uma taxa pelo programa falso e que não vale nada.

O MacDefender foi o primeiro programa do tipo com visual profissional direcionado para Macs - o programa teria sido criado por gangue especializada em ataques contra PCs com Windows, segundo a Microsoft.

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Publicada em 18/05/2011 ?s 16h14m

O Globo, com ag?ncias e sites internacionais CEO Paul Otellini / Foto: AP

NOVA YORK/BARCELONA - Produtos que lan?aram tend?ncias fabricados pela Apple foram um fator importante nos planos da Intel de lan?ar novos processadores, afirmou Tom Kilroy, vice-presidente s?nior da fabricante de chips, durante o Reuters Global Technology Summit, em Nova York, nesta quarta-feira. Em Barcelona, o CEO Paul Otellini chamou aten??o para a alian?a com a Nokia, que n?o rendeu bons frutos com o desenvolvimento do Meego.

- Trabalhamos bem pr?ximos a eles (Apple) e estamos constantemente buscando o que podemos fazer em rela??o aos produtos do futuro. Eu iria longe, a ponto de dizer que a Apple nos ajuda a estabelecer nosso cronograma futuro - disse Kilroy.

A Apple projetou seus pr?prios processadores para o iPhone e o iPad, usando tecnologia licenciada da brit?nica ARM, amplamente usada no mercado de aparelhos m?veis. Mas, em sua linha de computadores MacBook, que estabelece padr?es para outras fabricantes, a Apple usa chips da Intel, desde 2006.

Kilroy negou insinua??es de que processadores da ARM poderiam, no fim, tirar o lugar da Intel no segmento desses computadores.

- Olhe a performance dessas plataformas. Elas usam as ?ltimas e mais potentes vers?es de n?cleos de segunda gera??o, e a ARM n?o chega nem perto da nossa capacidade nesse segmento - disse ele.

Kilroy n?o confirmou especificamente se a Intel possui garantias de que ter? um lugar nos MacBooks do futuro, dizendo que esse tipo de an?ncio ? uma decis?o da Apple.

A inclus?o de componentes de uma fornecedora em um produto da Apple ? vista como um grande feito, dada a reputa??o da companhia, ligada a qualidade e inova??o. O grande volume de vendas de produtos da Apple tamb?m implica em maior receita para quem fornece componentes.

Uni?o da Intel com a Nokia foi um erro, diz Otellini

Paul Otellini, CEO da Intel, anunciou algumas corre??es no plano da empresa e reconheceu ao jornal ' El Pa?s ' que a alian?a com a Nokia foi um erro. As companhias fecharam um acordo para o desenvolvimento do Meego, um sistema operacional para smartphones, que ap?s parecer abandonado estar? presente no Nokia N9, segundo informa??es da Nokia, no teaser publicado no YouTube.

O aparelho, rec?m-lan?ado pela maior fabricante de celulares em volume, n?o vir? com o finado Symbian, nem com o futuro Windows Phone, e sim com o fruto da confusa uni?o com a Intel, o Meego.

A Nokia, anunciou recentemente um acordo com a Microsoft, para o uso de seu sistema operacional. Entretanto, celulares com o novo Windows para smartphones s? devem chegar no final de 2012.

J? que a alian?a com a Nokia n?o foi produtiva, a Intel planeja agora desenvolver um novo processador para abastecer outros fabricantes de celulares, que chegar? no primeiro semestre de 2012. No setor de tablets, a Intel espera fornecer suas solu??es para cerca de 35 modelos.

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publicado em 12/05/2011 às 14h25: Sites dizem que iPhone e aparelhos com sistema do Google também fazem esse registro

DivulgaçãoDivulgação
A Nokia confirmou, segundo o site britânico Guardian, que grava informações sobre a localização dos telefones com sistema operacional Symbian. O assunto se tornou polêmico em abril, quando os pesquisadores Alasdair Allan e Pete Warden divulgaram um artigo no site americano de tecnologia O'Reilly Radar com a notícia de que um teste feito por eles revelou iPhones e iPads 3G rastreiam e arquivam detalhes sobre os movimentos de todos os usuários desses.

A mensagem citada pelo site diz que, de acordo com a Nokia, um smartphone da maior fabricante de celulares do mundo armazena até 2.500 posições de torres de telefonia celular em período ilimitado de tempo, além de gravar a localização das redes Wi-Fi (conexão sem fio) e GPS por até sete dias e por até 40 horas os registros do serviço de posicionamento Ovi Mapas.

A companhia diz que as informações são armazenadas em um área segura da memória do celular, enviadas à empresa de maneira criptografada (protegida) e apagadas logo depois da transmissão, cujo objetivo é melhorar os serviços oferecidos aos clientes.

A Nokia explica ainda que não coleta dados pessoais, apenas latitude, longitude, velocidade (no caso do uso como GPS), direção e ponto de localização. De acordo com a empresa, esses dados não conseguem ser acessados por desenvolvedores de aplicativos.

- Os dados de posicionamento [...] não são usados para rastrear a localização dos consumidores, mas é usado para fornecer a melhor experiência de serviço.

Outras marcas

Depois que a Apple foi acusada pelos especialistas O'Reilly Radar de rastrear e arquivar o movimento de iPhones e iPads 3, o jornal americano Wall Street disse que fez um teste e descobriu que o iPhone coleta dados sobre o movimento dos usuários mesmo quando serviços de localização do aparelho estão desligados.

O jornal publicou ainda que os telefones celulares que possuem o sistema operacional Android, do Google, também estão equipados com um sistema que registra a localização de seus usuários. A publicação destaca uma pesquisa do analista de segurança Samy Kamkar, que testou um aparelho da marca HTC com sistema Android.

De acordo com o Guardian, a Microsoft admitiu, por meio de uma mensagem, que dispositivos equipados com o sistema operacional Windows Phone coletam informações sobre sua localização. O site britânico diz que entrou em contato com a RIM (Research In Motion), fabricante do BlackBerry, para saber se os aparelhos da empresa também fazem esse tipo de registro, mas ainda não obteve resposta.


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