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E não é que o governo federal se sensibilizou e baixou uma Medida Provisória, na segunda-feira (23), desonerando em 31% os impostos dos tablets produzidos aqui no Brasil?
De acordo com o ministro Guido Mantega, esta medida permitirá que os tablets brasileiros tenham o mesmo custo dos feitos no exterior. Na verdade, o que o governo está fazendo, e age muito bem, é tentando atrair para o Brasil grandes fabricantes da área de informática. Certo também é que, caso os impostos não fossem reduzidos, a chinesa Foxconn (empresa que fabrica o iPad, da Apple), não montaria uma fábrica aqui no Brasil, fábrica esta já anunciada durante visita da presidente Dilma Rousseff à China.
Também no dia 23, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, anunciou que 12 empresas já manifestaram interesse em produzir tablets no Brasil. Entre estas empresas estão gigantes do ramo, tais como Asus, LG, Itautec, entre outras, como a brasileira Positivo. A Motorola e a Samsung já fabricam aqui os seus tablets, mas anunciaram que devem aumentar os investimentos com os incentivos agora recebidos.
Desde que a Apple lançou o iPad, os tablets passaram a ser objetos de desejo. Estes aparelhos em formato de prancheta podem ser usados para acesso à Internet, visualização de fotos, vídeos, leitura de livros e jornais e para entretenimento com jogos que agradam das crianças aos adultos. Não possuem teclado, mas sim uma tela sensível ao toque, o que os torna muito confortáveis para as atividades citadas.
Obviamente, vários outros fabricantes correram para lançar produtos concorrentes. O Xoom, da Motorola, é o maior concorrente do iPad nos Estados Unidos, e custa por aqui algo como R$ 1,8 mil. Vem com duas câmeras (uma frontal para videoconferências e uma traseira, para fotos), 32 GB de espaço para armazenamento, maior resolução de tela do que o iPad e possibilidade de acesso a redes 3G. O sistema operacional, que controla os softwares e as telas, é o elogiadíssimo Android 3.0, sistema feito pela Google especificamente para tablets.
Já o iPad mais básico, com 16 GB, sem 3G e sem câmera, custa algo como R$ 1,4 mil. Modelos mais completos do iPad, com possibilidade de acesso a redes 3G e 64 GB de memória, pode chegar a R$ 2,8 mil. Aliás, hoje (27) a Apple está lançando no Brasil o iPad 2, cujos preços devem variar entre R$ 1,6 e R$ 2,6 mil. Este novo aparelho é mais fino do que a versão anterior, processa mais rápido e tem as mesmas duas câmeras do Xoom.
A Samsung também faz bonito com o Galaxy Tab (R$ 1,7 mil). Assim como o Xoom, também roda o Android 3.0 e tem qualidade gráfica superior à dos iPads, e é o mais leve entre os três equipamentos (599 g). Além das marcas conhecidas, encontram-se tablets de outros fabricantes, por preços iniciando em R$ 300.
Uma coisa é certa: este barulho todo em torno dos tablets fará com que estes aparelhos sejam campeões de venda do próximo Natal. O Bom Velhinho já deve estar abarrotando seus estoques!

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A loja da Apple de Pequim foi hoje palco de confrontos entre funcion?rios e consumidores que tentavam comprar as mais recentes apostas da marca. Os confrontos originaram diversos feridos, sendo que quatro necessitaram de assist?ncia hospitalar.

O espa?o revelou-se demasiado pequeno para tanta procura.

A multid?o, que esperava h? horas pela oportunidade de comprar o seu novo iPad 2, que era lan?ado nesse dia, ou iPhone, viu-se desiludida quando poucas horas ap?s a abertura da loja o stock esgotou. A procura superou largamente a oferta, o que n?o foi do agrado dos clientes que aguardavam pacientemente a hip?tese de compra do seu exemplar.

Segundo relato da imprensa local, a multid?o ficou enfurecida quando um funcion?rio da loja fechou o ?nico acesso poss?vel ao estabelecimento comercial, depois de ter recebido ordens para o fazer. Quem n?o aceitou ficar na rua foi a multid?o, que partiu de imediato a porta de vidro da loja, ferindo alguns seguran?as que tentavam impedir o sucedido.

Em comunicado sobre os acontecimentos, a Apple frisou: "A seguran?a dos nossos clientes ? a nossa maior prioridade". Foi esta a justifica??o para a decis?o de ter encerrado o espa?o que se encontrava completamente sobrelotado.

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Google News 150x150 Google Anuncia Produto com Notícias Locais no EUA, mas e o Brasil?Ultimamente as notícias locais e de aplicativos móveis sempre estão em evidência na web. A AOL também entrou na brincadeira com o seu serviço Patch e praticamente todos os meses algum novo serviço hiper-local é anunciado, fazendo com que as mães Diná da tecnologia que julgam a probabilidade de sucesso ou fracasso dos novos serviços.

Mas a Google está chegando com tudo para atropelar todo mundo.

A Google anunciou recentemente que seu produto “News Near You,” que funciona com o Google News, estará disponível para os navegadores do Android e iPhone, por enquanto apenas no EUA. A beleza disso tudo para a Google é que este esforço não vai custar praticamente nada para a empresa, enquanto o Patch e outras iniciativas locais como o TBD.com (apenas para Washington) gastam quantias consideráveis para entrar no mercado hiper-local. Mas será que a Google vai realmente despachar todo mundo?

GoogleMobileNews Google Anuncia Produto com Notícias Locais no EUA, mas e o Brasil?Se você acessar o Google News do seu celular, dependendo de onde estiver, você vai precisar confirmar sua localização e então poderá escolher entre as categorias (negócios, tecnologia, etc.) das notícias que lhe interessam.

As empresas de notícias sempre estão com um pé atrás com a Google, principalmente com o Google News, com o medo de que a gigante da busca tenha acelerado com a morte dos modelos de renda. Neste sentido, as mídias grandes e pequenas não devem estar ansiosas para ver a Google se consolidar nas suas áreas de atuação. Há uma série de fatos e números divulgados sobre o mercado de anúncios locais, mas US$ 100 bilhões é o número que os analistas acreditam estar em jogo. Se esta quantia lhe parece absurdamente alta, lembre-se que ela envolve todos os anúncios locais de qualquer lugar do EUA. Quase todas as decisões de compras são feitas localmente e os anunciantes atingem uma audiência bastante granular, que realmente podem levar clientes para as lojas e franquias locais.

Até então, nenhuma grande empresa foi capaz de obter uma posição significativa neste mercado. O Washington Post tentou mas falhou com sua iniciativa em um condado de Virgínia, o New York Times também tentou com o seu “The Local” e algumas startups menores tentam vingar no solo americano.

Tudo se resume a uma questão de hábito de consumo e de preferências. Os sites de notícias que tendem a ter sucesso nos mercados locais são aqueles que estão enraizados na comunidade, pendendo cada vez mais para o perfil de um fórum de acontecimentos locais do que realmente uma fonte de notícias.

A Google tem um ótimo approach para o hiper-local – o Google News é um produto muito utilizado, o apetite móvel por notícias locais está crescendo e a Google não precisa mexer muito no seu algoritmo para que a população seja servida. Esta notícia pode parecer uma pequena atualização para um produto existente, mas as conseqüências desta iniciativa podem ser mais impactantes que muitos imaginam.

Por enquanto este recurso será apenas para o EUA, e não existe previsão de quando isso virá para o Brasil. Imagino que com o aumento da adoção de smartphones pelos brasileiros, esses tipos de serviços poderão chegar por aqui mais rapidamente.

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N?o se trata de um servi?o que permite comprar a m?sica "online", como ? o caso do iTunes, da Apple, mas antes de uma funcionalidade que permite criar uma discoteca e torn?-la acess?vel a partir de v?rios suportes. "Quando voc?s carregam m?sica no novo servi?o, podem ouvir na web com qualquer aparelho compat?vel", afirmou um respons?vel da Google, Paul Joyce, na apresenta??o do Google Music Beta, na confer?ncia anual do grupo, em San Francisco. "O que n?s mostramos hoje ? uma plataforma muito atraente para facilitar a distribui??o de m?sica. ? do nosso interesse cooperar com o sector musical para vender m?sica e j? t?nhamos pensado em faz?-lo. Infelizmente, algumas grandes marcas s? querem faz?-lo em termos que n?o s?o razo?veis", explicou um dirigente da Google, Jamie Rosenberg.

No entanto, Rosenberg garantiu que isso "n?o vai parar" a Google. "A grande maioria do sector e dos artistas com quem fal?mos directamente recebeu-nos muito bem", afian?ou. O servi?o, para j? em vers?o experimental e acess?vel apenas nos Estados Unidos, permite "constituir uma colec??o de discos em qualquer formato ou uma cole??o iTunes", explicou a Google, em comunicado.

O Google Music Beta ? "um servi?o completamente legal para armazenar [na Internet] a discografia que j? se det?m, tal como fazemos com um disco r?gido", esclareceu Rosenberg. A aplica??o permite guardar at? 20 mil m?sicas. Para os que acederem ao servi?o sem liga??o ? rede, o Google Music Beta funcionar? apenas para m?sicas recentemente ouvidas ou para uma sele??o musical especificamente definida.

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