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PRÓPermite conectar instrumentos musicais ou acessórios no iPhone, iPad, iPod Touch ou MacBookCONTRAPreço um pouco elevado para um cabo simplesFabricante: iPlugPlay

Preço: R$ 48,90

Um iPhone, iPad ou iPod touch é capaz de muitas coisas - isso você já sabe. Mas que tal utilizá-lo como um pedal de efeitos para uma guitarra ou transformá-lo em um gravador de áudio profissinal?

Para isso, seria preciso um acessório como o iRig, popular cabo que permite ligar instrumentos musicais no iPhone, iPad ou iPod Touch. O problema é que esse cabo não é vendido aqui no Brasil; uma alternativa é o produto nacional iPlugPlay Pro.

Não há segredos: o conector de som do iPhone, por exemplo, mistura entrada e saída de áudio em um único cabo. O iPlugPlay Pro simplesmente separa esses recursos e oferece uma entrada P10 para instrumentos musicais e uma saída de áudio P2, que pode ser ligada em uma caixa de som para reproduzir o som ou em outro aparelho para gravação.

Apesar de ser algo simples, é extremamente útil, e vale lembrar que isso também se aplica para os MacBooks de gerações mais recentes. Você pode, por exemplo, ligar uma guitarra no seu iPhone e utilizar um aplicativo para aplicar efeitos de distorção, como o Amptude.


Esquema mostra como funciona o cabo iPlugPlay Pro

Também é possível conectar um microfone profissional e fazer gravações de áudio ou até mesmo vídeos com som de altíssima qualidade - daria até para gravar uma reportagem só com um iPhone. Veja mais sobre o produto, incluindo demonstrações, no vídeo abaixo:

Essas são apenas algumas das possibilidades. Com um instrumento musical qualquer, um aplicativo e criatividade, não há limites para os resultados. E se você procura uma alternativa gratuita ao AmpKit, que custa US$ 19,90, tente a versão gratuita do Pocket Amp.

O cabo tem uma boa qualidade e conectores firmes, portanto você não precisa se preocupar com a durabilidade. Com comprimento de aproximadamente 1,7 metro, ele tem um tamanho ideal para trabalhar: nem muito grande e nem muito pequeno.

O iPlugPlay Pro é, sem dúvida, um acessório útil se você tem um iPhone, iPad ou iPod Touch e trabalha com áudio ou música. O preço tradicional é de 69,90 reais. Com o desconto de lançamento, o preço fica em 48,90 reais.

Ele pode ser encontrado no site oficial. Lá você também encontra uma lista de compatibilidade e respostas para dúvidas frequentes.

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PRÓFidelidade na recriação dos games; boa oferta de títulosCONTRAControles são ruins e ocupam muito espaço da tela; gráficos arcaicos; interface poderia ser mais simplesFabricante: Atari

Preço: Gratuito (mas os games são pagos)

O novo game Atari´s Greatest Hits fornece aos jogadores "mais experientes"  uma espécie de volta ao passado. O aplicativo para iOS, que roda de forma otimizada no iPhone, iPod Touch e iPad, traz recriações quase perfeitas de títulos de fliperama e do console Atari que provavelmente já fizeram muitos gamers perderem tempo e fichas no início dos anos 1980.

O app é gratuito, mas inicialmente vem com apenas um jogo – o clássico e saudoso “Pong”. Mas você pode aumentar rapidamente sua biblioteca de jogos pelo milagre das compras dentro de aplicativo – pacotes com quatro jogos saem por 1 dólar, enquanto o pacote todo custa 15 dólares. Dito isso, o app oferece acesso a até 18 jogos de Atari para arcade e 92 “cartuchos virtuais” do saudoso console Atari 2600.

Apesar de divertido para os saudosistas, ele deixa a desejar. Não que “Atari´s Greatest Hits” não faça um bom trabalho ao recriar jogos como Yars Revenge ou Haunted House. Todos os detalhes – os gráficos, o som e até mesmo os manuais de instruções com “orelhas” para ligar seu Atari 2600 – foram fielmente recriados.

Os games são jogados exatamente da mesma forma que na época em que você ouvia músicas de Olivia Newton-John e Jon Cougar tocarem nas rádios. E esse um dos problemas – os gráficos que já não eram muito impressionantes em sua TV “das antigas” também ficam arcaicos na linda tela do seu iPhone 4 ou iPad.

atariios01.jpgNovo aplicativo traz mais de 100 jogos clássicos

Mas o pior é a questão da "jogabilidade". A única inclinação para modernidade no game é a habilidade de adicionar jogadores multiplayer via Bluetooth. Tirando isso, a desenvolvedora tenta recriar o joystick de apenas um botão do Atari 2600 em uma interface touch com um d-pad virtual no formato de controle no canto esquerdo da tela e um botão na direita.

Não é exatamente uma mistura suave de estilos. Em primeiro lugar, os controles ocupam cerca de um terço da tela, o que parece um uso particularmente exagerado da tela do iPad. Além disso, o joystick não é fácil de ser operado. Os jogos no estilo arcade se saem um pouco melhor – afinal de contas, eles utilizam principalmente botões.

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Controles poderiam ocupar menos espaço na tela

Sim, apreciamos o comprometimento da produtora com a fidelidade histórica no aplicativo, mas parece que poderiam ter sido tomadas algumas medidas para melhorar a jogabilidade. Na versão de Pong, por exemplo, não há uma margem delineando a superfície de jogo, fazendo com que seja muito difícil antecipar onde a bola monocromática irá ricochetear.

Também foram tomadas algumas decisões de interface decepcionantes – você navega pela lista de games por meio de um carrossel no estilo Cover Flow (do iTunes) ou por uma lista com títulos de A a Z. E nenhuma das duas abordagens torna fácil para você ver quais jogos já comprou.

É muito provável que os gamers que cresceram com um Atari 2600 curtam algumas memórias trazidas de volta por Greatest Hits antes que as limitações do aplicativo obrigue-os a abandonarem o passado para sempre. Já para os jogadores mais jovens, “vender” os méritos do app será como mostrar a eles pinturas em cavernas e dizer que elas são tão divertidas quanto uma televisão. Atari´s Greatest Hits é bom para fazer uma viagem ao passado – mas esse deve ser um passeio muito curto.

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PRÓGratuito; permite aos usuários avaliarem pontos de interesse; integração com mídias sociaisCONTRAMapas em PDF não são navegáveisFabricante: Mobility Apps

Preço: Gratuito

Terminais de aeroportos parecem que foram projetados para confundir os passageiros - e talvez tenham sido. Se você vai viajara para os Estados Unidos, saiba que o GateGuru, da Mobility Apps, tira toda essa névoa que encobre os misteriosos saguões, oferecendo mapas e detalhes de dezenas de aeroportos norte-americanos.

Os aeroportos exibidos na tela trazem  informações divididas por terminais; caso o usuário não saiba que terminal está, basta tocar em Entire Airport e, então, em Map, no canto direito superior, para exibir um infográfico com desenho da estrutura.

Se escolher um terminal específico, são exibidas informações complementares, como ofertas especiais de restaurantes. Cada mapa detalhado dos terminais também fica disponível. Restaurantes, bancas de jornal, bares e outros pontos de interesse são exibidos com avaliações dos usuários do aplicativo. Esses reviews podem ser úteis na hora de escolher um local para fazer uma refeição decente ou encontrar caixas eletrônicos.

O GateGuru não armazena informações sobre as viagens, contudo é possível conectar o app ao Gowalla, Kayak e TripIt para inserir itinerários, facilitando na hora de trocar de aeroporto, sem que o usuário tenha que fazer uma pesquisa. Ele também possui um link para o Foursquare, que pode ser usado como ferramenta de “check-in” do aplicativo. Ela permite ao usuário participar de concursos e aparecer em rankings de pontuação. Os viajantes podem utilizá-lo como uma ferramenta para informar sua localização.

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Com os mapas, fica mais fácil navegar por esses labirintos

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Primeiras impressões: testamos o novo iPad 2

Postado por CONHEÇA OUTROS BLOGS | 20:02 | | 0 comentários »
PRÓNovo design mais fino e leve facilita a empunhadura e não cansa; duas opções de cores; finalmente ganhou câmeras e saída HDMI; processador A5 pareceu realmente rápido, assim como placa gráficaCONTRAMais uma vez, sem previsão de chegar ao Brasil; câmeras poderiam ter melhor resolução; USB ou slot para cartão SD não chegaram dessa vezFabricante: Apple

Preço: Entre US$499 e US$829 (nos EUA)

Imediatamente após apresentar o iPad 2 na tarde de 02/03, em São Francisco, nos EUA, Steve Jobs convidou membros da imprensa para visitar uma área especial para testes em mão com o novo aparelho – mesmo esquema usado pela Apple há cerca de um ano ao apresentar o modelo original do tablet. Apesar de o novo iPad só chegar às lojas dos EUA em 11/3 (e ainda não ter previsão de ser lançado no Brasil), pudemos passar algum tempo com o aguardado gadget. Veja o que achamos.

O iPad 2 é mais fino e mais leve do que seu antecessor. As pessoas que costumam acompanhar o design dos produtos da Apple não ficarão surpresas com isso. O que é interessante é o efeito que essas mudanças tiveram na empunhadura do aparelho. O modelo original do tablet era um dos aparelhos da Apple mais sólidos que já tínhamos visto. Mas sua combinação de peso, espessura e a curva de sua parte traseira o tornava um pouco difícil de segurar – e fazia com que um case fosse muito necessário.

É muito mais confortável segurar o iPad 2 com uma mão - o aparelho é 33% mais fino que o modelo original. A pequena perda de peso (cerca de 90g) ajuda, sem dúvidas, mas a espessura mais fina também - e mais notavelmente o fato de que a parte traseira do aparelho se curva para uma superfície plana em um ângulo muito menor do que o modelo anterior.

Em termos de materiais, o iPad 2 e o iPad 1 são “cortes do mesmo tecido”: uma painel de vidro na frente e outro de alumínio na parte traseira. O aparelho ainda parece sólido, apesar de notavelmente mais fino. A grande diferença ao olhar para ele de frente é que você não vê a borda da carcaça de alumínio, que é bastante perceptível próximo da borda do iPad original quando visto de frente.

A espessura reduzida do iPad 2 significa que não podemos dizer que os botões e portas do iPad ficam em sua lateral – porque na verdade ela não existe, ao contrário da versão anterior. Há uma parte frontal e traseira, sim, com uma quantidade muito pequena de espaço curvado na parte de trás onde ela encontra a parte da frente. É aí que ficam os botões e portas. É uma sensação bastante diferente em relação ao primeiro iPad. No entanto, os botões e portas do novo gadget ficam mais ou menos no mesmo lugar do aparelho original.

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 iPad 2 terá os mesmos preços do modelo original nos EUA

Além desse novo design, a maior diferença externa no iPad 2 é que ele ganhou duas câmeras: uma traseira e uma frontal. Como nos modelos mais recentes do iPhone e do iPod Touch, essas câmeras podem tirar fotografias, gravar vídeos e serem usadas para videochamadas pelo FaceTime. No entanto, elas definitivamente possuem qualidade inferior à câmera de 5MP do iPhone 4, e estão mais na mesma linha das câmeras do iPod Touch 4G.

As imagens de teste que fizemos ficaram mais granuladas e com mais bordas recortadas do que as produzidas com um iPhone 4, por exemplo. Mesmo uma videochamada com um representante da Apple no outro lado da sala pareceu um pouco menos definida, mas isso pode ter sido resultado do grande tráfego na rede Wi-Fi local.

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 Novo modelo do tablet é cerca de um terço mais fino que o anterior

Além das câmeras, também há algumas mudanças relacionadas não à visão, mas ao som. Em vez de um furinho preto (pinhole) que ficava perto da entrada de fone de ouvido no iPad original, o microfone agora foi colocado na parte superior traseira do iPad 2 (nos modelos 3G, ele na verdade fica na parte plástica que cobra a antena 3G). E como não há uma “borda” real no novo aparelho, o alto-falante foi movido para a parte de trás, e possui um design de grade mais parecido com o falante de um MacBook Pro. Foi impossível medir o desempenho real do alto-falante na sala cheia, mas acreditamos que provavelmente é comparável ao do iPad original.

Havia iPads pretos e brancos em exposição, e apesar de isso não provar que o iPad 2 branco é real – vale lembrar que já seguramos um iPhone 4 branco – Steve Jobs pareceu indicar que eles definitivamente seriam vendidos a partir do primeiro dia de lançamento. Gosto mais do visual do modelo preto, mas é por isso que eles fizeram as duas versões. Não é ótimo poder escolher?

Além das duas opções de cor, os modelos do iPad também são divididos de acordo com sua conectividade – apenas Wi-Fi ou Wi-Fi + 3G, e capacidade de armazenamento, 16GB, 32GB ou 64GB.

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Consumidores poderão escolher entre duas cores do iPad 2

Por mais ridículo que seja focar em algo tão simples quanto uma capa quando há novas tecnologias sendo mostradas, o fato é que as novas Smart Covers da Apple são um recurso bastante interessante e notável: tão notável, na verdade, que o sistema iOS 4.3 inclui um recurso desenvolvido especificamente para suportá-las.

A Smart Cover em si é um retângulo com exatamente o mesmo tamanho e formato da tela do iPad, mas dobrada em quatro partes. O lado interno é feito de tecido flexível de microfibras; a parte externa pode ser de couro ou poliuretano, com opções de cinco cores diferentes. Em um lado há uma dobradiça de metal com pequenos imãs nas duas pontas: essas partes se prendem aos imãs embutidos no iPad 2 quando você coloca a capa próxima da borda do tablet (mas ela só se prende ao lado esquerdo do aparelho). Um representante da Apple chegou a dizer que colocar a Smart Cover é uma operação muito simples ("foolproof"), mas provamos o contrário ao errar algumas vezes antes de conseguir. Mas após descobrir como funcionava, tudo correu de maneira suave.

A parte interna da borda oposta às dobradiças da Smart Cover também possui um imã embutido. Quando você fecha o case sobre a tela do iPad, ele fica fechado. Mas há algo mais aqui: o iPad 2 "sente" que a Smart Cover foi fechada e imediatamente bloqueia os controles (lock). Isso é legal, mas mais legal ainda é o que acontece quando você retira a capa e separa o fecho magnético: o tablet automaticamente “acorda”, desbloqueando a tela e os controles no processo (é possível desligar esse recurso na seção de Ajustes do sistema).

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Usuários agora poderão utilizar videochamada via FaceTime pelo iPad 2

Como aconteceu com o case do iPad original, a Smart Cover pode ser dobrada para fornecer uma inclinação legal para digitar, ou para criar uma base para assistir a vídeos. Nesse último caso, ela é muito superior ao case da Apple para o iPad original, que sempre pareceu um pouco instável nessa configuração.

Antes de julgar o iPad 2 pela sua capa, vamos nos lembrar que é o que está dentro que interessa. Nesse caso, é um processador A5 dual-core criado pela Apple. É muito difícil testar a rapidez de um aparelho como esse, especialmente em um ambiente controlado como uma sala de demonstração. Mas o iPad 2 certamente pareceu rápido, muito rápido.

Os novos aplicativos GarageBand e iMovie, que presumivelmente exigem o máximo do equipamento, rodaram de maneira suave. Apesar de não sabermos com certeza a quantidade de memória RAM do iPad 2, 512 MB (o mesmo do iPhone 4) parece um “chute” razoável.

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 Smart Covers oferecem bons recursos para os usuários

A Apple também passou um tempo melhorando o desempenho gráfico do iPad 2, uma melhoria que é sutilmente visível quando você roda o novo app Photo Booth e é recebido com nove previews de efeitos em tempo real. Além disso, um rápido passeio por games como “Infinity Blade” e “N.O.V.A. 2” também produziu resultados impressionantes.

Essas são apenas algumas de nossas impressões após passar algum tempo em uma sala cheia de jornalistas e com poucas unidades de demonstração do iPad 2. Teremos muito mais a dizer, obviamente, quando o novo tablet chegar à redação para nosso review completo.

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PRÓInterface simples Bom conjunto de efeitos CONTRAInstabilidade Importar as imagens de fora do iPad é complicadoFabricante: RogueSheep

Preço: US$ 2.99

O TouchUp para iPad, aplicativo de três dólares da RogueSheep, é uma ferramenta de manipulação de imagens muito divertida. Usando a ponta dos dedos e a interface simplificada e inteligente do app, fotógrafos amadores podem fazer modificações em suas fotografias de diversas maneiras. O aplicativo inclui mais de uma dúzia de efeitos, que podem ser adicionados e ajustados às fotografias em quaisquer combinações, sem medo de destruir o arquivo original. Se você se sente intimidado pelos controles de edição do Photoshop ou mesmo do iPhoto, o TouchUp pode proporcionar a mistura certa de recursos poderosas e facilidade nos comandos.

O primeiro passo, claro, é escolher a foto que deseja trabalhar. A imagem pode ser aberta a partir da biblioteca de fotos do iPad ou importada do stream de “fotos recentes” do Flickr (porém, por alguma razão, não importa as próprias fotos do usuário). Para quem não mantém as imagens no tablet, abrir os arquivos no aplicativo envolve pegar as imagens de algum website no qual o usuário tenha feito upload das originais ou mandar para si mesmo as fotografias por e-mail. Uma integração com o Dropbox seria bem-vinda.

Uma vez escolhida a imagem (vale lembrar que o app funciona melhor com imagens grandes) o usuário escolhe os efeitos a partir de um menu flutuante. Há opções como contraste, brilho, temperatura de cor, preto e branco, sépia, tonalidade, saturação e tom; efeitos adicionais podem ser comprados a partir do próprio app. Utilizando uma foto como exemplo, testamos alguns dos efeitos. Adicionamos primeiro uma camada de contraste e, utilizando o controle deslizante, ajustamos a quantidade de contraste que seria aplicada. O TouchUp exibe um preview em tempo real a cada ajuste, então é possível ver exatamente como as mudanças modificam a imagem.

Em seguida, desfocamos a imagem. Agora, ao invés de um indicador, o efeito (chamado Blur) permite ao usuário escolher entre cinco graus de desfoque. Como acontece com todos os efeitos, ao aplicar o Blur pela primeira vez, ele borra toda a foto. É aí que a mágica do aplicativo começa: como não queríamos toda a foto desfocada, o app permite que os efeitos sejam apagados ou redesenhados com a ponta dos dedos. “Apagamos” o desfoque nas parte interessantes e, depois disso, utilizando o zoom com pinça, fizemos um acabamento mais preciso, tirando os borrões de lugares indesejados. 

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No menu flutuante, há um controle deslizante para configurar os efeitos

Errar não é um grande problema, já que a foto original permanece intocada. Entretanto, infelizmente, o TouchUp suporta somente um único nível de desfazer. Se o usuário borrar acidentalmente o rosto do objeto e adicionar outra camada em seguida, sem desfazer o passo anterior, seria preciso deletar toda a  camada de efeitos e começar tudo de novo.

Após terminar com o Blur, colocamos um filtro de saturação; depois de aplicar duas camadas, apagando tudo a não ser a abóbora da foto, e corrigimos a cor da fruta; o TouchUp permite ao usuário voltar e ajustar as configurações para todos os efeitos aplicados ou deletar as camadas dos mesmos. É possível até alternar a visibilidade do que os profissionais chamam de “máscara”, que mostra especificamente o local no qual o efeito está sendo aplicado. Ao fazer isso, o usuário pode identificar erros na edição, e corrigir determinados locais.

Manipular as fotos no TouchUp é muito divertido. Os resultados podem não ficar totalmente profissionais, porém isso varia de pessoa para pessoa. Na maioria das vezes, os usuários conseguem modificar suas fotografias para melhor. As criações pode ser salvas na biblioteca de fotos do iPad ou compartilhadas no Facebook, Twitter ou via e-mail.

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Antes e depois: após terminar as experiências, as fotos podem ser compartilhadas em redes sociais ou via e-mail

Além das limitações na hora de importar as imagens, o aplicativo tem alguns outros problemas. O zoom é um pouco cortado e não há uma maneira óbvia de retornar ao modo de visualização depois de aproximar a imagem. O app fechou inesperadamente algumas vezes durante os testes, o que foi extremamente irritante, contudo nenhum dado foi perdido, já que a aplicação salva o progresso passo a passo.

O app inclui diversos tutoriais em vídeo que ajudam a explicar suas ferramentas. Depois de utilizar algumas vezes, porém, o usuário se torna um expert no TouchUp bem rápido. Apesar de alguns tropeços, o TouchUp é muito divertido, e os resultados são geralmente muito bons. 

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PRÓDesempenho mais rápido Nova entrada ThunderboltCONTRAChip gráfico é, algumas vezes, inferior ao modelo anteriorFabricante: Apple

A Apple ficou quase um ano sem renovar sua linha de MacBooks Pro, intervalo incomum para atualizaçãp  do equipamento. Para compensar, os novos notebooks, lançados no final de fevereiro, trazem diversas mudanças por baixo do capô, incluindo novos processadores, GPUs e um novo conector periférico. Tudo isso traduzido em performance justifica toda essa espera.

A nova linha de MacBooks Pro traz  cinco modelos, todos com 4 GB de memória RAM DDR3 de 1333 MHz e processador Intel HD Graphics 3000 integrado. O modelo de 13 polegadas (3.599 reais) possui processador Core i5 de 2.3GHz e disco rígido de 320GB, com 5400 rpm (valor padrão para todos os novos MacBooks Pro). O segundo modelo de 13 polegadas (4.999 reais) tem processador Core i7 de 2.7GHz e disco rígido de 500GB.

Há também dois modelos de 15 polegadas, ambos com processador Core i7. A diferença, além do preço (6.699 reais, e 7.999 reais) está na potência do processador  (2GHz e 2.2 GHz, respectivamente), na capacidade gráfica das GPUs (a primeira uma AMD Radeon HD 6490M de 256MB e a última trata-se de uma AMD Radeon HD 6750M de 1GB) e o espaço em disco – o primeiro modelo com 50 GB de espaço e o segundo com disco rígido de 750GB. Por fim, há MacBook Pro de 17 polegadas (9199 reais), que possui as mesmas especificações do modelo mais caro de 15 polegadas, com diferença apenas para o tamanho da tela.

Bem-vindo ao Sandy Bridge
A nova série de processadores da Intel, conhecida pelo codenome Sandy Bridge, está  em todos os novos laptops da Apple. Com o processador, cache, GPU e controle de memória residindo no mesmo chip, os processadores Core i5 e i7 ajudaram os novos MacBooks Pro a superarem com folga a performance da CPU de seus antecessores.

Os processadores Sandy Bridge contam com o processador gráfico integrado HD Graphics 3000 da Intel. Na geração anterior do MacBook Pro, a Apple utilizou o chip gráfico integrado da Intel somente nos modelos mais avançados, que possuíam também uma GPU Nvidia GeForce GT 330M dedicada, que se dava muito bem em aplicações gráficas pesadas. 

Como seus antecessores, o Sandy Brdge suporta o Hyper Threading, que permite ao sistema administrar quatro núcleos virtuais nos modelos de 13 polegadas e até oito núcleos virtuais nos modelos de 15 e 17 polegadas. Outra tecnologia, Turbo Boost, permite aos processadores aumentar a velocidade temporariamente quando é necessário.

A Intel descobriu um problema de hardware que poderia diminuir o desempenho ao decorrer do tempo nos computadores baseados em Windows, e fez um recall das máquinas. De acordo com a Apple, esses processadores estão livres desse defeito.

Thunderbolt
A única mudança exterior no Macbook Pro é um raio brilhante próximo onde, antigamente, ficava o conector Mini DisplayPort. Trata-se da entrada Thunderbolt, tecnologia que permite a conexão em linha de até seis dispositivos com a entrada. Esse tipo de conector suporta até 10 watts de força por canal e oferece velocidades de até  10Gbps, o dobro do USB 3.0 e até 12 vezes mais rápido do que o FireWire 800. 

A Apple e a Intel esperam uma forte adoção do Thunderbolt, contudo só o tempo dirá se essa tecnologia vai pegar. Caso queira saber detalhes sobre essa conexão, confira o especial sobre essa nova tecnologia da Intel. (http://migre.me/44v0M)

Nova webcam
Juntamente com as mudanças externas, os novos MacBooks Pro chegam com uma nova webcam integrada chamada FaceTime HD, que subistitui a antiga iSight, presente na versão anterior do dispositivo.  Capaz de capturar vídeos em resolução 720p, a nova webcam leva o nome do software de videochamada da Apple, presente no iPhone 4, no iPod touch de quarta geração e na maioria dos Macs com Snow Leopard. O FaceTime para Mac vem instalado no MacBook Pro.

O que não mudou
Tudo que pode ser visto e tocado no MacBook Pro (além da já mencionada entrada Thunderbolt) é idêntico à última geração. A tela LED de 13, 15 e 17 polegadas tem resoluções de 1200x800, 1440x900 e 1920x1200 pixels, respectivamente. Todos os modelos possuem um teclado em tamanho natural, iluminado e trackpads de vidro multitouch, com suporte para gestos multitoque.

Os alto-falantes e o microfone integrado continuam os mesmos, assim como o número de portas em todos os modelos: uma FireWire 800, uma Gigabit Ethernet, conector de força MagSafe, e uma entrada e saída de áudio. Os modelos de 13 e 15 polegadas possuem duas entradas USB 2.0 e um leitor de cartão SDXC, enquanto o  MacBook de 17 polegadas possui três entradas USB 2.0 e um slot ExpressCard/34.

Pontuações nos testes
Para mensurar a velocidade média de cada MacBook Pro, utilizamos o Speedmark 6.5. O novo MacBook Pro de 13 polegadas e processador Core i5 de 2.3 GHz, fez 140 pontos, e foi 35% mais rápido do que seu irmão mais velho, que possuía processador Core 2 Duo de 2.4GHz. A maior diferença de desempenho aconteceu no teste de encode de AAC para MP3 no iTunes, no qual o novo modelo foi 57% mais rápido. A performance do modelo de 13 polegadas com processador Core i7 de 2.7GHz foi menos significativa, com apenas 13% de ganho em relação ao modelo dual-core de 2.66 GHz.

Já o novo dispositivo de 15 polegadas com Core i7 de 2.2 GHz foi 38% mais veloz do que o modelo mais rápido do ano passado, que contava com processador Core i7 de 2.66 GHz. O novo MacBook Pro de 17 polegadas, turbinado com processador Core i7 quad-core de 2.66 GHz deixou seu antecessor (que possuía processador Core i5 de de 2.53Ghz) comendo poeira, e teve desempenho 53%  maior.

O mais interessante é como a performance dos MacBooks Pro foi melhor em relação aos modelos atuais do iMac. O notebook de 15 polegadas com Core i7 derrotou o iMac de 21.5 polegadas com Core i3 de 3.06GHz na pontuação do Speedmark.  Mais impressionante ainda é que os MacBooks de 15 e 17 polegadas de 2.2GHz foram 7% mais rápidos contra o iMac de 27 polegadas com Core i5 2.8 GHz.

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Gráfico: barras longas são melhores. As azuis representam os sistemas utilizados como referência

Gráficos
Para ver como os novos processadores gráficos lidam com games, rodamos Call of Duty 4 e o Cinebech R11.5, parte do Speedmark 6.5, para testar a GPU. Os resultados nos modelos de 13 polegadas com processadores HD Graphics 300 não impressionaram muito, conseguindo pontuações menores do que seus antecessores com placa gráfica Nvidia GeForce 320M integrada. Mesmo com processador i7, o máximo atingido foram 27fps, menos do que os 33 quadros por segundo atingidos pelo antigo MacBook Pro Core 2 Duo de 2.66Hz.

Em resoluções maiores (de 1280X800), a diferença de pontuação foi ainda maior: a antiga placa Nvidia conseguiu taxas 55% maiores do que o modelo com processador Core i5, e 48% superiores comparado com o modelo de 13 polegadas com Core i7. Já no teste com o Cinebench R11.5, todos os três modelos do Macbook Pro de 13 polegadas e seus antecessores tiveram os mesmo 11 pontos.

Os MacBooks Pro de 15 e 17 polegadas com Core i7 foram as máquinas que se deram melhor no geral, graças aos processador gráfico dedicado Radeon HD 6750M, com 1 GB de memória dedicada a vídeo. No teste com Call of Duty em resolução 1024x768, a dupla foi 31% mais rápido do que a linha antiga, tendo esses anteriores GPU Nvidia GeForce GT 330M.

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Vida útil da bateria
Como a bateria do MacBook Pro é integrada, não é possível substituir por outra que já esteja carregada. De acordo com a Apple, a bateria do MacBook Pro deveria durar até 7 horas, e como a empresa mudou a maneira como o teste é feito, fica difícil saber se houve melhorias em relação aos modelos anteriores, que teriam até 10 horas para o notebook de 13 polegada e entre 8 e 9 horas para aqueles com 15  e 17 polegadas.

Em nossos testes, a bateria de todos os MacBooks Pro durou entre 5 horas e 39 minutos (de 17 polegadas com Core i7 de 2.2GHz) e 5 horas e 53 minutos ( 13 polegadas com Core i5 de 2.4 GHz), resultados melhores do que obtidos na linha do ano passado. Ambos notebooks do modelo menor duraram 5 horas e 23 minutos, mais tempo do que seus irmãos mais velhos, sendo 30 minutos a mais para o modelo Core i5 e 18 minutos de janela para laptop com Core i7.

As melhorias de maior expressão vieram com os MacBooks Pro de 15 polegadas. Com processador Core i7, ele durou 50 minutos a mais do que o modelo anterior (que tinha uma marca de 4 horas e 53 minutos). A versão com Core i7, surpreendentemente, foi  além, e durou 54 minutos a mais, em comparação a seu modelo anterior. Também com processador Core i7, o modelo de 17 polegadas não fez feio, e durou 48 minutos a mais do que as 4 horas e 51 minutos do antigo aparelho, que possuía a versão anterior do processador i7.

Vale lembrar que os números são referentes à configuração original do aparelho; a Apple oferece uma vasta lista de opções para o usuário personalizar o MacBook Pro, desde aumentar a memória  RAM de 4GB para 8GB, até trocar o HD por SSD ou mesmo a capacidade do processador. Tudo, claro, por um preço.

Conselho de compra da Macworld
Os novos MacBooks Pro oferecem uma mistura de melhorias, familiaridade e comprometimento. A performance da CPU e da bateria melhoraram muito. Além do triunfo da nova entrada ThunderBolt, a tela, o peso, o teclado, o alto-falante e número de portas continua o mesmo. Quanto ao comprometimento do produto,  há o processador Intel Graphics 300, que obteve resultados inferiores ou similares aos gráficos integrados utilizados nos laptops do ano passado.

Se você estiver decidindo entre um MacBook  de 3 mil reais e um MacBook Pro de 13 polegadas por 3599 reais, a escolha é clara: invista mais um pouco no MacBook Pro, que tem uma performance muito maior e possui mais recursos. O modelo de 15 polegadas com Core i7 de 2.2GHz é a melhor combinação para quem procura tamanho e desempenho, enquanto o MacBook Pro de 17 polegadas é considerado um substituto para o desktop.

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PRÓVisual e trilha-sonora refeitos impressionam pela qualidade; habilidades especiais e sistema de combo adicionam profundidade ao game; boa quantidade de conteúdo pelo preçoCONTRAControles virtuais incomodam ainda mais em um game desse tipo; opção de controle simplificado limita habilidades de personagem; textos possuem erros de gramáticaFabricante: Aksys Games

Preço: US$4

O que é: Você era uma criança no final dos anos 1980 e/ou início dos 90? Se a resposta for sim, então provavelmente você lembra de “Double Dragon”, sucesso dos arcades que recebeu várias versões para consoles e computadores populares da época. Ele está entre os games side-scrolling mais amados de seu tempo, e apresentou marcas registradas do gênero como jogabilidade cooperativa e a habilidade de pegar armas que aumentavam a força para dar uma surra nos inimigos.

“Double Dragon” no iOS  é uma edição completamente renovada do game, trazendo gráficos novos, história e sequências refeitas, e uma engine de jogo melhorada. Bom, é novo para a América do Norte pelo menos – é na verdade uma versão refinada do jogo originalmente lançado para o Zeebo, console portátil mais conhecido aqui na América do Sul.

Quem fez: A Aksys Games, juntamente com a Brizo Interactive and Million, atuais donos dos direitos da franquia “Double Dragon”.

O que funciona: O visual renovado está fantástico. Os personagens se movem com uma animação suave e engenhosa, tudo com muitos detalhes, e o jogo traz um visual “granulado” – mas ainda colorido e distinto – que combina com o sentimento sem-lei e pós-apocalíptico do game. A adição de habilidades especiais e um sistema de combo dá ao jogo muito mais profundidade do que você esperaria de um gênero normalmente descrito como “apertar desmiolado de botões”. Mesmo que você já tenha jogado os games antigos até cansar quando era mais jovem, essa versão para iOS irá parecer surpreendentemente nova. Apesar de não serem excepcionalmente longas, as seis fases do título oferecem uma boa quantidade de desafio e variedade de jogabilidade, e a trilha sonora refeita que toca em cada uma delas com certeza trará um pouco de nostalgia para os gamers.

O que não funciona: Todo mundo odeia controles de botões e D-pad simulados na tela, mas realmente não há como “fugir” deles em um jogo tradicional com lutas como esse. Mas isso não significa que não podemos reclamar deles. Em “Double Dragon” particularmente, a falta de precisão tátil pode ser um problema – algumas vezes você terá de se posicionar cuidadosamente para acertar inimigos em determinados planos, pegar objetos e escapar de ataques, todos os quais ficam mais difíceis do que deveriam. Uma opção de esquema de controle simplificado meio que compensa isso, mas ao usá-lo, você não terá acesso a todas as habilidades de luta de seu personagem. Há um modo cooperativo para dois jogadores, mas é apenas local. E apesar de ser uma questão menor, o texto do game possui alguns erros de gramática.

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 Nova versão de "Double Dragon" traz bons gráficos para o iPhone

Qual o tempo de vida útil do jogo? Bastante bom para um game desse tipo. Os modos padrão do jogo oferecem opções limitadas de “continue”, então você provavelmente terá de treinar algumas vezes antes de conseguir zerar o título completamente. E também existem muitos personagens jogáveis para destravar e habilidades secretas para descobrir. “Double Dragon” possui suporte para o Game Center do iOS, por isso há muitas conquistas (achievements) para ganhar, algumas consideravelmente mais difíceis que outras. Vale lembrar que o game é compatível com iPhone, iPod Touch e iPad, e possui cerca de 40MB de tamanho.

Vale o quanto custa? Depende da sua disposição em usar controles virtuais para jogar um game que envolve muito apertar de botões. A ação de lutas em scrolling é bastante sólida, enquanto os gráficos e música refeitos são excelentes. Além disso, os vários modos e itens destraváveis te farão jogar mais e mais vezes. Mas tudo isso envolve passar aquela primeira barreira.

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PRÓModo online tem potencial, apesar de ser mal implementado; iniciativa legal de levar o game para iPhone; sua curta duração pode acabar sendo algo bomCONTRAGráficos sem graça; controles ruins; pelo mesmo preço ou menos é possível comprar games melhores Fabricante: Capcom

Preço: US$2,99

O que é? Resident Evil Mercenaries VS. é um game que começou como um divertido e pequeno modo de sobrevivência embutido em Resident Evil 4. Depois foi melhorado em sua versão HD (alta definição) com RE5. O modo te coloca como um dos vários personagens do game tentando sobreviver a um grande ataque de zumbis.

Você está operando com um limite de tempo. Por isso, sai vencedor quem conseguir mais pontos por atirar nos inimigos ao final desse período. Com uma versão do game chegando ao Nintendo 3DS ainda este ano, talvez não seja tão surpreendente esse popular minigame desembarcar na App Store.

O que é surpreendente é a mais do que famosa produtora Capcom ter colocado sua marca em jogo tão mal feito quanto esse. Com controles pobres, gráficos apagados, conteúdo hilariamente disperso e recursos online mal implementados, essa não é uma versão do game que você vai querer jogar.

Quem fez? A Capcom já está no mercado há um bom tempo. Geralmente eles fazem games bem legais como Phoenix Wright e Street Fighter IV. Se você conhece seus jogos, normalmente ama-os. Só esse que não.

O que funciona? Não muita coisa. Eventualmente o jogador acaba se adaptando mais ou menos ao esquisito esquema de controles, mas, mesmo assim, é difícil não ficar frustrado com a mecânica do título. Se pensarmos que o preço do game é cerca de um décimo do preço da futura versão para 3DS, e possui a mesma proporção da qualidade esperada para o jogo no portátil da Nintendo, então faz sentido. É algo razoavelmente real, nesse sentido.

O que não funciona? Veja títulos como Infinity Blade, Dead Space e Real Racing 2. É assim que são os gráficos do iPhone nos dias de hoje. Incríveis. Mercenaries não alcança esse nível de qualidade. Em vez disso, o jogo é como se tivessem escolhido um game desconhecido do PS1 e feito uma versão para iPhone. Felizmente, há apenas três fases no título.

Assim, só temos três áreas em que o game pode ser péssimo. Uma das únicas coisas que quase funciona – o modo multiplayer online – é na verdade prejudicada pelo sistema estranho e arcaico da Capcom, que exige que os jogadores memorizem números PIN.

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Game da Capcom peca principalmente pelos gráficos e controles de má qualidade

Qual o tempo de vida útil estimado? Com poucas fases e personagens, até mesmo os maiores fãs da série  terão apenas algumas horas de “diversão”.

Vale o quanto custa? Existem literalmente centenas de outros games para iOS com preço igual (US$2,99) ou menor e que valem muito mais do que esse. Mercenaries é uma versão de um minigame que muitas pessoas gostam, mas nem elas deveriam perder seu tempo com esse jogo.

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O que assusta não é o exército de zumbis, mas a qualidade do jogo

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PRÓControles eficientes; bom visual; mantém "sentimento" do game nos consoles; deve agradar aos fãs da sérieCONTRABatalhas de chefes não são tão boas quanto nos consoles; grande área para apertar botões pode levar a controles errados; navegação no mapa pode ser um pouco irritanteFabricante: Capcom

Preço: US$5

A Capcom conseguiu “espremer” a maior parte dos pontos altos do quarto capítulo de sua série de jogos de ação “Devil May Cry” nesta pequena – mas muito funcional – versão para iOS (US$5).

Jogando como Nero, o título segue a história de “DMC4” por 10 fases. Apesar de o conjunto de movimentos ser um pouco incompleto, os desenvolvedores mantiveram o famoso sentimento “combo-cêntrico” da franquia ao destravar automaticamente novos movimentos quando o gamer consegue almas o suficiente. O jogo tem controles eficientes, e a qualidade de “Devil May Cry 4 Refrain” está mais a par com “Street Fighter IV” para iOS do que “Dead Rising Mobile”, todos games da Capcom. Jogar essa versão portátil de “DMC4” me fez querer tirar o pó do original para consoles.

Dada a natureza geralmente complexa do design de “Devil May Cry”, foi uma ótima surpresa ver que esse game funciona tão bem no iPhone. Meu maior medo era relacionado aos controles, mas eles apresentaram uma ótima resposta na maioria das vezes – gostei em especial da maneira como os desenvolvedores lidaram com os golpes de espada de Nero e a mudança de estilos de jogo com Dante – e realizar combos continua divertido nessa versão móvel, apesar de alguns ajustes necessários. A engine também roda bem, particularmente nas animações dos personagens.

Leia também

iPhone e iPad: saiba como criar contas estrangeiras no iTunes e baixar games no Brasil (http://migre.me/3VWIk)

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Game para iPhone e iPod Touch já está na App Store por US$5

No entanto, mesmo com seus controles eficientes e alinhados, alguns movimentos são difíceis de ser realizados no calor do combate, e o amplo espaço de toque no joystick algumas vezes pode levar a ações indesejadas. Navegar o mapa também pode ser um pouco irritante, porque a câmera está constantemente rodando, o que pode levar a alguma confusão relativa ao espaço juntamente com o mapa já um pouco obtuso. Além disso, apesar de entender a mudança, não deixa de ser um desapontamento que as batalhas de chefes infelizmente não estejam no mesmo nível de suas correspondentes nos consoles.

Um gamer veterano na série conseguirá terminar “DMC4R” em algumas horas, mas você também pode jogar como Dante por meio de uma atualização gratuita, e existem muitos itens destraváveis e colecionáveis para obter. Além disso, a Capcom já afirmou que planeja adicionar modos adicionais de jogo no futuro.

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Um dos pontos baixos dessa versão móvel são as lutas de chefes

O jogo vale o quanto custa? Provavelmente sim, para os fãs da série que possuem um aparelho com o iOS. É um feito e tanto a Capcom ter conseguido criar uma versão competente de “DMC4” sem sacrificar tanto o visual 3D quando o "clima" correto. E se você é um fã do game há muitos atrativos extras para ir atrás. Não é exatamente um “Mirrors Edge” ou “Dead Space”, mas vale muito a pena se você gosta da série “Devil May Cry”.

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PRÓÓtima qualidade de som; lindo design; controle remoto é eficiente; rádio relógio; tamanho e peso reduzidosCONTRAPreços altos; controle de grave/agudo é físico e fica (mal) localizado; som pode distorcer um pouco com equalização mais graveFabricante: Yamaha

Preço: R$1.099 (TSX-70) e R$1.199 (TSX-80)

Criada originalmente como uma fabricante de instrumentos musicais, a Yamaha até hoje mantém uma boa reputação nessa área, apesar de ter expandido consideravelmente sua área de atuação.

Os Docks TSX-70 e TSX-80, compatíveis com iPhone e iPod,  avaliadas por Macworld Brasil apresentam uma ótima qualidade sonora, além de um ótimo acabamento externo.

Apesar de possuírem designs opostos, com o TSX-70 sendo mais retrô e o TSX-80 mais moderno, ambos trazem exatamente os mesmos recursos (incluindo um eficiente controle remoto e serviços de despertador e rádio-relógio na bonita tela de LED) e potência sonora, com 16W divididos em três alto-falantes projetados com woofer SR-Bass.

O design elegante e o tamanho reduzido de ambos merecem destaque, assim como a qualidade do som, que se saiu bem em diversos estilos musicais. Os controles simples, tanto no aparelho quanto no controle remoto, também são pontos positivos. Como outros docks, os produtos da Yamaha também trazem saídas externas e carregam os aparelhos quando ligados.

O ponto negativo fica por conta dos preços altos sugeridos pela fabricante, de 1.099 reais para o TSX-70 (sai por cerca de 200 dólares nos EUA), e de 100 reais a mais para o TSX-80. Apesar dos mesmos recursos, a Yamaha justifica o preço maior do TSX-80 afirmando que o produto utiliza maior quantidade de materiais na fabricação.

Outro contra é o fato de o controle de graves/agudos (tone control) ser físico e ficar localizado na traseira dos aparelhos, não sendo de fácil localização e nem um pouco prático. E, apesar da boa qualidade sonora, em algumas músicas foi possível notar que o som sofreu distorções em volumes mais altos, sendo necessário deixar o som mais agudo, o que diminuía a qualidade da experiência do usuário.

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Modelo TSX-70 capricha no visual mais retrô, se assemelhando a antigos rádios

Todos os modelos de iPod Touch (3ª e 4ª geração) e de iPhone (3G e 4) testados funcionaram com os aparelhos. Mas o iPod Touch 3G apresentou problemas com o controle remoto, sendo possível mudar apenas o volume das músicas com esse modelo do tocador.

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Apesar dos recursos iguais, TSX-80 custa mais do que o "irmão gêmeo" TSX-70


Irmão maior
Outro produto lançado pela Yamaha para os aparelhos da Apple é o MCR-40 (1.399 reais), que possui tamanho e potência sonora (30W divididos em dois falantes) bem maiores do que o TSX-70 e o TSX-80. O som do equipamento é muito bom, com potência para dar uma festa tranquilamente. Seu controle remoto traz uma boa variedade de recursos e controles.

Mas há algumas limitações: a conexão USB exige que o armazenamento de dados esteja em FAT 16 ou 32. Não imagino que formato eu uso para os pendrives, mas testei três deles e nenhum funcionou. Já no meu rádio do carro, que tem porta USB, todos funcionam sem problemas...

Quanto à conexão do dock, o produto só fala em compatibilidade com o iPod. Não há qualquer referência no manual sobre o iPhone. Diz apenas que é “compatível com iPod (5ª geração), iPod classic, iPod nano e iPod touch. Ao espetar o iPhone, a tela do celular mostra uma mensagem dizendo que o equipamento não é suportado. Apesar disso, o equipamento funciona, mas nem todas as funções funcionam adequadamente com o iPhone. Vale lembrar que o equipamento também permite recarregar o aparelho, o que é legal.

Segundo a assessoria da Yamaha, é possível encontrar os produtos na Import Express, que possui loja online com entrega em todo Brasil, além de duas lojas físicas em shoppings de São Paulo.

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Aparelho de som MCR-40 possui potência suficiente para animar festas em casa

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PRÓ

Imprime fotos diretamente do iPhone via Wi-Fi com o app Epson iPrint; fotos são impressas com boa qualidade.

CONTRA

O aplicativo não possui muitas configurações e imprime apenas fotos.

Fabricante: Epson

Preço: Entre R$300 e R$350

A Epson Stylus TX420W é uma impressora multifuncional tradicional que imprime a jato de tinta, escaneia ou faz cópias diretas. O grande diferencial dela é o suporte a redes sem fio e um aplicativo que permite imprimir fotos diretamente do iPhone.

Como outros produtos do mercado, você também pode conectá-la a um computador via cabo USB.  O produto acompanha os softwares Core Media One, para edição ou impressão de fotos e o ABBYY Fine Reader 6 Sprint OCR, para digitalização e reconhecimento de caracteres de textos.

Há também uma entrada para cartões de memória SD; você pode tirar o cartão de sua câmera digital e plugar na impressora, agilizando o processo. Neste caso, o pequeno visor LCD de 2.5 polegadas permite pré-visualizar a impressão.

Esta telinha também é utilizada para configurar a impressora ou visualizar informações como o nível dos cartuchos. O problema é que, com poucas teclas, a navegação se torna difícil e pouco prática.

Segundo a fabricante, ela imprime até 35 páginas por minuto em preto e branco ou 15 páginas por minuto em cores, com resolução máxima de 5670x1440dpi. Como outros da Epson, este modelo depende de quatro cartuchos para impressão. Já o scanner digitaliza imagens com resolução máxima de 1200x2400dpi. 

App para iPhone
A Epson explora ao máximo a mobilidade da TX420W com o aplicativo iPrint, para iPhone, iPod Touch ou iPad. Ele permite imprimir fotos que estejam armazenadas no seu aparelho via Wi-Fi.

Mas e o AirPrint? Esse recurso, que foi lançado com o iOS 4.2, permite imprimir fotos ou sites apenas com o iPhone, desde que a impressora seja compatível com o recurso. E esse é o problema: por aqui são poucas as impressoras compatíveis com o AirPrint. O aplicativo iPrint é uma boa saída para este problema.

A grande vantagem é que você não tem que se preocupar muito: é só selecionar a impressora, selecionar a foto e tocar em imprimir. Você já tem quatro tamanhos de foto pré-configurados, que são os formatos tradicionais: 10x15cm, 13x18cm, Carta ou A4.

As fotos são impressas em alta qualidade e, no geral ficam boas, exceto por imagens muito escuras. A impressão leva algum tempo: Em nossos testes, uma foto de 13x18cm levou mais de quatro minutos para imprimir. Veja uma demonstração no vídeo abaixo:

Conclusão
A Epson Stylus TX420W é uma boa escolha para quem procura uma multifuncional e quer se livrar dos cabos ou para quem quer imprimir fotos a partir de um iPhone, iPod Touch ou iPad sem complicações.

Apesar de utilizar quatro cartuchos, o preço deles não é muito alto: cerca de 20 reais cada um. O produto custa entre 300 e 350 reais e pode ser encontrado em lojas tradicionais de informática do País.

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Acessório tyPad transforma iPad em notebook

Postado por CONHEÇA OUTROS BLOGS | 19:46 | | 0 comentários »
PRÓPortabilidade; botões auxiliaresCONTRAPreço; teclado menorFabricante: Accessory Workshop

Preço: US$ 99,99

O tyPad é uma combinação entre um teclado Bluetooth e um case de proteção para o iPad. Depois de inserir o tablet no acessório, um teclado dobrável surge para o usuário digitar no dispositivo, em formato paisagem (por ser Bluetooth, o usuário pode naturalmente utilizá-lo em modo retrato). O teclado do acessório é QWERTY, com teclas macias que oferecem boa resposta aos toques, e a bateria é carregada a partir de um fio USB.

Para aplicativos de iPad que exigem muita digitação, esse teclado de 100 dólares torna mais produtiva a tarefa. Redigir textos no Quickoffice ou no TweetDeck, por exemplo, fica muito mais fácil. O design do acessório é muito bom,  oferece um bom case e, ao mesmo tempo, apoio para o iPad, quando o teclado não está sendo utilizado. 

Leia mais: Saiba o que é preciso para o iPad substituir o notebook (http://migre.me/3TLcF)

O periférico possui no topo teclas adicionais de controle de volume (além do botão mute), botões para música (play/pause, avançar/retroceder), uma tecla dedicada à pesquisa (exibe a barra de pesquisa do iPad) e um botão home especial, que mostra a tela inicial do tablet sem que o usuário precise apertar o  botão físico. Por fim, há também um botão de teclado digital, que faz com que as teclas surjam na tela do tablet, que pode ser útil na hora de inserir caracteres especiais.

Um dos pontos interessantes do tyPad é que, ao fazer a conexão via Bluetooth, o usuário precisa digitar uma senha elaborada, em vez  da combinação básica 0000, adicionando um nível a mais segurança.

Entretanto, o produto tem alguns problemas: como o tyPad só pode ser utilizado com o iPad, seu teclado é um pouco menor, o que pode tornar a digitação menos confortável. Além disso, o preço – 100 dólares – é visivelmente salgado.

Um detalhe irritante é que o apóstrofo está localizado na mesma linha da barra de espaço, em vez de próximo do meio; o resultado é que o usuário, ao tentar alcançar o comando, acaba apertando enter. Uma curiosidade bizarra é a presença de teclas de função, comuns de PC (F1, F2, assim como alt/option e command), estranhas para um dispositivo como iPad; por outro lado, leva a crer que o acessório pudesse ser utilizado com um PC, ou talvez outros tablets que estivessem a caminho. Apesar disso, o tyPad é uma alternativa (cara) para quem quer, de fato, transformar seu tablet em um notebook.

typad01.jpgPeriférico dá uma cara de laptop ao tablet

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PRÓGratuito; bom conteúdo; belas fotos CONTRABugs de navegação; apesar de diário, sua cobertura é limitada; carece de recursos multimídaPreço: Gratuito

No começo de fevereiro, foi lançado nos Estados Unidos o The Daily, jornal exclusivo para tablets da News  Corp (um dos maiores grupos de mídia do mundo). Agora, é a vez dos brasileiros ganharem um diário nascido com foco nos usuários do iPad, o Brasil 247.

O interessante nesses dois projetos é o fato de as publicações não serem adaptações de jornais impressos, mas sim diários nascidos já no novo formato digital, que ganha força com as fortes vendas do iPad (só no último trimestre de 2010 foram comercializadas mais de 7 milhões de unidades).

Anunciado no dia 14/3, o jornal (que está mais para o formato e linha editorial de uma revista) chegou  ao primeiro lugar no ranking do aplicativos gratuitos para iPad no País, mas agora ocupa a nona posição do ranking.

O projeto é interessante, mas ainda carece de ajustes. Para começar, notamos, na segunda (14/3) que a versão disponível nesse dia tinha a data do domingo, o que dava à publicação uma cara de “jornal velho”.

Alertada pela redação da Macworld Brasil, a assessoria de imprensa da publicação afirmou que o erro seria corrigido, o que aconteceu na edição seguinte. Na sexta (18/3), porém, o arquivo mais recente, apesar de trazer como identificação “18_03_2011_6h”, exibia nas páginas a data  “17 de março”.

Deixada a data de lado, a chamada a “navegabilidade” também precisa de correções. Na edição da sexta, ao tocar na capa, na notícia “Vai pra casa, Cristiano”, nada acontecia, ao contrário dos outros destaques. Nas páginas, o botão Compartilhe simplesmente não funciona. Ao tocar na parte inferior da tela, surge o Menu de navegação. Nele, há opções como o ícone Sumário. Tocar nele também não produz resultado.

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Brasil 247: conteúdo diário gratuito


Apesar de trazer belas e grandes fotos em suas capas de seções, a diagramação nas páginas internas, em geral, não é das mais criativas, basicamente uma foto à esquerda, com um texto que pode ser  rolado do lado direito, com alguns “brancos”.  A nota “Mundo declara guerra a Kadafi. O Brasil se abstém” simplesmente trazia um texto que “estouro” no modo retrato. Ele ia além do pé da página e não exibia do fim do artigo (não adiantava tentar rolar a página).

A publicação sofre de um mal comum aos aplicativos de jornais e revistas brasileiros: usa muito pouco do potencial do iPad. Falta explorar melhor a multimídia, com mais vídeos ou infográficos, por exemplo. Seria interessante incorporar recursos como o de fotografia 360 graus, como acontece com o The Daily, que oferece uma visão panorâmica.

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Problemas no aplicativo: texto vai além da página e não exibe o fim


As edições trazem um bom conteúdo, dividido em temas como Economia, Brasil, Mundo, Cultura e Esportes. Mas, apesar de ser uma publicação diária, não espere uma cobertura completa, por exemplo, do futebol brasileiro. Na sexta, a área de esportes do jornal não trazia sequer uma notícia de clubes nacionais ou de jogos realizados na semana. Além do jornal, o Brasil247 oferece aos leitores, nos finais de semana, a revista Oásis, que traz na sua pauta temas como saúde, espiritualidade e turismo.

A proposta do jornal, até por ser um produto gratuito, é bem interessante, mas o projeto precisa de vários ajustes. Afinal, sua página na App Store promete  “o melhor time de editores, repórteres e colunistas do Brasil”

Para quem não tem tablet, a publicação também oferece seu conteúdo no site www.brasil247.com.br.

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PRÓDesempenho mais rápido Nova entrada ThunderboltCONTRAChip gráfico é, algumas vezes, inferior ao modelo anteriorFabricante: Apple

A Apple ficou quase um ano sem renovar sua linha de MacBooks Pro, intervalo incomum para atualizaçãp  do equipamento. Para compensar, os novos notebooks, lançados no final de fevereiro, trazem diversas mudanças por baixo do capô, incluindo novos processadores, GPUs e um novo conector periférico. Tudo isso traduzido em performance justifica toda essa espera.

A nova linha de MacBooks Pro traz  cinco modelos, todos com 4 GB de memória RAM DDR3 de 1333 MHz e processador Intel HD Graphics 3000 integrado. O modelo de 13 polegadas (3.599 reais) possui processador Core i5 de 2.3GHz e disco rígido de 320GB, com 5400 rpm (valor padrão para todos os novos MacBooks Pro). O segundo modelo de 13 polegadas (4.999 reais) tem processador Core i7 de 2.7GHz e disco rígido de 500GB.

Há também dois modelos de 15 polegadas, ambos com processador Core i7. A diferença, além do preço (6.699 reais, e 7.999 reais) está na potência do processador  (2GHz e 2.2 GHz, respectivamente), na capacidade gráfica das GPUs (a primeira uma AMD Radeon HD 6490M de 256MB e a última trata-se de uma AMD Radeon HD 6750M de 1GB) e o espaço em disco – o primeiro modelo com 50 GB de espaço e o segundo com disco rígido de 750GB. Por fim, há MacBook Pro de 17 polegadas (9199 reais), que possui as mesmas especificações do modelo mais caro de 15 polegadas, com diferença apenas para o tamanho da tela.

Bem-vindo ao Sandy Bridge
A nova série de processadores da Intel, conhecida pelo codenome Sandy Bridge, está  em todos os novos laptops da Apple. Com o processador, cache, GPU e controle de memória residindo no mesmo chip, os processadores Core i5 e i7 ajudaram os novos MacBooks Pro a superarem com folga a performance da CPU de seus antecessores.

Os processadores Sandy Bridge contam com o processador gráfico integrado HD Graphics 3000 da Intel. Na geração anterior do MacBook Pro, a Apple utilizou o chip gráfico integrado da Intel somente nos modelos mais avançados, que possuíam também uma GPU Nvidia GeForce GT 330M dedicada, que se dava muito bem em aplicações gráficas pesadas. 

Como seus antecessores, o Sandy Brdge suporta o Hyper Threading, que permite ao sistema administrar quatro núcleos virtuais nos modelos de 13 polegadas e até oito núcleos virtuais nos modelos de 15 e 17 polegadas. Outra tecnologia, Turbo Boost, permite aos processadores aumentar a velocidade temporariamente quando é necessário.

A Intel descobriu um problema de hardware que poderia diminuir o desempenho ao decorrer do tempo nos computadores baseados em Windows, e fez um recall das máquinas. De acordo com a Apple, esses processadores estão livres desse defeito.

Thunderbolt
A única mudança exterior no Macbook Pro é um raio brilhante próximo onde, antigamente, ficava o conector Mini DisplayPort. Trata-se da entrada Thunderbolt, tecnologia que permite a conexão em linha de até seis dispositivos com a entrada. Esse tipo de conector suporta até 10 watts de força por canal e oferece velocidades de até  10Gbps, o dobro do USB 3.0 e até 12 vezes mais rápido do que o FireWire 800. 

A Apple e a Intel esperam uma forte adoção do Thunderbolt, contudo só o tempo dirá se essa tecnologia vai pegar. Caso queira saber detalhes sobre essa conexão, confira o especial sobre essa nova tecnologia da Intel. (http://migre.me/44v0M)

Nova webcam
Juntamente com as mudanças externas, os novos MacBooks Pro chegam com uma nova webcam integrada chamada FaceTime HD, que subistitui a antiga iSight, presente na versão anterior do dispositivo.  Capaz de capturar vídeos em resolução 720p, a nova webcam leva o nome do software de videochamada da Apple, presente no iPhone 4, no iPod touch de quarta geração e na maioria dos Macs com Snow Leopard. O FaceTime para Mac vem instalado no MacBook Pro.

O que não mudou
Tudo que pode ser visto e tocado no MacBook Pro (além da já mencionada entrada Thunderbolt) é idêntico à última geração. A tela LED de 13, 15 e 17 polegadas tem resoluções de 1200x800, 1440x900 e 1920x1200 pixels, respectivamente. Todos os modelos possuem um teclado em tamanho natural, iluminado e trackpads de vidro multitouch, com suporte para gestos multitoque.

Os alto-falantes e o microfone integrado continuam os mesmos, assim como o número de portas em todos os modelos: uma FireWire 800, uma Gigabit Ethernet, conector de força MagSafe, e uma entrada e saída de áudio. Os modelos de 13 e 15 polegadas possuem duas entradas USB 2.0 e um leitor de cartão SDXC, enquanto o  MacBook de 17 polegadas possui três entradas USB 2.0 e um slot ExpressCard/34.

Pontuações nos testes
Para mensurar a velocidade média de cada MacBook Pro, utilizamos o Speedmark 6.5. O novo MacBook Pro de 13 polegadas e processador Core i5 de 2.3 GHz, fez 140 pontos, e foi 35% mais rápido do que seu irmão mais velho, que possuía processador Core 2 Duo de 2.4GHz. A maior diferença de desempenho aconteceu no teste de encode de AAC para MP3 no iTunes, no qual o novo modelo foi 57% mais rápido. A performance do modelo de 13 polegadas com processador Core i7 de 2.7GHz foi menos significativa, com apenas 13% de ganho em relação ao modelo dual-core de 2.66 GHz.

Já o novo dispositivo de 15 polegadas com Core i7 de 2.2 GHz foi 38% mais veloz do que o modelo mais rápido do ano passado, que contava com processador Core i7 de 2.66 GHz. O novo MacBook Pro de 17 polegadas, turbinado com processador Core i7 quad-core de 2.66 GHz deixou seu antecessor (que possuía processador Core i5 de de 2.53Ghz) comendo poeira, e teve desempenho 53%  maior.

O mais interessante é como a performance dos MacBooks Pro foi melhor em relação aos modelos atuais do iMac. O notebook de 15 polegadas com Core i7 derrotou o iMac de 21.5 polegadas com Core i3 de 3.06GHz na pontuação do Speedmark.  Mais impressionante ainda é que os MacBooks de 15 e 17 polegadas de 2.2GHz foram 7% mais rápidos contra o iMac de 27 polegadas com Core i5 2.8 GHz.

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Gráfico: barras longas são melhores. As azuis representam os sistemas utilizados como referência

Gráficos
Para ver como os novos processadores gráficos lidam com games, rodamos Call of Duty 4 e o Cinebech R11.5, parte do Speedmark 6.5, para testar a GPU. Os resultados nos modelos de 13 polegadas com processadores HD Graphics 300 não impressionaram muito, conseguindo pontuações menores do que seus antecessores com placa gráfica Nvidia GeForce 320M integrada. Mesmo com processador i7, o máximo atingido foram 27fps, menos do que os 33 quadros por segundo atingidos pelo antigo MacBook Pro Core 2 Duo de 2.66Hz.

Em resoluções maiores (de 1280X800), a diferença de pontuação foi ainda maior: a antiga placa Nvidia conseguiu taxas 55% maiores do que o modelo com processador Core i5, e 48% superiores comparado com o modelo de 13 polegadas com Core i7. Já no teste com o Cinebench R11.5, todos os três modelos do Macbook Pro de 13 polegadas e seus antecessores tiveram os mesmo 11 pontos.

Os MacBooks Pro de 15 e 17 polegadas com Core i7 foram as máquinas que se deram melhor no geral, graças aos processador gráfico dedicado Radeon HD 6750M, com 1 GB de memória dedicada a vídeo. No teste com Call of Duty em resolução 1024x768, a dupla foi 31% mais rápido do que a linha antiga, tendo esses anteriores GPU Nvidia GeForce GT 330M.

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Vida útil da bateria
Como a bateria do MacBook Pro é integrada, não é possível substituir por outra que já esteja carregada. De acordo com a Apple, a bateria do MacBook Pro deveria durar até 7 horas, e como a empresa mudou a maneira como o teste é feito, fica difícil saber se houve melhorias em relação aos modelos anteriores, que teriam até 10 horas para o notebook de 13 polegada e entre 8 e 9 horas para aqueles com 15  e 17 polegadas.

Em nossos testes, a bateria de todos os MacBooks Pro durou entre 5 horas e 39 minutos (de 17 polegadas com Core i7 de 2.2GHz) e 5 horas e 53 minutos ( 13 polegadas com Core i5 de 2.4 GHz), resultados melhores do que obtidos na linha do ano passado. Ambos notebooks do modelo menor duraram 5 horas e 23 minutos, mais tempo do que seus irmãos mais velhos, sendo 30 minutos a mais para o modelo Core i5 e 18 minutos de janela para laptop com Core i7.

As melhorias de maior expressão vieram com os MacBooks Pro de 15 polegadas. Com processador Core i7, ele durou 50 minutos a mais do que o modelo anterior (que tinha uma marca de 4 horas e 53 minutos). A versão com Core i7, surpreendentemente, foi  além, e durou 54 minutos a mais, em comparação a seu modelo anterior. Também com processador Core i7, o modelo de 17 polegadas não fez feio, e durou 48 minutos a mais do que as 4 horas e 51 minutos do antigo aparelho, que possuía a versão anterior do processador i7.

Vale lembrar que os números são referentes à configuração original do aparelho; a Apple oferece uma vasta lista de opções para o usuário personalizar o MacBook Pro, desde aumentar a memória  RAM de 4GB para 8GB, até trocar o HD por SSD ou mesmo a capacidade do processador. Tudo, claro, por um preço.

Conselho de compra da Macworld
Os novos MacBooks Pro oferecem uma mistura de melhorias, familiaridade e comprometimento. A performance da CPU e da bateria melhoraram muito. Além do triunfo da nova entrada ThunderBolt, a tela, o peso, o teclado, o alto-falante e número de portas continua o mesmo. Quanto ao comprometimento do produto,  há o processador Intel Graphics 300, que obteve resultados inferiores ou similares aos gráficos integrados utilizados nos laptops do ano passado.

Se você estiver decidindo entre um MacBook  de 3 mil reais e um MacBook Pro de 13 polegadas por 3599 reais, a escolha é clara: invista mais um pouco no MacBook Pro, que tem uma performance muito maior e possui mais recursos. O modelo de 15 polegadas com Core i7 de 2.2GHz é a melhor combinação para quem procura tamanho e desempenho, enquanto o MacBook Pro de 17 polegadas é considerado um substituto para o desktop.

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PRÓNovo design mais fino e leve facilita a empunhadura e não cansa; duas opções de cores; duas câmeras funcionam bem com vídeos; saída HDMI; processador A5 pareceu realmente rápido, assim como placa gráfica; continua com 10 horas de bateriaCONTRACâmeras poderiam ser melhores, especialmente para fotografias; ainda não tem previsão de chegar ao Brasil; um pouco desajeitado para videochamadas; alguns acessórios do iPad 1 não poderão ser reutilizados; USB e SD fazem faltaFabricante: Apple

Preço: Entre US$499 e US$829 (nos EUA)

Há cerca de um ano, ninguém tinha um iPad. Então a Apple vendeu cerca de 15 milhões de unidades do tablet em apenas nove meses, criando uma nova categoria de produto de tecnologia. Assim, o aparelho pode ter se tornado, nas palavras de Steve Jobs, “o produto eletrônico de maior sucesso na história”.

Com certeza é muito difícil repetir um sucesso tão grande, mas essa é a tarefa do novo iPad 2, que começa a ser vendido hoje, 11/3, nos EUA (o produto ainda não tem previsão de chegar ao Brasil). Ao menos a nova versão do tablet tem isso a seu favor: o modelo original surpreendeu tanto a indústria que os verdadeiros concorrentes só estão começando a aparecer agora.

E esses rivais terão de enfrentar uma nova versão do iPad, mais rápida, menor e mais leve do que o aparelho apresentado há um ano – além de manter o preço de entrada de 499 dólares nos EUA, algo que tem se provado impossível de alcançar pelos rivais. É quase injusto.

Um jogo de gramas e milímetros
Chame de “a lei de Jobs” se quiser: a versão mais recente de um produto da Apple tem muitas chances de ser mais fina e leve do que a anterior. E assim foi com o iPad 2. A diferença pode parecer pequena, mas isso é apenas porque estamos lidando com produtos pequenos para começo de conversa. Mas com produtos dessa dimensão, cada grama e milímetro têm importância.

O iPad 2 mede 18cm por 24cm por 0,8cm e pesa 600g (Wi-Fi) – o modelo Wi-Fi + 3G é cerca de 5g mais pesado. Isso significa que a Apple cortou cerca de um terço da espessura do tablet e 10% do peso (ou 20% nos modelos 3G). Pegue um iPad 2 após mexer com o original e você irá perceber a diferença de cara.

Para cortar esses 0,4cm de espessura, a Apple transformou o painel traseiro de alumínio do aparelho. Assim, o iPad 2 retira a estrutura do anterior, optando por uma única superfície que muda muito mais rapidamente de curvo para plano.

E com a perda das quatro extremidades, as portas e botões do novo gadget agora estão localizados em uma posição curva no painel traseiro, em vez de ficarem na lateral. É uma mudança bem notável, um pouco como reverter a superfície plana do iPhone 4 para a traseira curvada de um iPhone 3G. Algumas vezes me debati um pouco para inserir cabos no conector de dock do iPad 2 no ângulo correto por ter ficado confuso com a curvatura no painel traseiro.

O resultado final desses cortes é que o iPad 2 possui uma empunhadura melhor que o modelo original (que é difícil de segurar com apenas uma mão), ficando melhor para segurar por mais tempo. Na verdade, o primeiro tablet acabou se tornando um produto que exigia algum tipo de case para facilitar o manuseio.

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Novo iPad é mais fino e mais leve do que o modelo original

Variações sobre um tema

O iPad original tinha seis variações diferentes – versões Wi-Fi ou Wi-Fi + 3G, com capacidades de armazenamento de 16GB, 32GB ou 64GB. Com o sucesso de vendas do aparelho, a Apple decidiu duplicar esse número ao oferecer duas opções de cores: preto e branco (que a empresa afirma que estará disponível desde o primeiro dia de vendas).

Os preços nos Estados Unidos são os mesmos do primeiro iPad, variando entre 499 e 829 dólares, de acordo com a versão e a capacidade de armazenamento.

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Opção: usuários podem escolher comprar um iPad 2 branco ou preto

O que não mudou
Apesar de estar mais leve e fino, o iPad 2, em um olhar rápido, se parece muito com o modelo original. Ele traz uma superfície de vidro sobre uma tela com as mesmas 9,7 polegadas e resolução de 1024x768 pixels.

E as posições dos botões no novo tablet também estão mais ou menos intocadas. Há um botão sleep/wake na extremidade superior direita, uma entrada de fone de ouvido no lado oposto, um botão de volume e uma chave (que pode ser usada para trazer orientação da tela ou silenciar os sons de alerta) na lado superior direito, um conector de dock de 30 pinos na parte inferior, e um botão home na parte de baixo da frente. E o microfone fica no centro da extremidade superior do aparelho.

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Botões e portas tiveram que mudar um pouco de lugar no novo iPad, que é mais fino que o anterior

Velocidade dual-core
O iPad 2 usa um novo processador da Apple chamado A5, que faz sua estreia no aparelho. A “maçã” geralmente é cuidadosa com as especificações de seus produtos, mas para todos os efeitos o A5 é uma vez dual-core do chip A4 de 1GHz que está presente no iPhone 4 e no primeiro iPad. Além disso, informações indicam que o tablet tenha 512MB de RAM – dobro do do modelo original – e uma velocidade de barramento (bus speed) de 200MHz, também duas vezes mais que o primeiro aparelho.

Como o A5 é um processador dual-core, a Apple afirma que o iPad 2 pode rodar em velocidades até duas vezes maiores que o primeiro tablet. Com em qualquer processador dual-core, a chave sobre “até o dobro” é que o software precisa ser otimizado para aproveitar os múltiplos núcleos de processamento, ou essa velocidade será desperdiçada. Esse é o primeiro processador dual-core a aparecer em um aparelho iOS, e será interessante ver em quais circunstâncias o A5 é perceptivelmetne mais rápido do que o A4 (e quando ele não é).

Mas a velocidade do processador não é a única parte do sistema que determina o seu desempenho. A performance gráfica tornou-se um componente importante para determinar a agilidade de um aparelho de computação. E a Apple afirma que o desempenho dos gráficos do iPad 2 chega a ser até nove vezes mais rápido do que o primeiro tablet.

Então o iPad 2 cumpre o prometido pela Apple? Absolutamente, apesar de ser difícil determinar se é o processador dual-core ou o melhor desempenho gráfico que merecem os créditos. Desde o momento que comecei a usar o iPad 2 com aplicativos conhecidos do tablet original, pude dizer que o sistema estava mais rápido. Antes pensava que navegar por tweets no Twitterrific em meu iPad era o mais suave possível...até que fiz isso no iPad 2. Tudo pareceu mais suave e os itens carregaram mais rapidamente.

Parte desse ganho de velocidade, especialmente quando comecei a testar o desempenho do Safari, provavelmente precisa ser creditado ao novo iOS 4.3, que inclui uma grande melhoria no mecanismo de JavaScript do navegador. Tanto que quando instalei o novo sistema no primeiro iPad, o desempenho também ficou melhor.

Resumindo, o iPad 2 é o aparelho iOS mais rápido já feito, de longe. E não apenas uma distinção “acadêmica”: você pode sentir a velocidade quando usa o aparelho, porque tudo fica mais rápido e suave do que era no iPad original.

Apesar dessas melhorias no poder de processamento, a Apple afirma que o novo tablet possui as mesmas 10 horas de duração de bateria do modelo original. Em cerca de uma semana de uso, não encontrei nenhuma razão para desacreditar essa afirmação. Esse recurso matador continua intacto.

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iPad 2 chega com o novo sistema iOS 4.3

Câmeras e FaceTime
O primeiro iPad foi lançado um pouco antes de a Apple “abraçar” a videochamada com seu app FaceTime e adicionar uma câmera frontal ao iPhone 4 (e depois duas câmeras ao iPod Touch 4G). Com o iPad 2, a companhia deixa todos os seus aparelhos móveis com duas câmeras.

As câmeras do novo tablet são essencialmente as mesmas do iPod Touch 4G: é legal elas estarem lá, mas não são particularmente impressionantes em termos de qualidade. A câmera frontal é a mesma usada na 4ª geração do iPhone e do iPod Touch, oferecendo apenas resolução VGA (640x480 pixels). Ela é granulada em configurações com pouca luz, mas é prefeitamente utilizável para seu propósito inicial, que é videochamada.

O FaceTime funciona no iPad 2 de maneira muito parecida como no iPod Touch. Na seção de Ajustes você realiza login com uma Apple ID e configura um endereço de e-mail para usar como seu “número” no FaceTime, para que as pessoas possam te ligar. Você pode ligar para as pessoas a partir da sua lista de contatos e até criar uma lista de favoritos. (Assim como no iPhone 4, o FaceTime só funciona no iPad 2 em conexões Wi-Fi.)

Uma vez conectado, a tela maior do iPad defitivamente expõe a baixa qualidade de vídeo do FaceTime (talvez causada pela baixa qualidade da câmera ou pela intensa largura de banda necessária para uma videochamada; ou por ambas). Ainda assim, o vídeo é bom o bastante para ser utilizável.

No entanto, o tamanho do iPad deixa-o um pouco desajeitado como um aparelho FaceTime. É difícil ter uma conversa longa com o tablet em mãos. Colocar o aparelho em uma mesa ou no seu colo funciona melhor. E ajeitá-lo na posição de digitação com a capinha Smart Cover deu ao meu interlocutor uma boa visão do meu ventilador de teto. Enquanto colocá-lo na posição de visualização de filmes do novo case me fez curvar um pouco para ficar em quadro.

E a câmera traseira do iPad 2 parece ser idêntica a encontrada no mais recente iPod Touch. (Ela está localizada logo abaixo do botão de sleep, na parte traseira do aparelho, criando um desafio para os fabricantes de case para o novo gadget.) A Apple anuncia essa câmera como sendo “para vídeos”, e há uma razão para isso: como uma câmera fotográfica, ela possui cerca de sete décimos de um megapixel, com desempenho ruim em condições de pouca luz. Mas ela é capaz de gravar vídeos em HD (720p) e, em ambientes bem iluminados, a qualidade das imagens é decente.

Não tenho certeza se algum dia irei usar o iPad 2 como uma câmera filmadora, mas ela funciona, e mais importante, você pode usá-la dentro do FaceTime, para fazer um vídeos de seus filhos correndo loucamente e mandar para os avós.

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3G ou Wi-Fi?
Há então a questão de comprar ou não um iPad com conexão 3G. Muitos smartphones – incluindo o iPhone 4 – possuem recurso de hotspot Wi-Fi (no caso do dispositivo da Apple, liberado no último update do iOS 4.3) que permite compartilhar as conexões  com outros aparelhos.  Sendo assim, se o seu iPad e iPhone (ou outro smartphone com ferramenta para hotspot pessoal) nunca se separam, talvez seja mais interessante economizar e comprar somente o modelo Wi-Fi.

Outro adicional na decisão a respeito do 3G: somente esses modelos vêm com capacidades para GPS. Há uma boa razão para isso – dispositivos iOS usam um recurso chamado GPS assistido para diminuir drasticamente a quantidade de tempo que se leva para os aparelhos determinarem a localização do usuário (apesar do nome, esse não é um tipo de GPS falso – por assistido entende-se que os dispositivos procuram por torres de celular para corrigir sua localização, o que evita o demorado rastreamento que seria necessário para definir o posicionamento.) De qualquer maneira, se o objetivo for utilizar o tablet como um console de navegação GPS tamanho família, o modelo 3G é essencial.

Acessórios de sobra
Com o lançamento do iPad 2, a Apple também disponibilizou alguns acessórios relacionados ao novo modelo do tablet. O mais notável deles é a Smart Cover, disponível em couro ou poliuretano. A capa adere magneticamente à lateral do iPad 2 e protege a parte da frente do aparelho, bloqueando e desbloqueando a tela quando a cobertura é colocada ou removida. O case é muito elegante, e traça um padrão alto para os futuros acessórios do iPad 2

Entretanto, há outros acessórios: o adaptador Apple Digital AV finalmente permite exibir conteúdos em alta definição de alguns dispositivos iOS em HDTVs, e possibilita ainda duplicar a tela do novo tablet como um monitor secundário. Há também um novo Dock para iPad 2, que não pudemos testar. Com o Dock original também é possível colocar o tablet em posição retrato e carregar ao mesmo tempo, sincronizar ou mesmo tocar arquivos de áudio ou exibir vídeos.

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Smart Covers são opção elegante de case para o iPad 2

Porém temos más notícias: os conectores do iPad 2 e do dock original são diferentes o suficiente para que ambos não sejam compatíveis. Assim muitos acessórios para iPad não poderão ser reutilizados caso o usuário compre a nova versão do tablet. Além disso, a Apple parece ter descontinuado o iPad Keyboard Dock completamente.

Vídeo no iPad – e na TV
Um dos recursos mais surpreendentes – e esperados – do iPad 2 é o suporte melhorado para HDTVs e vídeos em alta definição. A combinação do upgrade no hardware da nova versão do tablet, um novo adaptador da Apple e updates para o iOS compartilham o crédito, mas o resultado final traz boas notícias tanto para entretenimento quanto para educação.

Na parte de entretenimento, o novo Apple Digital AV Adapter deixa o iPad 2 abrir mais suas asas. Com esse conector, o aparelho pode reproduzir vídeos em alta definição em resoluções de até 1080p, assim como áudio surround Dolby Digital, tudo isso a partir de um cabo HDMI padrão que qualquer dono de uma televisão de alta definição já conheça.

Durante os testes, exibimos diversos arquivos de vídeo em HD no iPad 2 através do adaptador e a qualidade foi excelente. A incapacidade de exibir vídeos externamente foi uma ferida muito incômoda desde o lançamento a primeira versão do dispositivo, todavia finalmente chegou, e está ótima de ser ver (e ouvir).

Para educadores, palestrantes e qualquer um que sempre quis exibir a tela do iPad para uma plateia ou sala de aula, há um recurso para espelhar a tela do dispositivo. Quando conectada ao adaptador HMI, o iPad 2 irá exibir uma versão duplicada dos conteúdos da tela em um monitor externo. Quer demonstrar um app educativo a partir de um projetor ou uma HDTV para as crianças? Com o iPad 2 isso é possível.

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Nova versão do tablet traz mais opções de saída de vídeo

No modo espelhado, a interface do iPad é muito clara e fica ótima. Como a interface de vídeo do iPad possui proporção 4:3, surgem barras pretas nas laterais da TV ao espelhar a imagem. Essas marcações crescem ainda mais quando o tablet é colocado em orientação retrato, porém a imagem de um iPad 2 em nessa posição continua boa – mesmo um pouco menor – em uma HDTV.

Vale lembrar que o modo de reprodução da tela do iPad 2 e o outro para reprodução de vídeo não entram em conflito. Se um aplicativo suporta saída de vídeo direta para um monitor externo, o iPad para de espelhar a imagem e muda para esse modo.

Software
O iPad 2 chega com a nova versão do sistema operacional móvel da Apple. O iOS 4.3 não é uma revolução excepcional, mas traz alguns recursos novos muitos interessantes.

Aplicativos tercerizados podem agora tirar vantagem de streaming de vídeo através do AirPlay, já que o sistema permite que os dispositivos iOS façam streaming de áudio e vídeo para vários outros aparelhos, incluindo a segunda geração da Apple TV (não lançada no Brasil). Os aplicativos Video e iPod podem agora se conectar a Macs ou PCs rodando iTunes a partir do recurso Home Sharing, que permite ao usuário fazer streaming de músicas e vídeos de qualquer Mac ou PC da casa para o dispositivos na rede local.

Juntamente com a nova versão do iOS, a Apple está apresentando dois novos apps como parte do lançamento do iPad 2. O primeiro deles, o iMovie, é um update da versão existente do app que rodava do iPhone 4 e no iPod touch de quarta geração. O outro é o GarageBand, que aterrissou pela primeira vez no iPad. Ambos são excelentes, mostrando todo o poder do sistema operacional e do tablet, especialmente de sua segunda versão.

Porém, ambos os apps sofrem de um dos piores problemas do iOS: a dificuldade de gerenciar e transferir os arquivos para dentro e fora do dispositivo. Para mover um projeto do iMovie do iPhone par ao iPad, por exemplo, é preciso (1) exportar o arquivo o iPhone, (2) conectar o dispositivo ao Mac, (3) abrir o iTunes, (4) clicar na aba Apps, (5) rolar a página, (6) clicar em iMovie, (7) selecionar o projeto, (8) clicar em Save e gravá-lo no disco rígido; depois disso, ainda é preciso (9) desplugar o iPhone, (10) plugar o iPad, (11) abrir o iTunes, (12) novamente na aba Apps, (13), rolar a página, (14) clicar no iMovie e, finalmente, (15) arrastar o projeto novamente para o iTunes. Tem de haver uma maneira mais fácil – talvez no iOS 5?

Vale a pena comprar o iPad 2?
Supondo que você esteja entre as pessoas que comprou a primeira versão doi iPad ano passado. Agora há uma nova versão desse dispositivo: o primeiro deve ser descartado para a aquisição do próximo?

Apesar de o iPad 2 trazer melhorias em relação ao seu "irmão mais velho" em diversos quesitos, ele é um produto evolucionário, e não revolucionário. Se estiver satisfeito com o iPad atual, não há razão para se desfazer dele somente porque há uma versão mais nova do mesmo. Se você investiu em acessórios como um dock ou case, lembre-se de que provavelmente não será possível reaproveitar esses itens na nova versão do tablet.

Claro, a não ser que o FaceTime ou outros apps de video-chamada tenham se tornado absolutamente essenciais na vida do usuário, fazer o upgrade para o iPad 2 faz mais sentido, graças às duas câmeras integradas. E qualquer pessoa que faça apresentações  em aplicativos no iPad (seminários, salas de aula, ou palestras) irá optar imediatamente pelo iPad 2 por causa do recurso para espelhar a imagem do tablet. Para esses últimos, o investimento vale mais a pena.

Conselho de compra da Macworld
É difícil apostar contra a Apple nos dias de hoje. A companhia está numa maré positiva, não só em termos de vendas, mas também no design de seus produtos. Lançado menos de um ano após o iPad original, a segunda versão do tablet é um avanço que não diverge de nenhuma novidade poderosa do primeiro iPad. É o mesmo dispositivo, só que mais fino, menor e mais rápido do que antes.

Se você for uma dessas pessoas que praticam atos notáveis de autodisciplina quando se trata de comprar a primeira geração de um produto, é hora de comemorar: o segundo iPad está ai e é hora de matar a vontade.  Por esperar, o usuário acaba com um produto mais rápido e mais leve, mas com o mesmo preço e autonomia de bateria - e com duas câmeras e capacidade para reproduzir o conteúdo da tela externamente.

Para os rivais da Apple no mercado de tablets, o iPad 2 foi um balde de água fria. Depois de mais de um ano tentando alcançar o iPad original, surge um novo modelo que corrige algumas das deficiências da primeira versão, melhora drasticamente a velocidade e não deixa a desejar no preço, nos recursos e na vida útil da bateria. O iPad 2 ultrapassou o limite estabelecido pela Apple no ano passado, e está na hora dos concorrentes se esforçarem para alcançar a empresa.

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Crie arquivos em PDF no iPhone com o Save2PDF

Postado por CONHEÇA OUTROS BLOGS | 19:34 | | 0 comentários »
PRÓPermite redigir arquivos em PDF; integração com sites de armazenamento na nuvem CONTRAVersão para iPad não é intuitiva; App travou algumas vezesFabricante: EuroSmartz

Preço: US$ 6,99

A Apple fez mais do que qualquer outra companhia, além da Adobe, para transformar o PDF em uma “língua franca” multiplataforma. Muito disso deve-se pela fato de incorporar a habilidade de criar arquivos PDF diretamente na janela de impressão no Mac OS X, além de adotar o formato como padrão para visualizar arquivos antes de serem impressos.

Porém, mais importante do que isso têm sido as vantagens  dos usuários no dia-a-dia, em todas as plataformas. O formato permitiu, tanto para indivíduos quanto corporações, salvar arquivos em uma extensão que pode ser exibida (e em alguns casos editada) mesmo quando a aplicação original, utilizada para criar o documento, não está disponível.

Enquanto que ler PDFs no iPhone e iPad tem sido possível via Safari (caso surjam durante a navegação) e através de muitos aplicativos terceirizados como GoodReader e Evernote, criá-los sempre foi uma ação secundária. Quando a EuroSmartz apresentou o Save2PDF para iPhone e iPad, em 2010, a desenvolvedora resolveu esse impasse - e, de quebra, disponibilizou o app em diversas línguas, inclusive em português. A empresa produz uma grande variedade de apps de impressão  para iPhone, iPod touch e iPad.

Em aplicativos em que permitem impressão, quando o usuário está vendo um documento e deseja salvar como PDF, é preciso ir até o menu de compartilhamento, que geralmente também contém opções de impressão. Quando o Save2PDF é instalado, basta tocar em Print e uma caixa de diálogo aparece, permitindo ao usuário salvar o arquivo em PDF em um diretório local.

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No iPhone os ícones são muito mais intuitivos do que na versão para iPad


A partir do Save2PF, é possível coletar documentos, baixar e salvar arquivos em PDF no Google Docs, Dropbox e outros serviços de armazenamento em nuvem, mandar documentos por e-mail, abrir os textos em outros apps como GoodReader, Noterize, Quickoffice ou Evernote, exibir os arquivos e criar documentos de texto, além do recurso para compilar vários documentos em um único PDF. Os PDFs podem ser renomeados, organizados em pastas e o usuário pode ainda criar arquivos zip para as pastas ou arquivos, o que ajuda na hora de economizar espaço.

Embora o Save2PDF seja um aplicativo fenomenal, que proporciona uma função revolucionária, ele possui algumas falhas. Durante os testes em um iPad com iOS 4.2  (depois com 4.3), o app capotou algumas vezes. Mais importante ainda é que, no uso diário, parte dos ícones de interface não são muito intuitivos, e não dão pistas sobre sua funcionalidade.

A versão para iPhone funciona de maneira similar à do tablet. Embora o gerenciamento de documentos seja mais difícil em uma tela pequena, navegar pela variedade de opções que o app oferece é, ironicamente, mais fácil. Ícones representando as diferentes funções estão muito bem localizados, logo na tela inicial do iPhone, enquanto que no iPad os ícones estão quase escondidos, em pequenas faixas na base da tela.

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PRÓÓtimos gráficos Controles simples e intuitivos Variedade de modos de jogoCONTRACarros iniciais são "a mesma coisa" Gráficos pixelizados no iPod TouchFabricante: Gameloft

Preço: US$ 4,99

Asphalt 6: Adrenaline (5 dólares) da Gameloft é um jogo de corrida extremamente bem acabado, com  ótimos gráficos e rico em conteúdo e modelos de carros. O jogo permite ao usuário modificar veículos como o Audi RSS, BMW Z4, Tesla Roadster Sport e o Abarth 500 SS. As provas ocorrem em lugares como Nassau, nas Bahamas; Charmonix, na França; Cape Town, na África do Sul; e Havana, em Cuba.

O acelerômetro do iPhone é utilizado para guiar o carro; para utilizar os freios, basta tocar na parte esquerda da tela e, para ativar o turbo, o usuário precisa pressionar o lado direito do display. Ao progredir no game, o jogador ganha mais dinheiro para destravar carros e cenários adicionais. 

Leia mais: Saiba como criar contas estrangeiras e baixar games de lojas da App Store (http://migre.me/2ZlGy).

Entre os tipos de jogo, há o modo Carreer (carreira), no qual o usuário compete em diversas corridas e desafios ao redor do globo, e o Free Race, que permite  escolher como e onde correr. Os modos trazem desafios bem diferentes: Normal, uma disputa de seis oponentes pelo primeiro lugar; Elimination e Beat ‘em All, corridas em que o objetivo é destruir os adversários ao provocar acidentes; Collector, na qual o usuário precisa percorrer obstáculos para ganhar dinheiro; e Duel, em que há somente um adversário. As corridas também podem ser feitas com outros usuários online.

É impressionante o trabalho que a Gameloft fez nessa versão da franquia. Os desafios do jogo, como o Collector e o Beat ‘em All , são diferentes uns dos outros o suficiente para que o jogo nunca fique repetitivo. Modificar os carros é muito legal (trocar a cor, aperfeiçoar os motores, a suspensão, etc) e as recompensas ao ganhar as corridas são sempre bem-vindas na hora de comprar novos possantes.

Ainda assim há espaço para melhorias na série do Asphalt. Os carros que o usuário possui no início do jogo (um Mini Cooper, um Abarth 500 SS e um Nissan Z) não são muito diferentes entre si e correm da mesma maneira. A partir do momento em que são completadas corridas em número suficiente para o usuário comprar carros melhores e seus equipamentos, as diferenças começam a aparecer.

Jogamos o Adrenaline em um iPod Touch de terceira geração e, apesar da introdução do game ser fenomenal, os carros ficaram um pouco pixelizados durante as corridas. Notamos também o aparecimento de carros fantasmas (que apareciam e desapareciam) durante as corridas, contudo esse último aconteceu com menos frequência.asphalt6-01.jpg

Com belos gráficos e controles simples, Asphalt 6 tem desempenho que impressiona


Muito do conteúdo do Asphalt 6: Adrenaline  pode ser encontrado em outros jogos de corrida. Entretanto, é muito raro encontrar tudo oferecido pelo game em um único título; outra raridade é esse mesmo conteúdo ter uma performance tão boa em conjunto. O Asphalt 6 é definitivamente um dos melhores jogos de corrida para iPhone no mercado.

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PRÓDiversos filtros para ocultar janelas em segundo plano; opção para esconder o Dock diretamente no app; atalhos de tecladoCONTRATraz alguns bugsFabricante: Ben Willmore

Preço: Gratuito

Mais difícil do que uma tarefa no trabalho ou terminar um texto é, às vezes, manter o foco em uma única janela, com notificações no Twitter e no Facebook surgindo a todo momento, sem falar nas mensagens instantâneas que pulam sem parar. Não seria bom sumir com tudo isso e focar somente na folha em branco diante do usuário? O Isolator faz isso por você.

Quando esse software desenvolvido por Ben Willmore está sendo executado, somente a aplicação em primeiro plano é exibida normalmente, enquanto que o Dock e a barra de menu ficam com as cores “esmaecidas”, para ajudar o usuário a prestar atenção em um determinado programa.

Ao alternar para outro aplicativo, este último é imediatamente exibido com brilho total, enquanto que os outros programas continuam no fundo. O usuário pode ajustar o  nível de “cor” do Isolator, desde levemente embaçado até completamente opaco, e também é possível definir a duração do escurecimento durante a troca de programas.

Apesar de a cor preta ser definida como padrão para as janelas diluídas, o usuário pode escolher qualquer outra cor. E se você acha que itens no plano de fundo parcialmente esmaecidos ainda são distrações muito grandes, o Isolator oferece alguns filtros para definir como as outras janelas ao fundo serão diluídas, desde configurar o quanto as outras aplicações serão borradas até deixar tudo no fundo em uma escala de cinza.

Apesar de não haver meio de excluir aplicações em particular, o Isolator pode desabilitar temporariamente o escurecimento de uma janela quando o Finder é a aplicação ativa. O principal benefício desse recurso é que ele permite enxergar a Mesa quando o Finder está em primeiro plano.

O programa inclui uma opção para esconder o Dock quando o Isolator está ativado. Entretanto, parece haver um bug nessa ferramenta: ao desabilitar essa opção, o Dock não é revelado – é preciso entrar nas opções do Dock, dentro das Preferências do Sistema, e desabilitar a opção para ocultar a barra manualmente. O aplicativo é gratuito e compatível com as versões 10.5 e 10.6 do Mac OS X, além de fornecer uma versão beta para o OS X 10.4.

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O Isolator possui diversos filtros para priorizar o primeiro plano, desde borrar o fundo até fazê-lo sumir completamente.

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