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Qui, 02 de Junho de 2011 10:34 Redação Imprimir

O Ning, plataforma mundial para a criação de websites sociais customizados, é o primeiro parceiro do Marketplace.

A Locaweb anuncia o Marketplace Locaweb, uma loja de aplicativos online, em desenvolvimento, que será lançada nos próximos meses. Empresários de pequenos e médios negócios encontrarão, quando a plataforma estiver disponível, várias soluções para o dia a dia. Com isso, a Locaweb terá uma linha mais abrangente de soluções SaaS (Software as a Service), atendendo à necessidade de diversos clientes.

O Ning, plataforma mundial para a criação de websites sociais customizados, é o primeiro parceiro do Marketplace. “Essa é uma parceria estratégica para o Ning, já que o Brasil é o terceiro maior mercado para a empresa em usuários e rentabilidade”, diz Cristian Cussen, diretor do Ning para a Europa e América Latina. “A Locaweb é uma empresa inovadora e essa iniciativa apoiará o crescimento de pequenas e médias empresas no país.” Para o pré-lançamento do projeto, todos os clientes da Locaweb já terão 20% de desconto exclusivo nos planos oferecidos pelo Ning. Mais detalhes em http://lwgo.to/mktplace.

“Queremos aproveitar os 13 anos de experiência e mais de 220.000 clientes da empresa para fazer com que todo o ecossistema à nossa volta cresça”, diz Guilherme Mazzola, gerente de Desenvolvimento de Mercados da Locaweb e responsável pelo projeto. “Não apenas com grandes parceiros, mas também com desenvolvedores e startups de tecnologia por todo o Brasil que têm bons aplicativos e querem alavancar suas vendas, em uma vitrine com milhões de visitantes por mês, como é nosso site”.

A Locaweb já mantém conversas com outros parceiros para o projeto, mas desenvolvedores de aplicativos de todos os portes, interessados em fazer parte desta plataforma, estão convidados a submeter seus produtos para uma avaliação da Empresa. Para isso, basta preencher o questionário (gratuitamente) em: http://lwgo.to/querovender.

“O modelo de loja de aplicativos já é algo consolidado – vide AppStore, para iPhone e iPad, e Android Market, do Google, dois exemplos de exibição de soluções que deram excelentes resultados”, afirma  Gilberto Mautner, CEO e cofundador da Locaweb. “Sempre procuramos formas de levar possibilidades de crescimento para o pequeno empresário e cliente Locaweb, como já fizemos com cerca de 17.000 parceiros desenvolvedores de sites que temos hoje. A partir dessas ideias, nasceu o Marketplace”, diz.

 

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SÃO PAULO - Decidir que aplicativos são essenciais no iPad não é tarefa fácil. Afinal, são mais de 350 mil títulos disponíveis na App Store.

A escolha depende, é claro, da maneira como a pessoa usa o tablet e das suas preferências pessoais. Nesta lista, incluímos 15 ótimos aplicativos que são úteis para a maioria das pessoas. Eles cobrem acesso a redes sociais e notícias, edição de documentos, organização pessoal, livros e outras áreas de uso do iPad. Todos estão disponíveis na App Store e 11 deles são gratuitos.

Naturalmente, nenhuma lista desse tipo pode ser considerada completa. O objetivo é oferecer boas indicações para quem acaba de comprar um iPad ou quer completar o seu instalando aplicativos essenciais

1 - Kindle

O aplicativo gratuito da Amazon.com é a versão em software do seu bem sucedido e-reader Kindle. A loja de livros digitais da Amazon lista 810 mil títulos para ele. Desses, 625 mil são oferecidos aos brasileiros, já que as restrições de copyright impedem a venda de certas obras fora dos Estados Unidos. Dos títulos à venda, há cerca de 1.600 em português. Alguns exemplos são o best-seller 1822, de Laurentino Gomes, vendido por 11,99 dólares, e várias obras de Paulo Coelho, em geral com preço abaixo de 12 dólares. O aplicativo inclui um dicionário de inglês e permite pesquisar facilmente uma palavra encontrada no texto. O programa também está disponível para outras plataformas, como Windows, Mac, Android e Blackberry. É possível sincronizar o marcador de página, as anotações e os destaques entre vários dispositivos, incluindo os e-readers Kindle. Assim, fica fácil começar a ler um livro no iPad, por exemplo, e continuar no computador ou no iPhone.

2 - Free Books

Como no nome sugere, o Free Books é um aplicativo específico para acesso a livros gratuitos em inglês. São obras clássicas, escritas antes de 1930, cujos direitos autorais já perderam a validade. A lista inclui 23 mil livros de escritores como Shakespeare, Mark Twain, Edgar Allan Poe, Lewis Carroll e Oscar Wilde. Com uma interface muito bem organizada, o programa apresenta os livros divididos por autor, e exibe breves biografias dos escritores mais importantes. Os livros podem ser vistos nas estantes virtuais da biblioteca ou pesquisados por título ou gênero. É preciso que o iPad (ou iPhone) esteja conectado à internet para baixar o livro. Feito o download, a conexão não é mais necessária. Ao ler, o usuário pode ajustar o tamanho dos caracteres exibidos e o esquema de cores na tela.

3 - PDF Reader

O PDF Reader é uma ótima opção para quem quer apenas ler livros e outros documentos em formato PDF, como muitos disponíveis gratuitamente na web. Ele também permite visualizar documentos nos formatos doc, ppt e txt, além de imagens. O PDF Reader oferece várias maneiras de transferir os arquivos para o iPad: pela rede sem fio Wi-Fi, via cabo USB, como anexo num e-mail ou diretamente de algum serviço de armazenamento na web, como o Dropbox. Ele também é capaz de transformar uma foto de documento em arquivo PDF. São muitos recursos por 0,99 dólar.

4 - Saraiva Digital Reader

O aplicativo da livraria Saraiva merece ser considerado apenas pela perspectiva de que venha a oferecer um acervo maior de livros brasileiros. Por enquanto, ele oferece 205 mil títulos, mas apenas 2 mil são em português. Estão lá, por exemplo, a biografia do cantor Tim Maia escrita por Nelson Motta (39,90 reais) e livros de auto-ajuda de Roberto Shinyashiki (de 12,53 a 24,43 reais). A lista inclui, ainda, cerca de 200 obras gratuitas, além de algumas revistas. Infelizmente, o aplicativo não é dos mais práticos. A compra dos livros é feita por meio do browser. Depois de concluída, é preciso voltar ao programa para fazer o download. Mas o item comprado nem sempre aparece nele como deveria. E as páginas são sempre mostradas uma a uma, mesmo com o tablet na posição paisagem. O programa, que é gratuito, tem, também, uma versão para Windows.

5 - Apple iBooks

Opção mais óbvia para quem tem um iPad, o aplicativo iBooks, da Apple, que pode ser baixado gratuitamente, dá acesso à iBookstore, a loja online da empresa. Há cerca de 200 mil títulos nela, mas os brasileiros, por enquanto, só podem baixar os livros gratuitos, quase todos em inglês. Ou seja, nada de best-sellers e nem livros mais recentes. O programa tem recursos para fazer anotações e destacar trechos do texto. Também permite escolher entre várias fontes de caracteres e alterar o tamanho das letras. Além disso, tem um recurso de pesquisa de palavras na web, na Wikipedia e num dicionário de inglês incluído nele. O iBooks também permite ver e organizar documentos em formato PDF.

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Início » Apple » E se você comprasse todos os aplicativos da App Store?

O sucesso da App Store é incontestável. Nessa semana, a Apple divulgou que chegou à marca dos 500 mil aplicativos devidamente aprovados pelos avaliadores da loja virtual. Desse total, cerca de 400 mil estão ativos ainda hoje na loja. O quanto custaria se você decidisse comprar cada um dos apps da App Store?

Uma análise feita pelas empresas 148Apps, Chillingo e Chomp chegou a uma conclusão assustadora (e interessante, por que não?). Caso uma pessoa verdadeiramente afortunada bancasse a compra desses aplicativos todos, teria de desembolsar cerca de US$ 891.982. Dá mais de R$ 1,4 milhão, para você ter uma ideia. E o melhor é que esse valor chegaria direto na próxima fatura do cartão de crédito (para a maioria dos usuários).

Em quase 3 anos, a App Store conseguiu números excepcionais que com certeza deixam tio Steve Jobs muito orgulhoso. Por exemplo, as estatísticas das três empresas apontam que existam atualmente quase 86 mil desenvolvedores de aplicativos para iPhone, iPod Touch e iPad. O Angry Birds é o app mais bem sucedido da história, depois de ficar 275 dias em primeiro lugar no ranking da empresa.

Considerando-se todos os apps, descobrimos que os jogos são a categoria que mais concentra título. Representam 15% do total de aplicativos, seguidos de perto pelos e-books, com 14%. Apps na categoria de entretenimento aparecem na terceira posição, com 11% da fatia.

Preços de apps na App Store em maio de 2011 (imagem: reprodução; fonte: 148Apps, Chillingo, Chomp)

A gente sabe que você gosta de apps gratuitos. Curiosamente, eles não são maioria na App Store: agrupam 37% de todos os aplicativos. Os demais são pagos. Dentre os pagos, o preço médio fica na casa dos US$ 3,64, que dá menos de R$ 6 no câmbio de hoje.

Dito isso, aposto que você está considerando comprar todos esses aplicativos para o seu dispositivo com iOS. E aí vai a má notícia: não existe armazenamento suficiente para instalar todos os apps no aparelho. E mesmo que tivesse, o número de ícones possíveis num iPhone ou iPod Touch está limitado — salvo engano — a cerca de 10 mil, já considerando as pastinhas.

Com informações: All Things Digital.


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Lista de Apps Publicada em 25/05/2011 ?s 23h53m

O Globo

RIO - Uma das grandes vantagens do iPad ? a praticidade que oferece para os aficionados pelas redes sociais. Diversos aplicativos para o tablet da Apple s?o voltados para esses usu?rios.

No entanto, muitos dos que j? est?o saracoteando faceiros com seus iPads pela cidade - bem escondidos, ? claro - ressentem-se do fato de que alguns apps ainda n?o est?o devidamente otimizados para aproveitar o m?ximo do iPad, informa reportagem de Carlos Alberto Teixeira. E muito menos para o iPad 2, que come?a a ser vendido nesta sexta-feira por aqui.

O site "The Telegraph", que nas ?ltimas semanas vem divulgando em partes uma lista de 250 aplicativos recomendados para o tablet, divididos por especializa??o de uso, apresentou sua sele??o de apps para redes sociais no iPad. Eis alguns deles:

FLIPBOARD: Foi premiado como o aplicativo do ano para iPad de 2010 pela "Time". ? uma ferramenta r?pida, gratuita, elegante e confort?vel para passear pelas novidades e fotos de seus amigos no Twitter, Facebook, Flickr e outras redes sociais. Tudo isso com um layout bem agrad?vel, lembrando o aspecto visual de uma revista. Alguns adeptos arriscam dizer que o Flipboard est? redefinindo o conceito de navegador para tablets.

FRIENDED FOR FACEBOOK: Na falta de um app oficial para o Face, este entra em cena como um aplicativo criado do zero especialmente para o iPad, em vez de uma adapta??o de um app j? existente para iPhone. Oferece quase todas as facilidades presentes no Facebook - not?cias, coment?rios, curti??es, galerias de fotos, notifica??es, chat, grupos etc. A vers?o Pro, a mais recomend?vel, sai por US$ 0,99.

TWITTER: Quem hoje sobrevive sem ele? A vers?o oficial atualizada do app iPad para o rei dos microblogs j? est? explorando a novidade das duas c?meras do iPad 2. ? gratuito e quase obrigat?rio. No entanto, o app Twitter andou irritando um monte de usu?rios brasileiros por causa de atualiza??es atabalhoadas que foram liberadas ?s pressas para o aplicativo, o que acabou exigindo corre??es posteriores. Mas essa fase cinzenta, referente ? vers?o 3.3.4, que durou s? at? o in?cio de maio, aparentemente j? passou.]

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Se você teve que restaurar alguma vez seu dispositivo iOS a partir de um backup do iTunes – caso, por exemplo, tenha feito um upgrade e adquirido um novo, ou se ele acabou de voltar do conserto – há uma boa chance de enfrentar um dos bugs mais chatos do sistema do iOS 4 e do player da Apple: a organização da tela inicial, feita com tanta paciência, desaparece.

A maioria dos aplicativos terceirizados não fica mais onde o usuário havia colocado, enquanto que poucas pastas continuam a existir, e, mesmos nas sobreviventes, o conteúdo original é alterado.

Esse bug pode ser causado porque, toda vez  que o usuário restaura o iPhone, iPod touch ou iPad através do iTunes, o player limpa todo o dispositivo, instala uma nova cópia do software iOS  e, por fim, restaura os conteúdos de mídia e as configurações a partir do backup.

Entretanto, o iTunes oferece dois tipos de recuperação. A primeira, descrita acima, é acessada ao clicar no botão Restaurar no ícone do dispositivo, a partir da tela inicial do iTunes.

restauracao01.jpg

O primeiro tipo de restauração faz um serviço de limpeza completo no aparelho


A outra é menos óbvia, e é alcançada ao clicar com o botão direito (ou Command+clique) no ícone do iPhone, localizado na barra lateral do player) e escolhendo a opção Restaurar do Backup. Assim que cado a janela de diálogo aparecer, o programa irá restaurar somente os dados e configurações, e não o firmware do dispositivo.

O que o aviso não diz é que os aplicativos terceirizados também permanecem no iPhone. O truque, então, é fazer o primeiro tipo restauração, permitindo que o programa sincronize os aplicativos e, após isso, executar a outra restauração, que não atualiza o firmware, para que o iTunes cuide da organização dos Apps.

Para fazer isso, siga os passos abaixo:

1. Conecte seu dispositivo (iPhone, iPad ou iPod touch) ao computador, selecione-o na barra lateral e clique em Restaurar, localizado na página principal do iTunes (caso seja um aparelho novo, pule para a próxima instrução).

2. Quando for solicitado pela janela de Restaurar do Backup (que, a menos que seja um dispositivo novo, pode demorar da 10 a 15 minutos), escolha o backup mais recente e clique em Restaurar.

3. Aguarde até o processo terminar e deixe o aparelho começar a sincronização. Caso o usuário clique na aba de Aplicativos no iTunes enquanto a sincronização acontece, há grandes chances de ver todos os apps sendo jogados por diversas telas, saindo da formação original.

4. Uma vez que o iTunes tenha terminado a sincronização dos apps, você pode clicar no pequeno “X” no display LCD do player para que ele interrompa o processo e não sincronize músicas, filmes, e outros conteúdos. Desde que os aplicativos tenham sido sincronizados, esse processo pode continuar depois – e os outros conteúdos podem ser adicionados mais tarde.

5. Dê um Command+clique (ou clique com o botão direito) no ícone do aparelho, localizado na barra lateral do programa e escolha Restaurar do Backup.

restauracao02.jpg

O segundo tipo de restauração faz o mesmo que a primeira, mas sem atualizar o firmware do dispositivo


6. Na janela de diálogo, escolha o mesmo backup selecionado no passo 2; clique em Restaurar.

7. Espere até o processo terminar; caso tenha interrompido a sincronização anterior depois que os apps foram copiados, o iTunes irá reconhecer primeiro os aplicativos e, ao final, irá sincronizar os arquivos de mídia.

Depois disso, a tela do dispositivo estará da mesma forma como foi deixada no último backup. Se o usuário fez alguma alteração na tela inicial desde a última restauração, é preciso repetir essas ações, já que o iPhone, iPod touch ou iPad é restaurado exatamente de acordo com o último backup.

Vale lembrar, então, que o backup do dispositivo deve ser feito com frequência. Claro que essa dupla restauração pode ser chata, contudo, até a Apple corrigir o bug, é a única saída para não se perder entre os aplicativos, ou ter que passar um bom tempo organizando tudo novamente.

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Se você teve que restaurar alguma vez seu dispositivo iOS a partir de um backup do iTunes – caso, por exemplo, tenha feito um upgrade e adquirido um novo, ou se ele acabou de voltar do conserto – há uma boa chance de enfrentar um dos bugs mais chatos do sistema do iOS 4 e do player da Apple: a organização da tela inicial, feita com tanta paciência, desaparece.

A maioria dos aplicativos terceirizados não fica mais onde o usuário havia colocado, enquanto que poucas pastas continuam a existir, e, mesmos nas sobreviventes, o conteúdo original é alterado.

Esse bug pode ser causado porque, toda vez  que o usuário restaura o iPhone, iPod touch ou iPad através do iTunes, o player limpa todo o dispositivo, instala uma nova cópia do software iOS  e, por fim, restaura os conteúdos de mídia e as configurações a partir do backup.

Entretanto, o iTunes oferece dois tipos de recuperação. A primeira, descrita acima, é acessada ao clicar no botão Restaurar no ícone do dispositivo, a partir da tela inicial do iTunes.

restauracao01.jpg

O primeiro tipo de restauração faz um serviço de limpeza completo no aparelho


A outra é menos óbvia, e é alcançada ao clicar com o botão direito (ou Command+clique) no ícone do iPhone, localizado na barra lateral do player) e escolhendo a opção Restaurar do Backup. Assim que cado a janela de diálogo aparecer, o programa irá restaurar somente os dados e configurações, e não o firmware do dispositivo.

O que o aviso não diz é que os aplicativos terceirizados também permanecem no iPhone. O truque, então, é fazer o primeiro tipo restauração, permitindo que o programa sincronize os aplicativos e, após isso, executar a outra restauração, que não atualiza o firmware, para que o iTunes cuide da organização dos Apps.

Para fazer isso, siga os passos abaixo:

1. Conecte seu dispositivo (iPhone, iPad ou iPod touch) ao computador, selecione-o na barra lateral e clique em Restaurar, localizado na página principal do iTunes (caso seja um aparelho novo, pule para a próxima instrução).

2. Quando for solicitado pela janela de Restaurar do Backup (que, a menos que seja um dispositivo novo, pode demorar da 10 a 15 minutos), escolha o backup mais recente e clique em Restaurar.

3. Aguarde até o processo terminar e deixe o aparelho começar a sincronização. Caso o usuário clique na aba de Aplicativos no iTunes enquanto a sincronização acontece, há grandes chances de ver todos os apps sendo jogados por diversas telas, saindo da formação original.

4. Uma vez que o iTunes tenha terminado a sincronização dos apps, você pode clicar no pequeno “X” no display LCD do player para que ele interrompa o processo e não sincronize músicas, filmes, e outros conteúdos. Desde que os aplicativos tenham sido sincronizados, esse processo pode continuar depois – e os outros conteúdos podem ser adicionados mais tarde.

5. Dê um Command+clique (ou clique com o botão direito) no ícone do aparelho, localizado na barra lateral do programa e escolha Restaurar do Backup.

restauracao02.jpg

O segundo tipo de restauração faz o mesmo que a primeira, mas sem atualizar o firmware do dispositivo


6. Na janela de diálogo, escolha o mesmo backup selecionado no passo 2; clique em Restaurar.

7. Espere até o processo terminar; caso tenha interrompido a sincronização anterior depois que os apps foram copiados, o iTunes irá reconhecer primeiro os aplicativos e, ao final, irá sincronizar os arquivos de mídia.

Depois disso, a tela do dispositivo estará da mesma forma como foi deixada no último backup. Se o usuário fez alguma alteração na tela inicial desde a última restauração, é preciso repetir essas ações, já que o iPhone, iPod touch ou iPad é restaurado exatamente de acordo com o último backup.

Vale lembrar, então, que o backup do dispositivo deve ser feito com frequência. Claro que essa dupla restauração pode ser chata, contudo, até a Apple corrigir o bug, é a única saída para não se perder entre os aplicativos, ou ter que passar um bom tempo organizando tudo novamente.

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Baixar aplicativos e disponibilizar dados na internet tornam usu?rios mais fi?is a seus smartphones. Para a chefe de pesquisa da consultoria Gartner, Roberta Cozza, a??es como essas criam para o consumidor um "ecossistema particular" que "reduz as chances de trocar a plataforma". 

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"Esta ? uma clara vantagem dos ecossistemas mais fortes como os sistemas operacionais da Apple e do Google" analisou a pesquisadora.  Para Cozza, as empresas precisam pensar seus smartphones como continua??o da experi?ncia com o computador.

Se a experi?ncia com aplicativos for determinante na fidelidade ? plataforma, Apple e fabricantes que usam Android podem estar em vantagem. Segundo pesquisa da Distimo, publicada no final de abril, h? atualmente cerca de 333 mil aplicativos dispon?veis na Apple Store e 206 mil no Android Market, gratuitos na sua maioria.

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Aplicativos banidos da App Store. Submeter um programa na App Store não é das tarefas mais fáceis: primeiramente, o desenvolvedor deve “passar” numa série de regras estipuladas pela Apple. Isso quando, do nada, e sem um motivo claro estes app não são removidos da “lojinha” da maçã.

Estas remoções intransigentes tampouco são acontecimentos raros na App Store. Veja então alguns dos aplicativos que foram banidos da loja da Apple.

iDos – O app que permite executar arquivos .exe, como jogos, que rodavam no antigo sistema operacional da Microsoft, foi banido pela Apple por rodar código diferente do iOS.

I’m Rich – Este programa, inútil, trazia apenas uma esmeralda que ficava brilhando no centro da tela Seu preço? 999 dólares. Oito usuários o compraram, acredite se quiser.

Cura Gay – O app propunha uma discussão da “sexualidade não desejada”, e sugeria, até mesmo, uma “terapia reparadora para livrar os homossexuais de seus desejos”. É mole?

Wikileaks – A empresa não divulgou os motivos da exclusão, porém, ela aconteceu na mesma época em que Amazon, Paypal, Mastercard, Visa, Bank of America, entre outros, pararam de amparar a ONG de Julian Assange.

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