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O novo hit da Apple - IstoÉ Dinheiro

Postado por CONHEÇA OUTROS BLOGS | 04:14 | , | 0 comentários »
N? edi??o: 713 | Mercado Digital | 03.JUN - 21:00

Por Bruno Galo

O sucesso da Apple, ao longo da última década, está diretamente ligado à capacidade de reinventar tecnologias já existentes. Foi assim com o iPod, tocador de música digital, lançado em 2001. Não foi diferente com o celular iPhone, de 2007, e com o tablet iPad, de 2010. A empresa de Steve Jobs, nesses três casos, foi tão bem-sucedida ao inovar e deixar esses aparelhos mais simples, bonitos, e fáceis de usar que uma multidão de consumidores ao redor do planeta se estapeou para comprar as geringonças tecnológicas desenhadas por ele, elevado à categoria de mago da inovação. 

Agora, a Apple planeja lançar, na segunda-feira 6, um novo serviço que permite armazenar canções na internet. Batizado de iCloud, o serviço permitirá ao  consumidor transferir sua coleção de músicas, provavelmente inclusive aquelas baixadas ilegalmente, para um computador remoto. Poderá também ouvi-las a partir de qualquer PC, iPhone, iPad ou iPod. Basta que os mesmos tenham acesso à web. “Em breve veremos o download de música como algo tão anacrônico quanto as fitas cassete”, afirmou o analista Ross Crupnick, da consultoria NPD Group, à Bloomberg. 87.jpgA grande questão é: como a Apple vai inovar com o iCloud? Como aconteceu com o iPod, iPhone e iPad, em suas áreas,  o conceito de armazenar música na internet prometido pelo iCloud não é  novo. A rival Amazon, por exemplo, oferece o Amazon Cloud Drive. O anúncio oficial terá a presença de Jobs. Afastado do trabalho desde janeiro por motivos de saúde, esta será apenas sua segunda aparição pública neste ano. A primeira aconteceu em março, quando do lançamento do iPad 2. A presença de Jobs, além de ser uma oportunidade para saber se o executivo está se recuperando de seus problemas de saúde, aumenta as especulações para algo “revolucionário”. Por enquanto, pouco se sabe sobre o serviço, além do básico. De acordo com o diário The Wall Street Journal, a Apple, maior vendedora de música do mundo por meio da sua loja virtual iTunes Stores, lançada em 2003, teria fechado acordos milionários com a Warner Music Group, Sony Music Entertainment e EMI Group, três das quatro grandes gravadoras do mundo. Falta apenas a Universal Music, mas as negociações estariam avançadas. 88.jpg O anúncio também é considerado como mais uma grande oportunidade de gerar receitas para o combalido setor fonográfico. Nos EUA, o maior mercado do setor, o faturamento das gravadoras desabou de US$ 14,6 bilhões para US$ 6,3 bilhões, em dez anos. Sozinha, a loja online da Apple responde por mais de 25% desse total. Durante anos, as gravadoras tentaram criar um rival para o serviço da Apple. Era uma forma de tentar reduzir o poder da marca da maçã  no setor de música digital. Agora, mais uma vez, suas esperanças de mais receitas parecem estar nas mãos de Jobs.Paradoxalmente, a Apple não ganha dinheiro com a venda de música digital pela sua loja online. “Cerca de 70% do que a Apple arrecada com música online vai para as gravadoras”, afirmou à DINHEIRO Gerd Leonhard, autor de livros sobre o futuro da música na era digital. “O restante é gasto mantendo o serviço. Seu lucro vem da venda de hardware, como o iPod”. Desde 2001, a Apple já vendeu 300 milhões de iPods. Pela iTunes Music Store já foram baixadas 15 bilhões de canções. Agora, com o iCloud espera-se que o toque mágico de Jobs reinvente a forma de armazenar e ouvir músicas pela web. Menos que isso, será um grande fracasso.

Mercado atento ? infla??o no Brasil

Reuni?o do Copom divulga nova taxa b?sica de juros, na quarta-feira (08/06). Segundo analistas, a Selic deve passar de 12% para 12,25% ao ano.

A cartada do BB

O que est? por tr?s da surpreendente vit?ria do Banco do Brasil na disputa com o Bradesco pelo Banco Postal, dos Correios. Confira entrevista com o editor de Finan?as da DINHEIRO, Cl?udio Gradilone.

Com?rcio eletr?nico em expans?o no Brasil

O com?rcio eletr?nico brasileiro cresce a passos largos e aos poucos se populariza. Confira entrevista com o presidente da C?mara Brasileira de Com?rcio Eletr?nico, Manuel Matos.

Economia - Um vice-presidente com voz pr?pria e personalidade forte

Cr?dito: Roberto Castro/Ag. Isto?

- - Fatos em Destaque

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O novo hit da Apple - IstoÉ Dinheiro

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N? edi??o: 713 | Mercado Digital | 03.JUN - 21:00

Por Bruno Galo

O sucesso da Apple, ao longo da última década, está diretamente ligado à capacidade de reinventar tecnologias já existentes. Foi assim com o iPod, tocador de música digital, lançado em 2001. Não foi diferente com o celular iPhone, de 2007, e com o tablet iPad, de 2010. A empresa de Steve Jobs, nesses três casos, foi tão bem-sucedida ao inovar e deixar esses aparelhos mais simples, bonitos, e fáceis de usar que uma multidão de consumidores ao redor do planeta se estapeou para comprar as geringonças tecnológicas desenhadas por ele, elevado à categoria de mago da inovação. 

Agora, a Apple planeja lançar, na segunda-feira 6, um novo serviço que permite armazenar canções na internet. Batizado de iCloud, o serviço permitirá ao  consumidor transferir sua coleção de músicas, provavelmente inclusive aquelas baixadas ilegalmente, para um computador remoto. Poderá também ouvi-las a partir de qualquer PC, iPhone, iPad ou iPod. Basta que os mesmos tenham acesso à web. “Em breve veremos o download de música como algo tão anacrônico quanto as fitas cassete”, afirmou o analista Ross Crupnick, da consultoria NPD Group, à Bloomberg. 87.jpgA grande questão é: como a Apple vai inovar com o iCloud? Como aconteceu com o iPod, iPhone e iPad, em suas áreas,  o conceito de armazenar música na internet prometido pelo iCloud não é  novo. A rival Amazon, por exemplo, oferece o Amazon Cloud Drive. O anúncio oficial terá a presença de Jobs. Afastado do trabalho desde janeiro por motivos de saúde, esta será apenas sua segunda aparição pública neste ano. A primeira aconteceu em março, quando do lançamento do iPad 2. A presença de Jobs, além de ser uma oportunidade para saber se o executivo está se recuperando de seus problemas de saúde, aumenta as especulações para algo “revolucionário”. Por enquanto, pouco se sabe sobre o serviço, além do básico. De acordo com o diário The Wall Street Journal, a Apple, maior vendedora de música do mundo por meio da sua loja virtual iTunes Stores, lançada em 2003, teria fechado acordos milionários com a Warner Music Group, Sony Music Entertainment e EMI Group, três das quatro grandes gravadoras do mundo. Falta apenas a Universal Music, mas as negociações estariam avançadas. 88.jpg O anúncio também é considerado como mais uma grande oportunidade de gerar receitas para o combalido setor fonográfico. Nos EUA, o maior mercado do setor, o faturamento das gravadoras desabou de US$ 14,6 bilhões para US$ 6,3 bilhões, em dez anos. Sozinha, a loja online da Apple responde por mais de 25% desse total. Durante anos, as gravadoras tentaram criar um rival para o serviço da Apple. Era uma forma de tentar reduzir o poder da marca da maçã  no setor de música digital. Agora, mais uma vez, suas esperanças de mais receitas parecem estar nas mãos de Jobs.Paradoxalmente, a Apple não ganha dinheiro com a venda de música digital pela sua loja online. “Cerca de 70% do que a Apple arrecada com música online vai para as gravadoras”, afirmou à DINHEIRO Gerd Leonhard, autor de livros sobre o futuro da música na era digital. “O restante é gasto mantendo o serviço. Seu lucro vem da venda de hardware, como o iPod”. Desde 2001, a Apple já vendeu 300 milhões de iPods. Pela iTunes Music Store já foram baixadas 15 bilhões de canções. Agora, com o iCloud espera-se que o toque mágico de Jobs reinvente a forma de armazenar e ouvir músicas pela web. Menos que isso, será um grande fracasso.

Mercado atento ? infla??o no Brasil

Reuni?o do Copom divulga nova taxa b?sica de juros, na quarta-feira (08/06). Segundo analistas, a Selic deve passar de 12% para 12,25% ao ano.

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Economia - Um vice-presidente com voz pr?pria e personalidade forte

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N? edi??o: 710 | Economia | 13.MAI - 12:36

Por Hugo Cilo e Guilherme Queiroz

O americano Andy Growstra, vice-presidente da fabricante de microchips Perceptia, está de malas prontas. A partir de janeiro, sua rotina será viajar de Scotts Valley, sede da empresa na Califórnia, para Campinas (SP) e Sydney, na Austrália, base da Perceptia para o mercado asiático. Para ele, a rota Estados Unidos-Austrália não é uma novidade, mas a escala no Brasil será. 

Na terça-feira 10, Growstra anunciou investimento de R$ 1,5 milhão para inaugurar a primeira fábrica da empresa no País, que dará suporte para uma série de importantes  companhias de tecnologia que ensaiam desembarcar no Brasil – entre elas a chinesa Foxconn, que fabricará iPhone e iPad em Jundiaí (SP), com investimentos de R$ 20 bilhões, além das gigantes Qualcomm, Intel e AMD, que negociam, nos bastidores, incentivos do governo brasileiro. “Estamos empolgados com o potencial do Brasil na área de tecnologia não apenas pelo que existe hoje, mas pelo interesse das empresas em se mudar para cá”, afirma Growstra. “Poucos mercados têm tanta possibilidade de se tornar uma potência na microeletrônica quanto o Brasil”, reforça o executivo.43.jpg A caminho do Brasil: produção de chips, como os que serão utilizados pela Foxconn,dependerá da criação de uma cadeia de alta tecnologia Embora o R$ 1,5 milhão da Perceptia, dona de um faturamento anual de US$ 3,4 bilhões,  seja pequeno comparado aos bilionários investimentos das líderes do mundo da tecnologia, o anúncio simboliza um movimento muito maior. Assim como a companhia californiana, um grupo de dezenas de pequenas e médias empresas de tecnologia começa a pavimentar o caminho para a chegada das grandes. “Nenhuma grande empresa do setor virá para o Brasil sem que exista uma estruturada cadeia de fornecedores”, disse à DINHEIRO Hector Ruiz, ex-presidente mundial da AMD, vice-líder mundial em processadores para microcomputadores, e atual CEO da Bull Ventures, consultoria para a área de tecnologia. “O País vive hoje uma oportunidade única. Tem a chance de estruturar uma indústria que gera riqueza de forma muita rápida e, quando começar a exportar, agrega valor e conhecimento à economia”, afirmou Dermot Barry, presidente da irlandesa S3 Group, que procura um local – e, evidentemente, incentivos – para se instalar no País. “O Brasil precisa disso e estamos preparados para contribuir”. A afirmação de  Barry faz todo sentido – e o governo não esconde a preocupação com a inexistência de uma indústria de alto valor agregado e com a excessiva dependência da exportação de commodities. O setor que mais contribui em inovação tecnológica, o de semicondutores, é também o que mais impacta negativamente na balança comercial. Como o País não produz nada do que consome em microeletrônicos, o governo calcula em US$ 8,2 bilhões o déficit na importação de telas de LCD (US$ 3,9 bilhões) e de semicondutores (US$ 4,3 bilhões). 45.jpg O problema brasileiro para alçar a indústria de semicondutores de seu atual estágio embrionário para o de tão sonhado competidor global é o longo caminho a ser pavimentado. O ambiente de negócios brasileiro não oferece condições para a instalação de uma fábrica de semicondutores, um investimento que varia entre R$ 1 bilhão e R$ 5 bilhões. Para assumir tamanho aporte, as empresas do ramo exigem generosas contrapartidas, como incentivos fiscais e tributários, sem contar infraestrutura de primeiro mundo. A chinesa Foxconn, por exemplo, enviou uma série de exigências ao governo brasileiro para implantar seu projeto no País. 44.jpg As demandas vão desde a emissão imediata de passaportes para qualificação de 200 engenheiros na China à classificação dos tablets como notebooks – o que a Receita Federal tem resistido em fazer –, medida que reduziria em dois terços a carga tributária do iPad. O preço do aparelho cairia de R$ 2,3 mil para aproximadamente R$ 800. “Estamos adequando a legislação atual para possibilitar investimentos no Brasil, e o iPad é só um exemplo”, disse à DINHEIRO o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. O  relógio corre contra o governo. Uma resposta deve ser dada até o fim de maio, no anúncio da segunda edição do Plano de Desenvolvimento Produtivo. A nova política industrial do governo deverá ampliar a lista de produtos eletrônicos passíveis de incentivos. Caso contrário, investimentos como o anunciado pela Foxconn serão apenas fatos isolados.

Querida, comprei o Skype!

A Microsoft anunciou a compra do Skype por US$ 8,5 bilh?es. A companhia de Bill Gates fechou o neg?cio deixando para tr?s os concorrentes Google e Facebook. Confira entrevista com o editor de tecnologia da Isto? DINHEIRO, Clayton Melo.

O turismo navega na internet

Em entrevista ? DINHEIRO Online, o presidente da Decolar.com no Brasil, Al?pio Camanzano, aponta os motivos que levam os consumidores a escolher o meio virtual para comprar suas viagens.

Supermercado do futuro

Os congelados derretendo, e cliente parado na fila do caixa esperando para pagar suas compras. Em breve, essa cena ser? coisa do passado. Confira tecnologias que v?o facilitar a vida dos consumidores.

Economia - Um vice-presidente com voz pr?pria e personalidade forte

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Liderança, atender as expectativas e assumir riscos são os motivos que tornam a Apple a marca mais valiosa do mundo, segundo David Roth, CEO do grupo WPP, especializado em marketing e publicidade. Este ano, a empresa de Steve Jobs assumiu a liderança do ranking das marcas mais valiosas feito pela consultoria Millward Brown, parte do WPP, ultrapassando o Google.

Roth falou sobre o sucesso da marca da maçã hoje, 13, durante a premiação “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, evento realizado pela DINHEIRO, em parceria com as consultorias BrandAnalytics e Millward Brown.

Para ele, o motivo principal do sucesso da Apple está em seu fundador, Steve Jobs, que é capaz de disseminar a cultura da empresa para todos os funcionários. Isso resulta na capacidade de atender as expectativas dos consumidores, o segundo principal motivo que faz da marca a mais valiosa do mundo.

Mas, tão importante quanto os outros dois motivos é o fato de Jobs ser capaz de assumir riscos. “Nem tudo que a Apple faz dá certo. Ter coragem e assumir esse risco é fundamental”, afirmou Roth.

Leia também:


As marcas mais valiosas do Brasil em 2011

Apple: por que a marca vale tanto

Marcas mais valiosas: Petrobras e McDonald's em primeiro lugar

Cielo entre as marcas mais valiosas do Brasil

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Querida, comprei o Skype!

A Microsoft anunciou a compra do Skype por US$ 8,5 bilh?es. A companhia de Bill Gates fechou o neg?cio deixando para tr?s os concorrentes Google e Facebook. Confira entrevista com o editor de tecnologia da Isto? DINHEIRO, Clayton Melo.

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Liderança, atender as expectativas e assumir riscos são os motivos que tornam a Apple a marca mais valiosa do mundo, segundo David Roth, CEO do grupo WPP, especializado em marketing e publicidade. Este ano, a empresa de Steve Jobs assumiu a liderança do ranking das marcas mais valiosas feito pela consultoria Millward Brown, parte do WPP, ultrapassando o Google.

Roth falou sobre o sucesso da marca da maçã hoje, 13, durante a premiação “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, evento realizado pela DINHEIRO, em parceria com as consultorias BrandAnalytics e Millward Brown.

Para ele, o motivo principal do sucesso da Apple está em seu fundador, Steve Jobs, que é capaz de disseminar a cultura da empresa para todos os funcionários. Isso resulta na capacidade de atender as expectativas dos consumidores, o segundo principal motivo que faz da marca a mais valiosa do mundo.

Mas, tão importante quanto os outros dois motivos é o fato de Jobs ser capaz de assumir riscos. “Nem tudo que a Apple faz dá certo. Ter coragem e assumir esse risco é fundamental”, afirmou Roth.

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