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O CEO da Adobe, Shantanu Narayen, resolveu encerrar a discussão de sua empresa com a Apple quanto à falta de Flash na plataforma iOS – que equipa o iPod, o iPhone e o iPad.

Em palestra concedida durante o evento de tecnologia D9, organizado pelo portal All Things Digital, ligado ao jornal Wall Street Journal, Narayen também previu que o domínio da companhia de Steve Jobs sobre o mercado de tablets está próximo do fim. Segundo ele, os dispositivos com Android tomarão o lugar do iPad no setor.

A conferência foi mediada por Walt Mossberg, do Wall Street Journal. Perguntado pelo jornalista se a disputa da Adobe com a Apple chegara ao final, o CEO foi taxativo: “Definitivamente”.

Para Narayen, a questão nunca foi quanto à eficiência do Flash, mas sobre o controle que a Apple tem sobre o iOS. Steve Jobs, porém, sempre justificou a ausência da tecnologia em seus produtos pela impossibilidade de ela se adaptar devidamente às necessidades dos dispositivos móveis. Além disso, segundo o executivo, grande parte das falhas que o Mac OS X enfrenta tem o Flash como culpado.

O líder da Adobe, no entanto, rebate as acusações e inverte o jogo: diz que os maiores problemas da plataforma ocorrem por conta do Mac OS X, mas que é filosofia da empresa criar ferramentas para que desenvolvedores atuem em diversas plataformas. Essa postura é incompatível com a visão de mundo da Apple, acusa.

Ainda assim, Narayen destacou que a postura da companhia continuará a mesma. As aplicações construídas a partir do Adobe Air, exemplificou, podem ser facilmente convertidas para o iOS.

Por fim, previu a ascensão dos tablets com Android, algo que começará este ano. “O que vocês viram no mercado de smartphones, verão no de tablets. Até o fim de 2011, 20 dispositivos com o sistema serão lançados, levando a indústria para outras direções”, concluiu, lembrando que o setor corporativo ainda não foi explorado.

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O CEO da Adobe, Shantanu Narayen, resolveu encerrar a discussão de sua empresa com a Apple quanto à falta de Flash na plataforma iOS – que equipa o iPod, o iPhone e o iPad.

Em palestra concedida durante o evento de tecnologia D9, organizado pelo portal All Things Digital, ligado ao jornal Wall Street Journal, Narayen também previu que o domínio da companhia de Steve Jobs sobre o mercado de tablets está próximo do fim. Segundo ele, os dispositivos com Android tomarão o lugar do iPad no setor.

A conferência foi mediada por Walt Mossberg, do Wall Street Journal. Perguntado pelo jornalista se a disputa da Adobe com a Apple chegara ao final, o CEO foi taxativo: “Definitivamente”.

Para Narayen, a questão nunca foi quanto à eficiência do Flash, mas sobre o controle que a Apple tem sobre o iOS. Steve Jobs, porém, sempre justificou a ausência da tecnologia em seus produtos pela impossibilidade de ela se adaptar devidamente às necessidades dos dispositivos móveis. Além disso, segundo o executivo, grande parte das falhas que o Mac OS X enfrenta tem o Flash como culpado.

O líder da Adobe, no entanto, rebate as acusações e inverte o jogo: diz que os maiores problemas da plataforma ocorrem por conta do Mac OS X, mas que é filosofia da empresa criar ferramentas para que desenvolvedores atuem em diversas plataformas. Essa postura é incompatível com a visão de mundo da Apple, acusa.

Ainda assim, Narayen destacou que a postura da companhia continuará a mesma. As aplicações construídas a partir do Adobe Air, exemplificou, podem ser facilmente convertidas para o iOS.

Por fim, previu a ascensão dos tablets com Android, algo que começará este ano. “O que vocês viram no mercado de smartphones, verão no de tablets. Até o fim de 2011, 20 dispositivos com o sistema serão lançados, levando a indústria para outras direções”, concluiu, lembrando que o setor corporativo ainda não foi explorado.

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Até na publicidade a Adobe e a Apple entram em conflito. A empresa que criou o Flash tem em marcha uma nova campanha publicitária, patente nos jornais norte-americanos e na Internet, contra a Apple. Apesar de o slogan parecer dizer o contrário: «Amamos Apple».

A Adobe está a usar este anúncio com a arma apontada para as declarações do presidente Steve Jobs, que nas últimas semanas desdenhou dos programas Adobe, entre eles o Flash. E o clima de tensão piorou quando a Apple alterou a licença sobre o desenvolvimento de aplicações para os seus equipamentos, explica o «El País».

Agora só aquelas que estão sob a alçada da Apple ou são autorizadas pela empresa é que podem aceder a aparelhos como o iPhone ou o iPad.

Acontece que a Adobe lançou uma nova versão do Creative Suite que inclui uma ferramenta adaptável ao smartphone e ainda uma componente do Flash para alguns dos equipamentos da marca da maçã.

A Adobe criticou a cortina de fumo que a Apple quer fazer passar aos consumidores. Daí que, junto ao irónico anúncio, circule agora, na Internet, uma carta aberta dos fundadores da Adobe, Chuck Geschkey e John Warnock a argumentar as vantagens do Flash. A seguir ao «Amamos Apple» estão outros amores como o HTML5 e o Flash.

A resposta termina com um lamento: «O que não amamos é que se prive a liberdade de escolher o que se quer criar, como se quer criar e aquilo que se quer experimentar na Web».

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Até na publicidade a Adobe e a Apple entram em conflito. A empresa que criou o Flash tem em marcha uma nova campanha publicitária, patente nos jornais norte-americanos e na Internet, contra a Apple. Apesar de o slogan parecer dizer o contrário: «Amamos Apple».

A Adobe está a usar este anúncio com a arma apontada para as declarações do presidente Steve Jobs, que nas últimas semanas desdenhou dos programas Adobe, entre eles o Flash. E o clima de tensão piorou quando a Apple alterou a licença sobre o desenvolvimento de aplicações para os seus equipamentos, explica o «El País».

Agora só aquelas que estão sob a alçada da Apple ou são autorizadas pela empresa é que podem aceder a aparelhos como o iPhone ou o iPad.

Acontece que a Adobe lançou uma nova versão do Creative Suite que inclui uma ferramenta adaptável ao smartphone e ainda uma componente do Flash para alguns dos equipamentos da marca da maçã.

A Adobe criticou a cortina de fumo que a Apple quer fazer passar aos consumidores. Daí que, junto ao irónico anúncio, circule agora, na Internet, uma carta aberta dos fundadores da Adobe, Chuck Geschkey e John Warnock a argumentar as vantagens do Flash. A seguir ao «Amamos Apple» estão outros amores como o HTML5 e o Flash.

A resposta termina com um lamento: «O que não amamos é que se prive a liberdade de escolher o que se quer criar, como se quer criar e aquilo que se quer experimentar na Web».

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