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Steve Jobs deve anunciar novo iPhone
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
02/06/2011 | 07h56 | Apple

Será que o momento mais aguardado pelos applemaníacos está chegando? Na próxima segunda feira, vários desenvolvedores devem se reunir na Califórnia, nos Estados Unidos, para um dos mais esperados eventos da Apple em 2011: o World Wide Developers Conference (WWDC).

No evento, serão apresentadas as novidades da companhia. Nesta edição duas expectativas são as principais. A primeira é a aparição de Steve Jobs no encontro e a segunda é a especulação do lançamento do novo mimo da maçã, o iPhone 5. 

Outras novidades a serem anuncias serão as novas versões dos sistemas operacionais Mac OS, para computradores da marca e iOS, plataforma utilizada em smartphones e tablets. É esparado também o anúncio do projeto iCloud, pelo qual a Apple oferecerá música sob demanda.

A marca deverá lançar seu sistema antes da Google. No começo de maio, a Apple fechou acordos com EMI e Warner Music, algo que ainda não foi alcançado pela concorrência. O novo recurso permitirá que usuários do iTunes, gereciados de áudio e vídeos, salvem suas canções nos servidores da companhia, ou na nuvem. Dessa forma os internautas poderão acessar suas músicas em qualquer dispositivo conectado à internet.


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Empresa faz campanha para o vestido branco de Marilyn Monroe ficar em Nova York
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
03/06/2011 | 18h19 | Leil?o

Assim que foi anunciado o leilão do icônico vestido branco usado por Marilyn Monroe no filme O pecado mora ao lado (1955), uma empresa de tecnologia nova-iorquina decidiu lançar uma campanha de arrecadação de fundos para adquirir o figurino. A ideia é que o vestido - que se tornou uma espécie de marco para a Big Apple - volte para Nova York e fique, para sempre, em exposição em algum museu da cidade: "O vestido branco não só eternizou a beleza estonteante de Marilyn, como também se tornou parte da história e da cultura de Nova York. Por isso, merece ficar para sempre aqui", explicou Darlene Newman, uma das responsáveis pelo movimento.

A empresa lançou até um site, intitulado "Save the Dress" ("Salve o vestido", em português) para atrair doadores, cujos nomes receberão o devido crédito durante todo o tempo em que o vestido estiver em exposição. A estimativa é de que indumentária seja arrematada por até U$S 1 milhão.

O leilão, marcado para o dia 18 de junho em Los Angeles, reúne milhares de itens importantes para a história do cinema, que pertencem à coleção da atriz Debbie Reynolds. Dentre as peças que serão vendidas, incluem-se o chapéu de Charlie Chaplin do filme O vagabundo (1915) e o vestido azul usado por Judy Garland em O mágico de Oz (1939). As informações são do jornal inglês The Telegraph.

Da Agência O Globo


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Novo iPhone branco j? est? sendo vendido no Brasil
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
26/05/2011 | 12h50 | Apple

Mais um sonho de consumo dos applemaníacos já está sendo vendido no Brasil. O novíssimo iPhone branco da Apple pode ser comprado em São Paulo. A empresa prevê que, até o final desta semana, o modelo possa ser encontrado em lojas de todo o país.

O aparelho custará o mesmo valor que o modelo preto. Para o iPhone branco que possui 16 Gigabytes de memória, o custo é de R$ 1.799. O iPhone de 32 Gigabytes, por sua vez, pode ser encontrado a partir de R$ 2.099.


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Novo iPhone branco j? est? sendo vendido no Brasil
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
26/05/2011 | 12h50 | Apple

Mais um sonho de consumo dos applemaníacos já está sendo vendido no Brasil. O novíssimo iPhone branco da Apple pode ser comprado em São Paulo. A empresa prevê que, até o final desta semana, o modelo possa ser encontrado em lojas de todo o país.

O aparelho custará o mesmo valor que o modelo preto. Para o iPhone branco que possui 16 Gigabytes de memória, o custo é de R$ 1.799. O iPhone de 32 Gigabytes, por sua vez, pode ser encontrado a partir de R$ 2.099.


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Confirmado: iPad 2 nesta sexta no Recife
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
25/05/2011 | 14h48 | Apple

O iPad 2 vai desembarcar no Brasil na próxima sexta-feira. Notícia boa para quem estava esperando o tablet, que é 33% mais fino que seu antecessor, trazendo ainda duas câmeras (frontal e traseira). O anúncio foi confirmado nesta quarta-feira (25.05), pela assessoria de imprensa da Apple. A segunda versão do tablet de Steve Jobs vai custar a partir de R$ 1.649 (com wi-fi e 16GB). No Recife, o produto estará disponível na recém-inaugurada iTown, no Shopping Recife.

Os modelos wi-fi chegam por R$ 1.899 (32GB) e R$ 2.199 (64GB). Já as versões wi-fi  3G também estarão disponíveis (sem um plano de dados atrelado) por R$ 2.049 (16GB), R$ 2.299 (32GB) e R$ 2.599 (64GB). Para os mais apressados, o iPad 2  estará disponível a partir da meia noite do dia 26 para o dia 27, nas lojas online, na Apple Online Store e outras revendas de e-commerce que comercializam o iPad. No dia 27 de maio, a partir do horário de abertura das lojas em todas as revendas no Brasil (incluindo a iTown), a segunda versão já estará a disposição dos consumidores.

Na segunda-feira passada, o governo federal publicou no Diário Oficial a tão esperada medida provisória que deve desonerar em 31% o custo dos equipamentos desta nova categoria. A medida no entanto é válida somente para os tablets produzidos no Brasil, o que ainda não acontece com o produto da Apple. Os iPads 2 ainda são importados, mas a grife de Steve Jobs já anunciou, através da Foxconn, de Taiwan (que monta os produtos da maçã), planos de produzir o aparelho no país a partir do segundo semestre.

O tablet da Apple foi lançado em março nos Estados Unidos, e chegou rapidamente ao Brasil de forma não oficial, com sites de leilões cobrando preços entre R$ 1.750 e R$ 3.500, dependendo do modelo. Em março, a Anatel homologou as versões wi-fi e wi-fi 3G, abrindo caminho para a chegada do equipamento ao Brasil. O Diario de Pernambuco é o único jornal do estado a disponibilizar seu conteúdo para o iPad em um aplicativo exclusivo, que pode ser baixado via Apple Store.


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Revista er?tica anuncia acervo sem cortes no iPad
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
20/05/2011 | 08h28 | Playboy

Os leitores da revista erótica Playboy que utilizam iPad receberam, ontem, a notícia de que o material adulto da publicação poderá ser acessado, sem cortes, pelo tablet da Apple. O conteúdo ficará disponível no i.Playboy.com

Na verdade, a Apple não permite material considerado erótico em seus aplicativos. Para driblar as restrições da empresa de Steve Jobs, a Playboy utilizou um web app (aplicativo que exige conexão com a Internet). Com o novo serviço, usuários do iPad vão ter acesso a mais de 130 mil páginas da publicação na íntegra

O acervo vai da edição inaugural de 1953, com Marilyn Monroe, à ultima revista, que traz a filha do roqueiro Mick Jagger, Lizzy Jagger. A versão para tablet também possui galeria de vídeos. É preciso fazer uma assinatura mensal de US$ 8 ou US$ 60 por ano.


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09/05/2011 | 14h52  |  Jogos Cria??o de jogos digitais no Brasil ainda ? pequeno, mas tem bom potencial

Saulo Camarotti e Pedro Guerra: fundadores de uma empresa brasiliense que lan?ou um game para o Iphone Imagem: Kl?ber Lima/CB/D.A Press
Imagem: Kl?ber Lima/CB/D.A Press

Graças ao desenvolvimento de novas tecnologias, os jogos digitais têm ocupado mais espaço no cotidiano das pessoas. Na internet, no celular ou nos tradicionais consoles, eles divertem, educam e promovem marcas e produtos. As redes sociais e a internet móvel ampliaram e democratizaram o setor, permitindo que empresas menores entrem na disputa. Apesar de ter uma participação ainda inexpressiva se comparada a outros países, o Brasil possui um mercado promissor.

Tarqüínio Teles, presidente da maior empresa nacional do ramo, a Hoplon Infotainment, afirma que o desempenho “tem sido tão bom que o Brasil está se tornando a nova ‘menina dos olhos’ da indústria mundial”. Uma das razões é que, enquanto o mercado dos Estados Unidos — o maior do mundo — se retrai (segundo a NPD Group, houve diminuição de 8% em 2009 e 1% em 2010), o brasileiro apresenta um crescimento acelerado (entre 20% e 30% no mesmo período, segundo a IDG Consulting Brasil).

Para acompanhar essa expansão, novas possibilidades de formação são criadas. Somente no Distrito Federal, há três graduações de tecnologia em jogos digitais, com duração entre dois e três anos. Para quem já é formado, há uma pós-graduação específica voltada para o segmento (veja quadro). Mas elas estão longe de serem o único caminho possível para aqueles que desejam atuar no setor. Na Hoplon, por exemplo, a equipe de desenvolvimento de jogos é formada por designer de jogos, produtores, artistas 2D e 3D, level designers (criadores de cenários), programadores, designers de interface, músicos e designer de sons. As formações universitárias contam com todas essas vertentes em seu currículo e podem também incluir matérias de desenvolvimento de roteiros.

Para o aluno do último semestre do curso de jogos digitais do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF) Thomaz Padilha, 20 anos, essa versatilidade é positiva, mas não é suficiente. “A graduação é boa porque te dá uma ideia de como é a produção de um jogo e te permite escolher qual caminho seguir depois”, analisa o estudante. Ele afirma que pretende continuar a formação após se graduar para se especializar na parte de programação. “O aluno não pode ficar só no que a universidade oferece, tem de se valorizar também”, diz.

Como essas opções de formação são novas, não há muitos profissionais que passaram por elas atuando nas empresas desenvolvedoras de jogos. Na Hoplon, que conta com cerca de 100 profissionais, há apenas estagiários que passaram por cursos de jogos digitais, mas essa “quantidade de profissionais, apesar de ainda modesta, está crescendo”, acrescenta Tarquínio Teles. A empresa, sediada em Florianópolis, é responsável pelo maior jogo já desenvolvido no Brasil, o Taikodom. Com cinco anos de existência e depois de US$ 15 milhões (R$ 23,8 milhões) dedicados a sua criação, ele é uma experiência pioneira no país e foi lançado na E3 Expo (maior feira de publicação de games do mundo, realizada em Los Angeles, nos EUA) em 2009.

Outra realidade
No Distrito Federal, o mercado de desenvolvimento de jogos digitais exige bastante empreendedorismo dos interessados. Esse é o caso dos sócio-proprietários da Behold Studios, empresa brasiliense do setor. Saulo Camarotti e Pedro Guerra, ambos com 24 anos, estudavam ciência da computação na Universidade de Brasília (UnB) e desenvolviam jogos no meio acadêmico quando, ao analisarem o mercado, perceberam que não havia empresas no setor em Brasília. Cuidaram da parte administrativa e foram escolhidos pelo Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT) da UnB no começo de 2010. O CDT forneceu espaço físico e apoio operacional.

Atualmente, a Behold tem dois jogos no currículo. Um é de treinamento para técnicos da subestação da estatal de energia elétrica Furnas, localizada em Samambaia, e outro, o The Gravedigger, é exclusivo para o Iphone, smartphone da Apple. E está perto de lançar um terceiro, que se chamará My Super Hero e será integrado à rede social Facebook. A internet é justamente o setor mais promissor para as empresas brasileiras. “Os jogos casuais têm um desenvolvimento mais simples e por isso são uma boa oportunidade para empresas menores”, explica Saulo. “Eles vão direto para o jogador, o que elimina o problema de distribuição”, completa Pedro. Segundo a Abragames, 50% das empresas brasileiras são voltadas para esse setor.

Os obstáculos, porém, ainda são muitos. O vice-presidente de Comunicação e Marketing da Abragames, Americo Amorim, explica que o principal entrave para o crescimento do mercado de jogos eletrônicos no Brasil é a pirataria. “O mercado consumidor tem de crescer, mas com os jogos falsos, é difícil.” Para ele, a solução passa pela diminuição de impostos no setor, o que reduziria o preço final do produto. Empecilhos burocráticos também incomodam. Um exemplo disso é o que aconteceu com o The Gravedigger. Por problemas com a classificação indicativa, o jogo ficou disponível apenas na versão norte-americana da loja online da Apple. Além disso, não pode ser vendido na categoria específica e acabou sendo disponibilizado na de entretenimento. “É ruim porque a gente cria o jogo aqui e não pode lançar no próprio país depois”, lamenta Saulo Camarotti.

Já a oferta de profissionais é suficiente. O problema é a qualificação: “Muita gente quer trabalhar aqui, mas poucos com o saber necessário”, explica Saulo. Segundo eles, isso é pior para os grandes do setor. Americo afirma que “há uma falta crônica de game designers (que atuam na concepção e especificação do que serão os jogos) com experiência no Brasil”.

Alternativa
O desenvolvimento de jogos para o público em geral, apesar de mais conhecido, está longe de ser a única opção para os estúdios, como são chamadas as empresas que desenvolvem esses jogos. Eles constituem a menor fatia do mercado brasileiro. Para o criador do curso de jogos digitais do Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), o professor Francisco Ramos, a opção mais atrativa é a publicidade, especialmente na internet, com a criação de mini-jogos para determinada marca — é o chamado advergame. A melhor oportunidade está na parte de arte gráfica”, afirma.

O salário médio de quem atua no setor de desenvolvimento de jogos é de R$ 2,6 mil, segundo a Abragames. Diante disso, para o professor Francisco, o único pré-requisito para se iniciar no ramo é “a paixão por jogar”.

Do Correioweb



Foto: Kl?ber Lima/CB/D.A Press

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