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Febre de consumo de equipamentos portáteis no país abre caminho para inserção de seguros e ressalta a importância de constante inovação nas coberturasEm 2010 o Brasil foi o país em que mais foram comprados telefones celulares, TV’s de alta definição, câmeras digitais e netbooks, em um ranking que incluiu Índia, Rússia e China, que juntamente com o Brasil são os emergentes com maior destaque econômico atualmente, além de França, Estados Unidos, Japão e Alemanha.Realizado com oito mil consumidores desses países, o estudo anual sobre produtos e serviços eletrônicos formulado pela consultoria Accenture apontou também que os emergentes foram os que mais utilizaram produtos eletrônicos durante o período.Para se ter uma ideia, aproximadamente 55% dos brasileiros consultados compraram telefone celular no ano passado, enquanto entre os americanos, por exemplo, a porcentagem foi de 20%.A consultoria constatou ainda que a maior parte dos consumidores do grupo emergente Brasil, Rússia, Índia e China, os Bric, tem preferência em adquirir produtos com tecnologias inovadoras a tecnologias mais baratas e com menos funcionalidades, o que justifica, dessa maneira, a primeira posição do Brasil em se tratando de consumo de netbooks em 2010.A representatividade dos Brics, que ocupou os primeiros, segundos e terceiros lugares em grande parte da pesquisa, se deve, além da estabilidade econômica, à ascensão das classes médias desses países. Já entre os industrializados, observou-se menor interesse em adquirir produtos tecnológicos, por conta dos fortes efeitos sofridos pela crise econômica de 2008.Conforme a análise da Accenture, os tablets, juntamente com computadores, TV’s de alta definição e smartphones, serão os produtos de maior preferência do consumidor durante este ano. Dados como esses e os constantes lançamentos de produtos, como o iPad 2, nos Estados Unidos, colocam em voga a necessidade de aprimoramento e inovação de coberturas no mercado segurador para a garantia de proteção a esses equipamentos.O estímulo ao consumidor sobre a relevância de proteção para gadgets tem sido praticado na Lar Corretora há quatro anos, quando a empresa iniciou a comercialização de apólices para notebooks. “O ideal é que o corretor venda esses seguros para a sua carteira de clientes. Começamos com o envio de mala-direta para os segurados que tinham abordagem simples sobre o seguro”, relembra o diretor da Lar Corretora, Luiz Morales, também presidente da União dos Corretores de Seguros (UCS).Na corretora, a divulgação dos seguros para portáteis, que atualmente possui contratos para câmeras digitais, iPhones, smartphones, iPad e GPS é feita também pela internet. Por meio das redes sociais, conforme explica Morales, é possível realizar simulações de apólices e contratar o seguro. “Além disso, divulgamos nosso telefone no site para esclarecer as dúvidas dos segurados”.Para ele, outra importante divulgação é referente ao valor do seguro, considerado caro pelo cliente, pelo pouco convívio e comparação com apólices maiores, como as de auto, por exemplo. “É importante divulgar o valor, pois, às vezes, o segurado deixa de contratar porque acredita que o seguro será muito caro”.Por se tratar de um seguro pouco explorado no Brasil, promover a proteção para gadgets exige inovação do setor e adaptação às necessidades e aos hábitos dos consumidores. Devido a esses fatores, de acordo com o diretor da Kor Corretora, Breno Kor, a corretora também utiliza a internet para comercializar seus seguros, com a possibilidade de simulações on-line, participação em chats e atendimento via twitter.A empresa iniciou a venda de seguros para iPad um mês após o produto ser lançado no Brasil, com coberturas para roubo e danos. Além deste, a gama de proteção inclui equipamentos como notebook, handheld, iPhone e smartphone.Segundo o diretor, os produtos desta carteira que demandam maior proteção são notebooks, tablets e smartphones, por serem mais suscetíveis a roubos e danos.Kor alerta que trabalhar com o nicho de portáteis se torna cada vez mais indispensável ao corretor. “A identificação e oferta de cobertura para novos riscos é uma obrigação do corretor junto ao mercado, para atender e conquistar o consumidor”.Com cerca de 14 anos de comercialização de seguros para portáteis em Londres, a JLT avalia que este segmento é mais maduro no mercado internacional, pois seus consumidores têm maior hábito de contratar seguros desse perfil. Somam-se a isso, os custos menores e a maior facilidade de contratação.Aqui no Brasil, conforme o vice-presidente comercial da corretora, Nicholas Weiser, as apólices para gadgets são específicas para pessoas jurídicas que necessitem de proteção para os equipamentos utilizados por seus funcionários e também para pessoas físicas. “Iniciamos ainda um trabalho para lançar no país um site para compra on-line. Estamos trabalhando para lançar o site JLT OnLine no Brasil ainda este ano. Para isso, contamos com uma equipe específica para esse projeto”, adianta o executivo.O consumo de portáteis ganha vez mais adeptos no Brasil, o que colabora para o aumento do interesse do consumidor em proteger tais equipamentos. O lançamento da primeira versão do iPad no país, no fim do ano passado, comprovou essa tendência, tanto que sua proteção foi inclusa nas apólices de algumas seguradoras logo após sua chegada ao país.Na RSA Seguros, conforme o diretor de Affinity, Cristiano Saab, a venda de proteção para iPad tem sido significativa desde seu lançamento. Este seguro, aliado ao notebook, GPS e celulares, são os de maior representatividade na seguradora, e consequentemente, os mais suscetíveis a sinistralidade.Para comercializá-los a RSA conta com a consultoria dos corretores parceiros e redes varejistas como Ponto Frio e Fnac. Devido ao foco do varejo na classe C, as contratações para celulares, tanto os modelos com diversidade de ferramentas tecnológicas, quanto os aparelhos mais simples, são mais expressivas do que seguros para smartphones, por exemplo.As apólices, que têm vigência de um ano, contam com coberturas para roubo e furto qualificado. “Os segurados também têm a possibilidade de contratar uma cobertura para quebra acidental”, acrescenta Saab.A Porto Seguro adaptou seus produtos segurados à cobertura para danos de causas externas, que abrangem roubo e furto, além de acessórias como queda e danos elétricos.A companhia já oferecia proteção para notebook, smartphone, lap top, palm top e câmera digital, e mais recentemente incluiu o iPad em sua carteira, com coberturas para incêndio, raio ou explosão, além das tradicionais para roubo e furto.Conforme o coordenador de Ramos Elementares, Marcelo Santana, a seguradora mantém parcerias com representantes do varejo, entretanto, o maior canal de distribuição é o corretor de seguros.Santana defende que a demanda para esses equipamentos tem sido bem atendida pela seguradora. “A cobertura para danos de causas externas garante praticamente tudo”, disse sobre os possíveis sinistros a que os equipamentos estão expostos.As expectativas para a comercialização de seguros para portáteis no Brasil são positivas. Entretanto, conforme alerta o coordenador da Porto Seguro, é necessário que o setor invista em comunicação com o consumidor e também com os corretores de seguros. “Acreditamos totalmente nisso. Estamos investindo em vendas pela internet, comunicação, marketing e campanhas de incentivo ao corretor”, exemplificou.O diretor da RSA acredita que o nicho deverá ganhar muito mais distribuidores, o que culminará em sua constante potencialização no Brasil. “Já tínhamos expectativa de ter esse seguro como um de nossos carro-chefe, por ser uma novidade no mercado. Essa propensão de consumo potencializará e fortificará ainda mais nosso processo de alavancagem”, finaliza Saab.Comentarios (0)Add Comment
busy Importante sobre fonte ou autoria..: O Segs atua como intermediário na divulgação de resumos de notícias (Clipping), matérias, artigos, entrevistas e opiniões. O conteúdo aqui divulgado de forma gratuita, decorrem de informações advindas das fontes mencionadas, jamais caberá a responsabilidade pelo seu conteúdo ao www.segs.com.br, tudo que é divulgado é de exclusiva responsabilidade do autor e ou fonte redatora. O Segs, jamais assumirá responsabilidade pelo teor, exatidão ou veracidade do conteúdo do material divulgado. pois trata-se de uma opinião do autor ou fonte. Em caso de controvérsia, as partes elegem o Foro da Comarca de Santos-SP-Brasil, local oficial da empresa proprietária do Segs e desde já renunciam expressamente qualquer outro Foro, por mais privilegiado que seja. O Segs é uma Ferramenta automatizada e controlada por IP. Para usar e saber mais, consulte os TERMOS E CONDIÇÕES DE USO.

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Febre de consumo de equipamentos portáteis no país abre caminho para inserção de seguros e ressalta a importância de constante inovação nas coberturasEm 2010 o Brasil foi o país em que mais foram comprados telefones celulares, TV’s de alta definição, câmeras digitais e netbooks, em um ranking que incluiu Índia, Rússia e China, que juntamente com o Brasil são os emergentes com maior destaque econômico atualmente, além de França, Estados Unidos, Japão e Alemanha.Realizado com oito mil consumidores desses países, o estudo anual sobre produtos e serviços eletrônicos formulado pela consultoria Accenture apontou também que os emergentes foram os que mais utilizaram produtos eletrônicos durante o período.Para se ter uma ideia, aproximadamente 55% dos brasileiros consultados compraram telefone celular no ano passado, enquanto entre os americanos, por exemplo, a porcentagem foi de 20%.A consultoria constatou ainda que a maior parte dos consumidores do grupo emergente Brasil, Rússia, Índia e China, os Bric, tem preferência em adquirir produtos com tecnologias inovadoras a tecnologias mais baratas e com menos funcionalidades, o que justifica, dessa maneira, a primeira posição do Brasil em se tratando de consumo de netbooks em 2010.A representatividade dos Brics, que ocupou os primeiros, segundos e terceiros lugares em grande parte da pesquisa, se deve, além da estabilidade econômica, à ascensão das classes médias desses países. Já entre os industrializados, observou-se menor interesse em adquirir produtos tecnológicos, por conta dos fortes efeitos sofridos pela crise econômica de 2008.Conforme a análise da Accenture, os tablets, juntamente com computadores, TV’s de alta definição e smartphones, serão os produtos de maior preferência do consumidor durante este ano. Dados como esses e os constantes lançamentos de produtos, como o iPad 2, nos Estados Unidos, colocam em voga a necessidade de aprimoramento e inovação de coberturas no mercado segurador para a garantia de proteção a esses equipamentos.O estímulo ao consumidor sobre a relevância de proteção para gadgets tem sido praticado na Lar Corretora há quatro anos, quando a empresa iniciou a comercialização de apólices para notebooks. “O ideal é que o corretor venda esses seguros para a sua carteira de clientes. Começamos com o envio de mala-direta para os segurados que tinham abordagem simples sobre o seguro”, relembra o diretor da Lar Corretora, Luiz Morales, também presidente da União dos Corretores de Seguros (UCS).Na corretora, a divulgação dos seguros para portáteis, que atualmente possui contratos para câmeras digitais, iPhones, smartphones, iPad e GPS é feita também pela internet. Por meio das redes sociais, conforme explica Morales, é possível realizar simulações de apólices e contratar o seguro. “Além disso, divulgamos nosso telefone no site para esclarecer as dúvidas dos segurados”.Para ele, outra importante divulgação é referente ao valor do seguro, considerado caro pelo cliente, pelo pouco convívio e comparação com apólices maiores, como as de auto, por exemplo. “É importante divulgar o valor, pois, às vezes, o segurado deixa de contratar porque acredita que o seguro será muito caro”.Por se tratar de um seguro pouco explorado no Brasil, promover a proteção para gadgets exige inovação do setor e adaptação às necessidades e aos hábitos dos consumidores. Devido a esses fatores, de acordo com o diretor da Kor Corretora, Breno Kor, a corretora também utiliza a internet para comercializar seus seguros, com a possibilidade de simulações on-line, participação em chats e atendimento via twitter.A empresa iniciou a venda de seguros para iPad um mês após o produto ser lançado no Brasil, com coberturas para roubo e danos. Além deste, a gama de proteção inclui equipamentos como notebook, handheld, iPhone e smartphone.Segundo o diretor, os produtos desta carteira que demandam maior proteção são notebooks, tablets e smartphones, por serem mais suscetíveis a roubos e danos.Kor alerta que trabalhar com o nicho de portáteis se torna cada vez mais indispensável ao corretor. “A identificação e oferta de cobertura para novos riscos é uma obrigação do corretor junto ao mercado, para atender e conquistar o consumidor”.Com cerca de 14 anos de comercialização de seguros para portáteis em Londres, a JLT avalia que este segmento é mais maduro no mercado internacional, pois seus consumidores têm maior hábito de contratar seguros desse perfil. Somam-se a isso, os custos menores e a maior facilidade de contratação.Aqui no Brasil, conforme o vice-presidente comercial da corretora, Nicholas Weiser, as apólices para gadgets são específicas para pessoas jurídicas que necessitem de proteção para os equipamentos utilizados por seus funcionários e também para pessoas físicas. “Iniciamos ainda um trabalho para lançar no país um site para compra on-line. Estamos trabalhando para lançar o site JLT OnLine no Brasil ainda este ano. Para isso, contamos com uma equipe específica para esse projeto”, adianta o executivo.O consumo de portáteis ganha vez mais adeptos no Brasil, o que colabora para o aumento do interesse do consumidor em proteger tais equipamentos. O lançamento da primeira versão do iPad no país, no fim do ano passado, comprovou essa tendência, tanto que sua proteção foi inclusa nas apólices de algumas seguradoras logo após sua chegada ao país.Na RSA Seguros, conforme o diretor de Affinity, Cristiano Saab, a venda de proteção para iPad tem sido significativa desde seu lançamento. Este seguro, aliado ao notebook, GPS e celulares, são os de maior representatividade na seguradora, e consequentemente, os mais suscetíveis a sinistralidade.Para comercializá-los a RSA conta com a consultoria dos corretores parceiros e redes varejistas como Ponto Frio e Fnac. Devido ao foco do varejo na classe C, as contratações para celulares, tanto os modelos com diversidade de ferramentas tecnológicas, quanto os aparelhos mais simples, são mais expressivas do que seguros para smartphones, por exemplo.As apólices, que têm vigência de um ano, contam com coberturas para roubo e furto qualificado. “Os segurados também têm a possibilidade de contratar uma cobertura para quebra acidental”, acrescenta Saab.A Porto Seguro adaptou seus produtos segurados à cobertura para danos de causas externas, que abrangem roubo e furto, além de acessórias como queda e danos elétricos.A companhia já oferecia proteção para notebook, smartphone, lap top, palm top e câmera digital, e mais recentemente incluiu o iPad em sua carteira, com coberturas para incêndio, raio ou explosão, além das tradicionais para roubo e furto.Conforme o coordenador de Ramos Elementares, Marcelo Santana, a seguradora mantém parcerias com representantes do varejo, entretanto, o maior canal de distribuição é o corretor de seguros.Santana defende que a demanda para esses equipamentos tem sido bem atendida pela seguradora. “A cobertura para danos de causas externas garante praticamente tudo”, disse sobre os possíveis sinistros a que os equipamentos estão expostos.As expectativas para a comercialização de seguros para portáteis no Brasil são positivas. Entretanto, conforme alerta o coordenador da Porto Seguro, é necessário que o setor invista em comunicação com o consumidor e também com os corretores de seguros. “Acreditamos totalmente nisso. Estamos investindo em vendas pela internet, comunicação, marketing e campanhas de incentivo ao corretor”, exemplificou.[2]O diretor da RSA acredita que o nicho deverá ganhar muito mais distribuidores, o que culminará em sua constante potencialização no Brasil. “Já tínhamos expectativa de ter esse seguro como um de nossos carro-chefe, por ser uma novidade no mercado. Essa propensão de consumo potencializará e fortificará ainda mais nosso processo de alavancagem”, finaliza Saab.Comentarios (0)Add Comment
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13/05/2011 - 09:43

Primeira feira com a marca da CeBIT realizada no Brasil, a BITS - Business IT South America contou com a participa??o de 215 expositores, de 20 pa?ses e recebeu a visita de 10.571 profissionais do setor, de 10 a 12 de maio (ter?a a quinta-feira), em Porto Alegre ? RS.

Durante tr?s dias, o Centro de Eventos da FIERGS, em Porto Alegre, transformou-se em um verdadeiro ponto de encontro para profissionais do mercado de Tecnologia da Informa??o e Comunica??o interessados em inova??o, troca de conhecimento, parcerias e, obviamente, neg?cios. ?O que se viu pelos corredores da BITS foram estandes movimentados, p?blico focado e altamente qualificado e expositores com solu??es inovadoras que geraram bastante interesse?, comemora Constantino B?umle, diretor da Hannover Fairs Sulamerica, organizadora do evento em parceria com o Centro das Ind?strias do Estado do Rio Grande do Sul - CIERGS / Federa??o das Ind?strias do Estado do Rio Grande do Sul ? FIERGS.

De acordo com ele, 10.571 profissionais visitaram a feira e muitos deles participaram tamb?m das palestras e semin?rios que integraram as Global Conferences, al?m de outros eventos paralelos ? BITS. ?Esses eventos reuniram CIOs, autoridades e grandes players nacionais e internacionais do mercado de TIC e apontaram as principais tend?ncias, desafios e solu??es do setor?, conta B?umle.

Parcerias e lan?amentos -Al?m da exposi??o de inova??es e solu??es tecnol?gicas e amplo debate sobre temas de interesse do setor de TIC, a BITS foi marcada por diversos lan?amentos, parcerias e an?ncios importantes como o que ocorreu ontem (11), no ?mbito da feira, sobre a fus?o entre as ga?chas Latintec, MI Inform?tica, Abyz IT e SK Tecnologia. Com a fus?o foi criado um grupo cujo faturamento inicial ? de R$ 50 milh?es, com proje??o de chegar a R$ 100 milh?es at? o segundo semestre de 2012, conforme informou Gelso Furlin, diretor-presidente da nova empresa, cujo nome ainda est? em estudos e dever? ser divulgado em julho.

A Magic Software tamb?m aproveitou a feira para anunciar ao mercado brasileiro o lan?amento global de uma plataforma para cria??o de solu??es corporativas para Blackberry. Trata-se da nova vers?o de sua plataforma uniPaaS, para o desenvolvimento de aplica??es de neg?cios, agora com funcionalidades para a cria??o de aplica??es de neg?cios para BlackBerry. O an?ncio foi feito na quarta-feira (11/05), pelo CEO da Magic Software Am?ricas, Regev Yativ. Segundo ele, os novos recursos da vers?o ampliam o alcance das solu??es multi dispositivos para os neg?cios, posicionando a solu??o como a ?nica capaz de criar aplica??es para diversas plataformas, ?recurso n?o encontrado em qualquer outra ferramenta do mercado.?

O plano da Magic Software ? entregar aos desenvolvedores uma ferramenta capaz de criar aplica??es m?veis para todas as arquiteturas e sistemas operacionais, entre elas Android, Windows Mobile, iPhone, iPad e outros dispositivos m?veis e tablets. Esta nova vers?o ? compat?vel com Blackberry e Windows Mobile e a empresa estima que at? o in?cio do pr?ximo ano, a ferramenta estar? pronta para as demais arquiteturas, como iOS, Android e outras.

?Com a prolifera??o de plataformas m?veis, as companhias desejam que as suas aplica??es m?veis de neg?cios sejam compat?veis com as diversas plataformas?, afirmou Guy Bernstein, CEO da Magic Software Enterprises, com sede em Israel. ?Nossa solu??o supera este desafio fornecendo ?s empresas uma abordagem independente. Com esta nova vers?o estamos entregando ?s corpora??es, em particular as ?reas de TI, uma plataforma eficiente e vers?til para o desenvolvimento de aplica??es m?veis com real foco nos neg?cios, ao mesmo tempo em que oferecemos ?s software houses uma oportunidade de ouro para gerar novos neg?cios. Al?m disso, o uniPaaS n?o apenas garante a entrega de aplica??es m?veis, mas tamb?m pavimenta o caminho para a entrega de aplica??es para a Cloud Computing, a partir de um ?nico esfor?o de trabalho?, explicou Bernstein.

A Super Micro Computer tamb?m participou da BITS apresentando suas novidades. ?Estamos felizes por ter feito parte desta primeira edi??o da BITS?, comenta Robbie Abreu, vice-presidente da empresa. ?Daqui para frente, acreditamos que a BITS permitir?, a n?s e aos nossos parceiros, trazer ao mercado brasileiro as mais recentes tecnologias que oferecemos?.

Fundada em 1993 e sediada na Calif?rnia (EUA), a Super Micro Computer vende sistemas de servidores e componentes atrav?s de grandes distribuidores, bem como atrav?s de sua equipe de vendas direta. A empresa emprega aproximadamente mil profissionais no mundo.

Encontros de neg?cios devem gerar mais de US$ 12 milh?es-Com o objetivo de abrir novos mercados para os empreendedores da ?rea de Tecnologia da Informa??o e Comunica??o, o Centro Internacional de Neg?cios da FIERGS realizou reuni?es entre empresas brasileiras e internacionais na BITS. A estimativa ? de que a partir desses encontros sejam gerados mais de US$ 12 milh?es aos participantes.

Na Rodada de Neg?cios Al-Invest ocorreram 489 reuni?es entre 59 empresas brasileiras, 32 da Am?rica Latina e 25 da Europa, o que dever? resultar em mais de US$ 5,8 milh?es em at? 12 meses. Entre os pa?ses presentes estiveram Alemanha, Bulg?ria, Portugal, Su?cia, M?xico, Rom?nia, Col?mbia, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil.

Os participantes sentaram-se frente a frente para vender e comprar produtos e servi?os na ?rea de TIC, al?m de negociarem parcerias, representa??es e joint ventures. A maioria tem interesse em softwares e servi?os, tais como aplicativos de celular, sistemas para bancos e plataformas m?veis. A iniciativa ocorre no ?mbito do Programa Al-Invest, financiado pela Comiss?o Europeia.

Outro destaque foi a Rodada de Neg?cios Brasil-Taiwan, onde estiveram dez empresas taiwanesas, 18 brasileiras e cinco da Am?rica Latina. O resultado das negocia??es dever? chegar a US$ 6,6 milh?es em um ano. O encontro foi organizado pela FIERGS, atrav?s do seu Centro Internacional de Neg?cios, em parceria com o Taiwan Trade Center do Brasil.

O chefe da delega??o comercial de Taiwan, Hank Lin, disse que um dos objetivos do grupo ? oferecer todo tipo de componentes eletr?nicos na ?rea de inform?tica. Tamb?m presidente da empresa Welltech Computer Co, Lin explicou que ?o pa?s possui uma excelente tecnologia com pre?os competitivos e que se ajusta perfeitamente ao desenvolvimento do Brasil neste momento?. O empres?rio enfatizou ainda que Taiwan e Brasil j? t?m uma rela??o comercial bastante s?lida e que certamente ser? qualificada e ampliada com o encontro de neg?cios. Salientou que o pa?s asi?tico ? um importante ponto de oportunidades aos brasileiros devido ? sua economia din?mica e localiza??o geogr?fica privilegiada.

Igualmente satisfeito, o diretor operacional da Belog, Ricardo Carosio, saiu bastante animado das reuni?es. A empresa, de Porto Alegre, atua com importa??o e exporta??o no setor de TI e destacou o acesso a novos produtos e tecnologias que poder? colocar ? disposi??o de seus clientes. A pr?xima etapa ser? receber maior detalhamento dos itens oferecidos pelos taiwaneses com quem conversou.

Pavilh?es internacionais- O German Pavilion (pavilh?o alem?o) trouxe 11 empresas ? BITS por iniciativa da Hannover Messe International GmbH, com os apoios do Minist?rio Federal Alem?o de Economia e Tecnologia (BMWi), da BITKOM (Associa??o Alem? das Empresas de Informa??o, Telecomunica??o e Novas M?dias) e da AUMA (Associa??o Alem? das Ind?strias de Feiras Comerciais).

De acordo com Thomas Mosch, membro do Comit? Executivo da BITKOM, a presen?a das empresas alem?s na BITS permitiu que elas conhecessem o mercado brasileiro para expandir neg?cios.?A maioria das empresas do setor de TIC na Alemanha s?o de pequeno e m?dio portes, e buscam iniciar ou ampliar as exporta??es, al?m de formar alian?as para oferecer novas solu??es ao mercado?, diz Mosch.

Ele explica que as empresas alem?s de TI se destacam nos setores de seguran?a, software e servi?os, principalmente quando se trata de desenhar novos processos. ?No pavilh?o alem?o presente na BITS, a maioria das empresas eram fornecedoras de software e servi?os?, comenta. Segundo ele, as empresas se surpreenderam com os resultados do evento, principalmente com rela??o ? qualidade dos visitantes. ?Estamos todos satisfeitos, valeu a pena?, ratifica.

Mosch lembra ainda que o Brasil ? o pa?s convidado da CeBIT 2012, maior evento dos neg?cios digitais realizado na Alemanha. ?O fato de termos estado na BITS s? refor?a a escolha acertada do pa?s parceiro da CeBIT em 2012?, comemora.

J? no estande coletivo da Bulg?ria estiveram sete empresas, com participa??o organizada pela Ag?ncia de Promo??o das Empresas B?lgaras de Pequeno e M?dio Porte ? BSMEPA (Bulgarian Small and Medium Enterprises Promotion Agency), ?rg?o governamental ligado ao Minist?rio da Economia. A iniciativa aconteceu no ?mbito do programa operacional ?Desenvolvimento da competitividade da economia b?lgara 2007-2013?, dentro do projeto ?Promo??o da Internacionaliza??o das Empresas B?lgaras?.

Segundo Ivan Georgiev, representante da Deutsche Messe na Bulg?ria, cada empresa que esteve presente na BITS possu?a um perfil. ?Algumas empresas estavam pela primeira vez no Brasil enquanto outras j? conheciam o mercado local e vieram ? feira com propostas formatadas?, comenta.

No caso da Nemetschek, fornecedora de solu??es de ponta nas ?reas de desenvolvimento de software, marketing e implementa??o para os mercados dom?stico e internacional, a BITS deve resultar em ?timos neg?cios. ?A empresa participou da feira para sentir o setor no Pa?s e, j? no primeiro dia da BITS, havia feito 15 prospec??es de qualidade?, afirma Georgiev. ?A expectativa ? transformar os ?timos contatos iniciados na BITS em contratos assinados e em novos clientes ap?s o evento?, diz.

O M?xico tamb?m se apresentou na feira trazendo seis empresas apoiadas pela Camara Nacional de la Industria de la Transformaci?n (Canacintra). Participaram ainda da BITS, em estandes individuais, empresas vindas da ?frica do Sul, China, Cor?ia, Espanha, Estados Unidos, ?ndia, Portugal e Taiwan, al?m das inscritas nos encontros de neg?cios ?AL Invest BITS 2011? e ?Brasil e Taiwan ? TIC?.

Pesquisa com expositores e BITS 2012-A satisfa??o dos 215 expositores, de 20 pa?ses presentes na primeira edi??o da Business IT South America foi medida atrav?s de pesquisa realizada pela Hannover Fairs Sulamerica ao t?rmino do evento. Segundo Constantino B?umle, 85% dos expositores ficaram satisfeitos com a feira e aprovaram a escolha de Porto Alegre e do Centro de Eventos da FIERGS, onde foi criado um ambiente de neg?cios muito positivo e que contou com um p?blico bastante focado e com poder de decis?o.

?A feira foi um sucesso e com o aval dos expositores h? um compromisso entre todos os parceiros desse projeto para que a BITS aconte?a pelos pr?ximos 10 anos no mesmo local, sempre em maio?, diz o executivo, e adianta: ?a BITS 2012 ser? realizada de 22 a 24 de maio e j? estamos recebendo inscri??es.?

BITS-A primeira edi??o da BITS ? Business IT South America teve in?cio na ter?a-feira, 10 de maio, e encerra nesta quinta-feira (12), no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre (RS). A BITS ? promovida pela alem? Deutsche Messe, por meio de sua subsidi?ria no Brasil, a Hannover Fairs Sulamerica, e pela Federa??o e Centro das Ind?strias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS).

A feira reuniu 215 expositores de 20 pa?ses (?frica do Sul, Alemanha, Argentina, Brasil, Bulg?ria, China, Col?mbia, Cor?ia, El Salvador, Espanha, Estados Unidos, ?ndia, M?xico, Paraguai, Pol?nia, Portugal, Rom?nia, Su?cia, Taiwan e Uruguai).

O evento, que contou com o apoio da Converge Comunica??es, da Softex e Softsul, destacou os seguintes setores de exposi??o: Business TI e infraestrutura de TI; Bancos e finan?as; Comunica??es B2B; Internet 2.0; Navega??o, Transportes e Log?stica; Setor P?blico; F?runs - ?rea de gera??o de novos neg?cios, sal?o central e f?rum; Confer?ncias; Distribui??o e revendas; Telecom e m?bile; Software e servi?os. Em conjunto com a exposi??o, a programa??o paralela da BITS teve como foco finan?as, governo, ind?stria, varejo e telecomunica??es.

.[A BITS ? Business IT South America 2012 j? tem data marcada: a feira ser? realizada de 22 a 24 de maio, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre (RS)].

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